Que o desemprego continue a aumentar, já não é notícia. Em tempo de crise, infelizmente, é assim. Mas se as empresas deficitárias começam finalmente a ponderar reduzir não só o seu pessoal, mas também os prémios que atribuem aos funcionários de topo que não obtêm os resultados desejados então sim, estamos a assistir a uma mudança de paradigma. Uma mudança com reflexos positivos na tesouraria e na gestão dos recursos humanos.
O pior da selva não é a competitividade, é a injustiça.

Não sei se é de paradigma… se é da vida, mas gosto dessa mudança. Subscrevo.
Então? Há paradigmas que têm de ser mudados ..:)))))))))
Acho que nem é a competitivdade, nem a injustiça.
Quando se admite, em Lei, que mesmo as empresas com lucro (às vezes diminuído umas décimas, ou nem que sejam dois dígitos, mas é sempre lucro) possam dispensar trabalhadores em nome de uma “reestruturação” e doi “mercado”, só vejo selva.
Aqui, em Portugal, como lá fora.
Nisso a justiça é por igual.
Mas será justo?
Ou a lei da selva, que trucida pessoas?
Usando da intuição, qual a percentagem de pessoas que em posição de “trucidar pessoas” em nome de mais lucro o fariam? A minha aposta: 80%
(optimista/pessimista?) Peco por excesso ou por defeito?
Mudança de paradigma. A questão esteve em cima da mesa, analisada pelo núcleo duro. Basicamente.
Rigorosamente a não perder…
:))))