O fundo é verde? Pedro Oliveira. Nem tinha reparado mas a sua chamada de atenção levou-me a mirá-lo devidamente e vi e vejo azul. Ora se pelo verde não morro de amores, pelo azul azucrina-se-me o fel. Daí ser a minha apreciação à Belle absolutamente honesta e imparcial. É uma rapariga normal num universo de milhões de raparigas normais. Mais uma na multidão, apenas.
Errata: Onde se lê: “Viu o verde e não gosto”, dever-se-ia ler: “Viu o verde e não gostou” Eu gosto. Ele não. Gosto de verde e gosto do meu fruto, a “Olive” (azeitona) é fruto da Oliveira; tudo em família, portanto.
Como e possível não gostar de azeitonas, pão e vinho e dizer-se adepto do “clube do povo?” [tofu, cereais sem glúten, batidos de frutos vermelhos e papoilas saltitantes; será isso o “novo (benfiquista) normal?] (atenção, eu gosto de verde e aprecio esta menina mas outros poderão gostar mais do vermelho e dum marinheiro tatuado, cada um é como cada qual, sou liberal na economia e nos costumes).
Não pode ser coincidência que o Pedro tenha aqui posto esta jovem menos de uma semana após a RTP2 passar a segunda temporada da série Save Me. Se foi, então recomendo-lhe que vá jogar no Euromilhões.
Não é coincidência, João. Gostei imenso desta série – Salvação”, em português. Das duas temporadas – “Save Me” e “Save Me Too”. Espero que haja uma terceira. Curioso: é uma série recente, estreada em 2018 no Reino Unido. Mas, sendo da era pré-covídica, já nos parece conter algo remoto. Daqui por diante, em todas as séries, veremos sempre gente mascarada e afastada. Sem relação de proximidade física, como nesta acontece em quase todas as cenas. Sem máscaras metafóricas, mas reais. “Made in China”.
Quer dizer que perdi mais uma boa série na rtp2. O Pedro podia ter uma rubrica de anúncio de boas séries no canal público, no dia em que começam (mais trabalho, Maria? Não, muito obrigado – pensará o Pedro, com razão )
Quanto à Olive, eu acho-a mesmo Belle, de uma beleza serena e com um olhar muito expressivo. 🌿🌼 Maria
Maria, sugiro-lhe que vá vendo as séries que passam às 22h na RTP2. Raramente são menos que boas e, na maior parte, são bastante boas – com algumas muitíssimo boas.
Obrigada, João, eu até sou cliente da 2 e lembro-me de belíssimas séries vistas nesse canal, especialmente dinamarquesas. Esta escapou-me, talvez porque ando a (re)ver o All in the Family no Memória que acaba pelas 22h30m. Vou estar mais atenta; entretanto, se souber que vem aí alguma imperdível e quiser avisar, eu agradeço 🙂 Boa noite. 🌿🌼 Maria
Também tenho andado a rever (pela terceira vez) a extraordinária “All in the Family” – sobre a qual já escrevi aqui, há mais de dez anos. https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/1462890.html
Ultimamente tenho visto excelentes séries – nem todas recentes – sobre as quais me apetece escrever: “Hinterland”, “Narcos”, “Bloodline”, “Deadwind” e esta, “Salvação”. Mas a actualidade impõe-se quase sempre e esses textos que tenho em mente acabam por ficar para trás.
“Esta escapou-me, talvez porque ando a (re)ver o All in the Family no Memória que acaba pelas 22h30m.”
Está na hora de investir numa televisão interactiva ou alugar uma “box” com capacidade de gravação.
Gostei muito de “Borgen” embora me parecesse ter sexo casual a mais mas, lá está, desconheço a realidade dinamarquesa.
Uma série dinamarquesa que segui com interesse foi A Herança (Legacy); de Borgen apenas vi alguns episódios. Recordo outras duas de que gostei bastante, embora completamente diferentes: The Night Manager (inglesa) e Marlí (catalã). Também gosto de ver séries francesas (A Estagiária, por exemplo) e italianas: é refrescante ouvir outras línguas que não o inglês. Não invisto numa box porque quero ter tempo para a leitura e também para ver/rever as centenas de DVD que tenho aqui em casa. Sei que fico out acerca das novidades, mas já não me importo muito com isso: “É a vida!” (como dizia um grande filósofo aqui da Beira). Maria
Uma miudinha quase a fazer 26 anos? Já não é nenhuma Lolita 🙂 Mas se prefere a mãe dela, as ladies de 55 vão ficar felizes… ainda não há muito tempo houve uma grande polémica porque um gabiru qualquer (não recordo o nome) disse que seria incapaz de amar uma velha com 50 anos.
Não estou a ver alguém virar a cabeça a fim de lhe prestar uma maior atenção.
Mais uma rapariga no meio da multidão de tantas outras.
Leitura recomendada:
https://www.multiopticas.pt/
O cunhado é alérgico ao fundo, viu verde e não gosto.
Odeia o longe sem saber apreciar a beleza do perto
O fundo é verde? Pedro Oliveira.
Nem tinha reparado mas a sua chamada de atenção levou-me a mirá-lo devidamente e vi e vejo azul.
