Monsaraz e Piódão, mas também Sortelha, Monsanto, Milfontes, Dornes, Lagos, Belmonte, Penedono, Foz Côa, Sagres, Foz do Arelho, Nazaré… são tantas, tantas, que dariam para uma série de séries :-)) 🌼 Maria
Coincidência notável, Maria. E posso adiantar já isto pois – como os meus colegas de blogue bem sabem – estes meus postais estão prontos com muita antecedência. Nem um blogue como o DELITO podia ser gerido de outra maneira, com tudo à espera da inspiração do último instante.
A sério, Pedro? Juro que não pedi ajuda ao Rui Pinto… E as coincidências existem mesmo, ao contrário do que nos querem fazer crer. 🌼 Maria
Claro que existem, Maria. Eu que o diga: sou coleccionador.
Esqueceu-se de um lugar ainda habitado muito interessante – Castelo Rodrigo – e de dois lugares desabitados também muito interessantes – Marialva (refiro-me à vila dentro de muralhas) e Juromenha. Vale a pena referir também Almeida. Belmonte não achei peculiarmente bonito. Sagres e Foz do Arelho não têm nada como povoações. Valem pela vista, mas isso seria uma outra coleção de posts (grandes vistas de Portugal, ou algo do género). Nazaré sim, acho que deveria estar nesta série.
Não esqueci nada, Lavoura, não podia era pôr aqui tudo. Claro que fui a Castelo Rodrigo (que estava em obras como quase todas as aldeias históricas) e nesse dia também subi à Serra da Marofa, que tem um cristo rei enorme e uma vista deslumbrante. Também fui a Marialva, Almeida, Castelo Novo, Linhares, Castelo Mendo, Idanha, enfim posso garantir-lhe que haverá poucas terras com pelourinho em que eu não tenha estado. O Pedro não falou em povoações, falou em motivos e eu acho que Sagres é um bom motivo. Juromenha era uma ruína quando lá estive… e se não gostou de Belmonte foi porque não viu tudo. Só o castelo e a Pietà que está na capela de S. Tiago valem a deslocação. O Lavoura já foi a Ucanha ver a ponte-torre? Ou a Ervedal (perto de Avis) ver uma réplica da ponte 25 de Abril, em madeira, projectada pelo arquitecto da ponte da Arrábida? Já foi a Olivença ver o belíssimo património que lá deixámos e que, diga-se de passagem, os nuestros hermanos preservaram muito bem? Já foi a Terena ver a capela fortaleza da Sra. da Boa Nova, única em Portugal? 🌼 Maria
Deixa aqui excelentes sugestões, Maria. Incluindo Olivença, que à luz da nossa Constituição (e do Direito internacional) continua território português.
Juromenha, como diz, é pouco mais que uma ruína. Uma decrepitude que chega a ser chocante. Creio, aliás, ter escrito sobre esse tema na última vez que passei por lá, a caminho do Alandroal.
E claro que o nosso amigo Lavoura, que tantas perguntas me faz, não respondeu a nenhuma das minhas… 🍁 Maria
Ele agora anda dividido: cindiu-se em dois pseudónimos. Daí não admirar a falta de tempo para responder quando é interpelado.
É uma das nossas terras que mereceu um poema meu!
“Cacela Velha Cacela, Velha Cacela / Barco de mastro sem vela / Ancorado frente ao mar. És farol de sentinela / Varanda abrindo janela / Donde se espraia o olhar. Cacela Velha, gazela / Talvez corça, talvez donzela / Presa em teias de luar.”
Obrigado por responder, além do mais, em quadras. Há sempre que felicitar quando a Poesia surge nos blogues. Parabéns e continue, SFF. Saudações poéticas e votos de muita saúde.
Obrigado, Pedro, pela sua amabilidade. Mas, pode crer, que este e muitos dos poemas que escrevo, penso-os musicalmente. Não percebo é nada de música. Não distingo um ré dum mi. Uma dó! Quando visitámos Cacela, almoçámos num restaurante que fica na localidade. Surgiram três músicos ambulantes, que começaram a tocar enquanto comíamos. Foram de tal modo tocantes nos acordes musicais, que eu desatei num choro convulsivo, que só visto. Ainda hoje me emociono só de me lembrar.
