… e é isto.


João Sousa,

flamengo

Sic-Notícias, RTP3 e CMTV (dou um desconto à Sport-TV por razões óbvias): todos estes canais estão a transmitir em directo a viagem do autocarro de uma equipa brasileira de futebol. E a TVI24, seguramente, só não o faz porque está encalhada com um jogo de hóquei…

13 comentários em “… e é isto.”

    1. Noutros lados, sem mais poder do estado, é igual mas com grande dose de publicidade.
      Nem a teocrática TV Record se esqueceu ‘Graças a Deus o Mengão venceu a Libertadores’.

      1. O Fla é todo das favelas. Já não se via tanto negão junto no Calçadão.
        Trolha neles, qual futebol, qual quê.

    1. há uns anos, um treinador brasileiro não ganhou nada em Portugal (e por Portugal) e doidos andávamos de igual forma.

      conclusão: somos doidos de qualquer maneira, o futebol apenas nos tira a vergonha de mostrar a doideira.

  1. A (des) propósito : alguém ouviu falar ” num tipo” chamado Carlos Tavares?
    Consta que “acelera” por “Franças e Araganças”…

    JSP

  2. Não sei mais do Flamengo do que Jorge Jesus ser o treinador. E gostei que ganhasse. Não enlouqueço com o futebol, mas sempre que um português faz boa figura, bato palmas e envaideço, fico orgulhosa mesmo sem ter nada a ver.

  3. Os festejos dos cariocas acabou com a PM a ‘vamos acabar có festa pá’ e de pistola em punho os policias puseram os fim à festa com feridos e mortos? (nunca se sabe).
    Ah! aqueles policias bandidos a tão mal tratarem os manifestantes pacíficos, de Hong Kong, por lhes terem atirado com rolos de papel higiénico.

  4. Para registo.
    O Flamengo conta entre os seus adeptos com 40 milhões de indivíduos. No Rio juntaram-se 2 milhões de adeptos que tomaram a Av. Presidente Vargas em peso, sem contar com os demais adeptos reunidos pelo Rio e por outras localidades do Brasil.
    Jesus, ontem, foi condecorado cidadão honorário do Rio de Janeiro. Em 5 meses ocorreu um fenómeno no futebol mundial, que demonstrou ser capaz um club transformar toda uma equipa e levá-la a alcançar títulos que há 40 anos não era capaz, a última referência foi a do tempo de Zico, também este filho de um português e com raízes em Tondela e Oliveira de Azeméis.

    Mais ainda, e no tempo referido, um simples e humilde português, que levou a Bandeira Portuguesa para o monumental de Lima, foi capaz de destronar a estupidez, xenofobia, incapacidade e cretinice de alguns treinadores e comentadores brasileiros, mostrando que existe também uma escola lusa que não se faz de livros e palpites, mas com massa cinzenta e muita experiência.

    Tudo isto, João Sousa, para complementar a sua posta.

    1. Eu não tenho problemas que se celebre o feito de Jorge Jesus. Eu não tenho sequer problemas que se abra um telejornal com o feito de Jorge Jesus. Eu não tenho igualmente problemas que se junte um punhado de “comentadores” para debater, durante meia-hora, o feito de Jorge Jesus. Eu tenho, sim, problemas com televisões ocuparem uma hora (e até mais) de transmissão com um autocarro.

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