
Ana Margarida Craveiro: «No passado, defendi o “não” ao referendo ao aborto. Lembro-me bem do tipo de insultos que recebi, e de ver denunciada por toda a parte a minha insensibilidade, intolerância e ignorância, por recear que a lei a debate viesse normalizar uma prática que deve sempre ser evitada.»
Leonor Barros: «Não era preciso vir a OCDE constatar isto. Bastava competência, bom senso e um cabal conhecimento do terreno.»