Se esta série abarca povoações tão pequenas quanto esta, bem poderia eu acrescentar-lhe locais como Monsanto, Castelo Rodrigo, ou São Martinho do Porto.
Pedro, vai-me desculpar, mas este “balio” não terá sido “criado” para preencher o vazio deixado pela ausência do celebérrimo “L. L.” e das respetivas “lavouradas”? Isto é, exprime a premência de toda e qualquer Opinião prever o inerente contraditório? Saudações. Cordiais e, desta vez, também Poéticas.
Comer cadelinhas à bulhão pato numa mesa de madeira com bancos corridos na rua, a ver o mar , a aguardar ansiosamente que o chouriço e a linguíça, num barro ao meio da mesa, acabassem de assar… o meu pai e a minha mãe lindos e animados, com a neta mais velha entre ambos, toda lambuzada a chupar os dedos. O céu rosa , o ar morno e a cerveja dourada em grandes canecas. E o riso. Principalmente o riso leve e alegre da juventude. Memórias das mais ternas, mais belas e mais felizes de Cacela Velha, Pedro.
Oh, esta não conheço 😪 mas tenho pena.
Embora tenha andado pelo Sotavento, o Algarve que melhor conheço é o do Barlavento.
🌼
Maria
Pedro, esta série não vai ter Part II?
Estou sem esperança de ver aqui duas (ou 22) de que muito gosto…
Quais são, Maria?
Monsaraz e Piódão, mas também Sortelha, Monsanto, Milfontes, Dornes, Lagos, Belmonte, Penedono, Foz Côa, Sagres, Foz do Arelho, Nazaré… são tantas, tantas, que dariam para uma série de séries :-))
🌼
Maria
Coincidência notável, Maria. E posso adiantar já isto pois – como os meus colegas de blogue bem sabem – estes meus postais estão prontos com muita antecedência. Nem um blogue como o DELITO podia ser gerido de outra maneira, com tudo à espera da inspiração do último instante.
A sério, Pedro?
Juro que não pedi ajuda ao Rui Pinto…
E as coincidências existem mesmo, ao contrário do que nos querem fazer crer.
🌼
Maria
Claro que existem, Maria. Eu que o diga: sou coleccionador.
Esqueceu-se de um lugar ainda habitado muito interessante – Castelo Rodrigo – e de dois lugares desabitados também muito interessantes – Marialva (refiro-me à vila dentro de muralhas) e Juromenha. Vale a pena referir também Almeida.
Belmonte não achei peculiarmente bonito.
Sagres e Foz do Arelho não têm nada como povoações. Valem pela vista, mas isso seria uma outra coleção de posts (grandes vistas de Portugal, ou algo do género).
Nazaré sim, acho que deveria estar nesta série.
Não esqueci nada, Lavoura, não podia era pôr aqui tudo. Claro que fui a Castelo Rodrigo (que estava em obras como quase todas as aldeias históricas) e nesse dia também subi à Serra da Marofa, que tem um cristo rei enorme e uma vista deslumbrante.
Também fui a Marialva, Almeida, Castelo Novo, Linhares, Castelo Mendo, Idanha, enfim posso garantir-lhe que haverá poucas terras com pelourinho em que eu não tenha estado.
O Pedro não falou em povoações, falou em motivos e eu acho que Sagres é um bom motivo.
Juromenha era uma ruína quando lá estive… e se não gostou de Belmonte foi porque não viu tudo. Só o castelo e a Pietà que está na capela de S. Tiago valem a deslocação.
O Lavoura já foi a Ucanha ver a ponte-torre? Ou a Ervedal (perto de Avis) ver uma réplica da ponte 25 de Abril, em madeira, projectada pelo arquitecto da ponte da Arrábida?
Já foi a Olivença ver o belíssimo património que lá deixámos e que, diga-se de passagem, os nuestros hermanos preservaram muito bem?
Já foi a Terena ver a capela fortaleza da Sra. da Boa Nova, única em Portugal?
🌼
Maria
Deixa aqui excelentes sugestões, Maria.
