Tenho um livro da 4ª edição de Março de 1975, cuja capa é diferente, têm ceifeiras. Vou relê-lo porque relata a vida nessa época. Recordo-me que em pequeno vinham à minha aldeia no Ribatejo pessoas das Beiras, a quem eram chamados de Gaibéus para apanha do figo seco. Hoje são apanhados para consumo próprio e por alguns por alguns pequenos lavradores para venda (sem transformação em aguardente de figo e outros ).
Avieiros , de Soeiro os Esteiros e Engrenagem. Personagens recortadas e coladas no guião do partido.Execravam a Presença,Régio e afins. Pouco realismo muito idealismo de encomenda.
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Tenho um livro da 4ª edição de Março de 1975, cuja capa é diferente, têm ceifeiras. Vou relê-lo porque relata a vida nessa época.
Recordo-me que em pequeno vinham à minha aldeia no Ribatejo pessoas das Beiras, a quem eram chamados de Gaibéus para apanha do figo seco. Hoje são apanhados para consumo próprio e por alguns por alguns pequenos lavradores para venda (sem transformação em aguardente de figo e outros ).
Esta é a capa da primeira edição, precisamente a que li.
E uma obra indispensável do neorrealismo português.
É a primeira.
Avieiros , de Soeiro os Esteiros e Engrenagem. Personagens recortadas e coladas no guião do partido.Execravam a Presença,Régio e afins. Pouco realismo muito idealismo de encomenda.