Ora se pelo verde não morro de amores, pelo azul azucrina-se-me o fel.
Daí ser a minha apreciação à Belle absolutamente honesta e imparcial.
É uma rapariga normal num universo de milhões de raparigas normais.
Mais uma na multidão, apenas.
Errata:
Onde se lê:
“Viu o verde e não gosto”, dever-se-ia ler:
“Viu o verde e não gostou”
Eu gosto.
Ele não.
Gosto de verde e gosto do meu fruto, a “Olive” (azeitona) é fruto da Oliveira; tudo em família, portanto.
Como e possível não gostar de azeitonas, pão e vinho e dizer-se adepto do “clube do povo?”
[tofu, cereais sem glúten, batidos de frutos vermelhos e papoilas saltitantes; será isso o “novo (benfiquista) normal?]
(atenção, eu gosto de verde e aprecio esta menina mas outros poderão gostar mais do vermelho e dum marinheiro tatuado, cada um é como cada qual, sou liberal na economia e nos costumes).
Para quê?
Para ver melhor as sobrancelhas?
Prefiro ver mal: assim ainda lhe concedo alguma réstia de condescendência.
Não pode ser coincidência que o Pedro tenha aqui posto esta jovem menos de uma semana após a RTP2 passar a segunda temporada da série Save Me. Se foi, então recomendo-lhe que vá jogar no Euromilhões.
Não é coincidência, João. Gostei imenso desta série – Salvação”, em português.
Das duas temporadas – “Save Me” e “Save Me Too”. Espero que haja uma terceira.
Curioso: é uma série recente, estreada em 2018 no Reino Unido. Mas, sendo da era pré-covídica, já nos parece conter algo remoto.
Daqui por diante, em todas as séries, veremos sempre gente mascarada e afastada. Sem relação de proximidade física, como nesta acontece em quase todas as cenas. Sem máscaras metafóricas, mas reais. “Made in China”.
Quer dizer que perdi mais uma boa série na rtp2. O Pedro podia ter uma rubrica de anúncio de boas séries no canal público, no dia em que começam (mais trabalho, Maria? Não, muito obrigado – pensará o Pedro, com razão
)
Quanto à Olive, eu acho-a mesmo Belle, de uma beleza serena e com um olhar muito expressivo.
🌿🌼
Maria
Maria, sugiro-lhe que vá vendo as séries que passam às 22h na RTP2. Raramente são menos que boas e, na maior parte, são bastante boas – com algumas muitíssimo boas.
Obrigada, João, eu até sou cliente da 2 e lembro-me de belíssimas séries vistas nesse canal, especialmente dinamarquesas.
Esta escapou-me, talvez porque ando a (re)ver o All in the Family no Memória que acaba pelas 22h30m.
Vou estar mais atenta; entretanto, se souber que vem aí alguma imperdível e quiser avisar, eu agradeço 🙂
Boa noite.
🌿🌼
Maria
Também tenho andado a rever (pela terceira vez) a extraordinária “All in the Family” – sobre a qual já escrevi aqui, há mais de dez anos. 462890.html
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/1
Ultimamente tenho visto excelentes séries – nem todas recentes – sobre as quais me apetece escrever: “Hinterland”, “Narcos”, “Bloodline”, “Deadwind” e esta, “Salvação”.
Mas a actualidade impõe-se quase sempre e esses textos que tenho em mente acabam por ficar para trás.
“Esta escapou-me, talvez porque ando a (re)ver o All in the Family no Memória que acaba pelas 22h30m.”
Está na hora de investir numa televisão interactiva ou alugar uma “box” com capacidade de gravação.
Gostei muito de “Borgen” embora me parecesse ter sexo casual a mais mas, lá está, desconheço a realidade dinamarquesa.
Uma série dinamarquesa que segui com interesse foi A Herança (Legacy); de Borgen apenas vi alguns episódios.

Recordo outras duas de que gostei bastante, embora completamente diferentes: The Night Manager (inglesa) e Marlí (catalã).
Também gosto de ver séries francesas (A Estagiária, por exemplo) e italianas: é refrescante ouvir outras línguas que não o inglês.
Não invisto numa box porque quero ter tempo para a leitura e também para ver/rever as centenas de DVD que tenho aqui em casa.
Sei que fico out acerca das novidades, mas já não me importo muito com isso: “É a vida!” (como dizia um grande filósofo aqui da Beira).
Maria
Adoro a franja.
Olhos grandes, quase modo animé.
Linda
Tem o cabelo muito bem cortado, muito certinho. Excelente cabeleireiro. Deve-lhe custar os olhos da cara.
Prefiro a mãe dela. Essa ainda é uma miudinha.
Uma miudinha quase a fazer 26 anos?
Já não é nenhuma Lolita 🙂
Mas se prefere a mãe dela, as ladies de 55 vão ficar felizes… ainda não há muito tempo houve uma grande polémica porque um gabiru qualquer (não recordo o nome) disse que seria incapaz de amar uma velha com 50 anos.
Sábado feliz!
🌿🌼
Maria
Isso era o gabiru que era míope.
Aquela “velhinha “de 55 anos está muito bem apessoada.