DELITO há dez anos


Pedro Correia,

39b608e95118d5d9c8efc36c2a387b46--hourglass-top.jp

 

Ana Margarida Craveiro: «Enquanto as mulheres portuguesas tiverem não um, mas pelo menos três empregos (o das oito horas, o da família e o da casa), não há quotas que as emancipem. A verdadeira igualdade começará a ser construída no dia em que os anúncios de detergentes não forem imensos bailados de donas-de-casa.»

 

João Carvalho: «Cada vez se fala melhor a nossa língua e a ministra não só pacificou o ensino como ignorou as estatísticas europeias e concluiu uma reforma educativa de se lhe tirar o chapéu. Ah! Já me esquecia: os habitantes da Lua andam a dizer que a Terra é que gira à volta deles.»

 

Jorge Assunção: «Foi Alexis de Tocqueville quem afirmou que “a República Americana vai durar até o dia em que o Congresso descubra que pode subornar o público com o dinheiro público”, uma frase que pode e deve ser repensada para esta República Portuguesa, versão século XXI.»

 

Eu: «Que política de imigração deve adoptar a União Europeia? Faz sentido reequacionar os critérios que levaram à adopção do Espaço Schengen?»

0 comentários em “DELITO há dez anos”

  1. Ana Margarida Craveiro tem razão, mas mudar mentalidades é bem mais difícil que mudar o indicador que é a publicidade. Hoje, a publicidade já vai exibindo os homens a tratar de detergentes e roupas na máquina e mais uma ou outra coisa. Os casais mais jovens já vão repartindo tarefas. Mas são ainda uma minoria e quase nunca é equitativo.
    No resto, passo; até por notar pouca mudança.
    Bom Domingo:)

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *