Pensamento da semana


Teresa Ribeiro,

 

Na minha relação afectiva com o Natal, gosto sobretudo dos preliminares.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

 

42 comentários em “Pensamento da semana”

    1. Eheh! Também, também.
      Gosto de todos os rituais que têm a ver com a antecipação do grande dia. Da parte do Natal que pode não mudar, se assim o quisermos. Porque a outra, a do clímax, com o passar do tempo e à medida que vamos perdendo família muda e de que maneira…

    2. Sim, vi no outro dia um estudo que fizeram em Inglaterra, mostrando que no período de Natal, sem nada para fazer, fechados em casa e no quentinho, se monta muito o pinheiro. Coisa que se demonstra através da verificação de que em setembro há um pico súbito no número de nascimentos de bebés. Aliás, não é por acaso que as empresas e lingerie fazem todas, todos os anos, campanhas de publicidade pouco antes do Natal.

  1. Para mim o Natal é compras, compras … as compras do Natal. E a oferta de presentes insignificantes. Tão insignificante que por vezes parece que estão a gozar com a pessoa a quem se oferece. Ora eu detesto ir às compras e detesto que me ofereçam porta-chaves e lencinhos para deitar fora …..

  2. Que me lembre, poucas vezes tive prenda no Natal. Quanto mais prendaS!
    Talvez por isso deteste o estúpido consumismo da quadra e tudo o que lhe anda associado.
    Talvez por isso o som da gaita de beiços, que uma vez recebi, me soube a música celestial, naquela manhã cinzenta e fria…

    João de Brito

  3. Já eu, se ouvir mais uma porra de uma canção “de natal” na rádio, posso tornar-me no primeiro jihadista a atacar em solo lusitano.
    Recebi o primeiro convite para um “almoço de empresa”. Partilhar repasto com meia dúzia de asnos que passam 364 dias por ano a rogar-me pragas.

    1. Podemos sempre acreditar que o “Natal é o que o Homem quiser”.
      Pelo menos, podemos sempre fazer a nossa parte.

      Esse é o espírito.

    1. Estou naquela idade em que já tenho filhos grandes, mas nada de netos. Sem pais e sem crianças (nem na família alargada que se junta comigo), nunca pode ser a mesma coisa 🙁
      Restam-me os rituais…

      1. No tempo do meu pai , éramos uns 30. Ainda há dois anos , com a minha mãe, éramos 10. Agora passámos a dividir o Natal : consoada com as famílias dos genros, o meu peru sem falta no dia 25. Junto os filhos e os netos e é a alegria das crianças que dinamiza isto tudo. Mas perdemos muito da mística do Natal, das luzes, das músicas, dos aromas doces e das cores.
        Os mais novos são apressados e desligados das tradições familiares. Estão empenhados em criar as suas próprias tradições, quanto a mim bem mais artifiais do que as antigas, mas quem sou eu, uma velha arreigada às suas memórias, para me armar em condescendente?

  4. No halloween – finge-se ser mau.
    No natal. – finge-se ser bom.
    Quem não sabe fingir, não sabe viver.
    A vida é um palco?
    Finjamos que sim.

  5. Resumindo, para a maioria de vós o Natal é uma espécie de black friday. Que pobres de espirito, tão cheios de materialismo e tão frios de espiritualidade e amor.

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