![250x[1].jpg 250x[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2020/21857136_RefAJ.jpeg)
«O convívio com a morte fortifica os que não enlouquecem para sempre, não se deixam matar ou não desertam.»
Eduarda Dionísio, Retrato dum Amigo Enquanto Falo (1979), p. 30
Ed. Quimera, 1988
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«O convívio com a morte fortifica os que não enlouquecem para sempre, não se deixam matar ou não desertam.»
Eduarda Dionísio, Retrato dum Amigo Enquanto Falo (1979), p. 30
Ed. Quimera, 1988
O convívio com a morte convida-nos para o banquete da vida
Dava um excelente pensamento da semana.
Pedro, pus aqui um comentário ontem, ainda o vi publicado, e agora desapareceu…
🌻
Maria
Por lapso, ontem à noite, apaguei alguns comentários, Maria. Lamento muito.
Se puder, repita os comentários (aconteceu, sobretudo, na entrevista ao Júlio Machado Vaz). Lamento ter apagado também um par de comentários dirigidos a textos de dois colegas de blogue. Já não foi possível recuperá-los.
No problem :))
Nunca faço rascunhos, mas creio ter dito que concordava com a Eduarda Dionísio e lembrava a frase atribuída a Nietzsche:
“Aquilo que não nos derruba torna-nos mais fortes”.
Lembrava ainda que ela era filha de um grande escritor – e acrescento agora que descobri o Mário Dionísio graças à sua série Grandes Contos.
Bom domingo, Pedro.
🌻
Maria
Obrigado, Maria. Igualmente.
E assim vou repensando em relançar a série “Grandes contos”. Não me falta tema para escrever.
Não entendo. Parece um trocadilho. O amigo é como um falo? Do amigo só se aproveita o falo (ou se calhar nem isso)?