Incluindo Olivença, que à luz da nossa Constituição (e do Direito internacional) continua território português.
Juromenha, como diz, é pouco mais que uma ruína. Uma decrepitude que chega a ser chocante. Creio, aliás, ter escrito sobre esse tema na última vez que passei por lá, a caminho do Alandroal.
E claro que o nosso amigo Lavoura, que tantas perguntas me faz, não respondeu a nenhuma das minhas…
🍁
Maria
Ele agora anda dividido: cindiu-se em dois pseudónimos. Daí não admirar a falta de tempo para responder quando é interpelado.
É uma das nossas terras que mereceu um poema meu!
“Cacela Velha
Cacela, Velha Cacela / Barco de mastro sem vela / Ancorado frente ao mar.
És farol de sentinela / Varanda abrindo janela / Donde se espraia o olhar.
Cacela Velha, gazela / Talvez corça, talvez donzela / Presa em teias de luar.”
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/xiii-a ntologia-do-c-n-a-p-poema-70104
Cacela-a-Velha um nome ultrapassado
Cancela a velha, chama-lhe idosa
Não existem velhos, há pessoas com passado
Antes velhos, agora com vida venturosa
A não ser que para Reguengos vão
Lá há lar e lar há e ir e voltar
E por culpa da socialista gestão
Os velhos, os idosos foram a enterrar
Obrigado por responder, além do mais, em quadras. Há sempre que felicitar quando a Poesia surge nos blogues. Parabéns e continue, SFF. Saudações poéticas e votos de muita saúde.
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/vencer emos-200578
Muito bem. Esse poema merece ser musicado.
Refiro-me ao do Francisco. O do Zacarias tem a métrica muito fora do compasso.
Obrigado, Pedro, pela sua amabilidade.
Mas, pode crer, que este e muitos dos poemas que escrevo, penso-os musicalmente. Não percebo é nada de música. Não distingo um ré dum mi. Uma dó!
Quando visitámos Cacela, almoçámos num restaurante que fica na localidade. Surgiram três músicos ambulantes, que começaram a tocar enquanto comíamos. Foram de tal modo tocantes nos acordes musicais, que eu desatei num choro convulsivo, que só visto. Ainda hoje me emociono só de me lembrar.
Bem o percebo, meu caro.
Há muito, muito tempo, e em trabalho.
Se estou bem recordado, uma estrada entra, uma estrada sai.
Por mais anos que passem, nunca se esquece.
Muito mimosa, mas minúscula.
O tamanho conta?
Muito perto dali, no Sítio da Fábrica, come-se um arroz de lingueirão excecional.
Excepcional.
Se esta série abarca povoações tão pequenas quanto esta, bem poderia eu acrescentar-lhe locais como Monsanto, Castelo Rodrigo, ou São Martinho do Porto.
Faz muito bem. Ponha lá o que quiser. No seu blogue.
Pedro, vai-me desculpar, mas este “balio” não terá sido “criado” para preencher o vazio deixado pela ausência do celebérrimo “L. L.” e das respetivas “lavouradas”?
Isto é, exprime a premência de toda e qualquer Opinião prever o inerente contraditório?
Saudações. Cordiais e, desta vez, também Poéticas.
https://aquem-tejo.blogs.sapo.pt/se lfie-selfish-164944
São almas gémeas, meu caro. Um não passa sem o outro.
Saudações para si também.
Conheço. Lindo
Um panorama fantástico. Com a Ria Formosa a fazer de moldura.
Comer cadelinhas à bulhão pato numa mesa de madeira com bancos corridos na rua, a ver o mar , a aguardar ansiosamente que o chouriço e a linguíça, num barro ao meio da mesa, acabassem de assar… o meu pai e a minha mãe lindos e animados, com a neta mais velha entre ambos, toda lambuzada a chupar os dedos.
O céu rosa , o ar morno e a cerveja dourada em grandes canecas. E o riso. Principalmente o riso leve e alegre da juventude.
Memórias das mais ternas, mais belas e mais felizes de Cacela Velha, Pedro.
Tenho-as também, Maria Dulce, aliás muito semelhantes.