Não me canso de reiterar que de todo o mal se tira proveito. Ora aqui está uma situação que o João Sousa viveu por si e não lhe foi contada, que mais uma vez me vem dar razão. É só abrirmos a mente a pensamentos positivos e a escuridão que os alarmistas deste povo vêem, dissipa-se num ápice e a mais radiosa claridade transparece ainda mais cristalina do que o cristal da madrasta da Branca de Neve. Por exemplo: vou à janela que dá para a avenida, e o que vejo? Os autocarros para lá e para cá a cumprirem um religioso horário, …vazios de passageiros. Um alarmista pessimista naturalmente interrogar-se-ia para quê? Só vê depressão pela frente e nem por sombras escrutina a parte positiva. Mas ela está lá, e num plano deveras relevante. Já imaginaram a poupança economizadora que o Governo faz em combustível? Vaizinhos da silva nunca poupa menos de dez litros em cada viagem.
Um pessimista, vendo da sua varanda os autocarros a passarem vazios e a horas, pensaria desolado que tal fenómeno só aconteceu num período em que não o pôde aproveitar…
Nestes tempos de Covid, o custo de tais produtos devia poder ser deduzido no IRS como “despesa de saúde”: há que desinfectar a garganta de possíveis vestígios do vírus.
Nem por isso. Até esta última terça-feira, nas minhas várias idas nunca encontrei fila por volta das onze da manhã: entrava-se imediatamente. A partir de ontem é que deve ser difícil descobrir períodos sem fila: aproxima-se a Páscoa e, imagino eu, muitas despensas e arcas enchidas nos raides de há semanas já vão definhando.
Não me canso de reiterar que de todo o mal se tira proveito. Ora aqui está uma situação que o João Sousa viveu por si e não lhe foi contada, que mais uma vez me vem dar razão.
É só abrirmos a mente a pensamentos positivos e a escuridão que os alarmistas deste povo vêem, dissipa-se num ápice e a mais radiosa claridade transparece ainda mais cristalina do que o cristal da madrasta da Branca de Neve.
Por exemplo: vou à janela que dá para a avenida, e o que vejo? Os autocarros para lá e para cá a cumprirem um religioso horário, …vazios de passageiros.
Um alarmista pessimista naturalmente interrogar-se-ia para quê? Só vê depressão pela frente e nem por sombras escrutina a parte positiva.
Mas ela está lá, e num plano deveras relevante. Já imaginaram a poupança economizadora que o Governo faz em combustível?
Vaizinhos da silva nunca poupa menos de dez litros em cada viagem.
Um pessimista, vendo da sua varanda os autocarros a passarem vazios e a horas, pensaria desolado que tal fenómeno só aconteceu num período em que não o pôde aproveitar…
“Há males que vêm por bem” Já a Ministra da Agricultura o dizia. Ela viu primeiro.
A Ministra da Agricultura tem estado bastante recatada ultimamente. Imagino que esteja em pousio.
Tá falando de mim, João?
Não – estou a fa-falar dele.
(Quem perceber a referência publicitária dos anos 80 entrará directamente no meu hall of fame pessoal.)
eu compreendo 😉
Que o Queen Margot não se acabe na prateleira.
Nestes tempos de Covid, o custo de tais produtos devia poder ser deduzido no IRS como “despesa de saúde”: há que desinfectar a garganta de possíveis vestígios do vírus.
Com certeza. O tempo de espera é cá fora, para não entrarmos todos ao molho. Lá dentro é sempre a aviar ou a abrir
Nem por isso. Até esta última terça-feira, nas minhas várias idas nunca encontrei fila por volta das onze da manhã: entrava-se imediatamente. A partir de ontem é que deve ser difícil descobrir períodos sem fila: aproxima-se a Páscoa e, imagino eu, muitas despensas e arcas enchidas nos raides de há semanas já vão definhando.