Estátuas dos nossos reis (64)


Pedro Correia,

d Dinis leiria.jpg

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D. Dinis (1279-1325)

 

Autor: Fernando Marques

Ano da inauguração: 1997

Localização: Leiria, na Rotunda das Descobertas

46 comentários em “Estátuas dos nossos reis (64)”

  1. Como certamente muitos leitores/seguidores dos postes : Estatuas dos nossos Reis/
    não voltarão à Estatua de D. Dinis / Praça D. Dinis / em Ourique, informo que o autor da mesma é o Professor Lagoa Henriques.
    …
    Por informação camarária /

    AMendes

      1. Acho estranho ser de Mestre Lagoa Henriques, não me parece harmoniosa como as outras estátuas dele que conheço.
        Também acho estranho haver duas estátuas dele em Ourique.
        Tive a ver uma lista dos principais trabalhos de LH e não vi nenhuma referência a uma estátua do Rei D. Dinis.
        Mas que sei eu?

        Maria

          1. Ssegundo informaçao da CMO… o nome do autor P LH está gravado nas “costas”
            da estátua.

            Informaçao : Henrique Fonseca.

            AMendes

          1. Caro AM

            Eu digo que acho estranho haver duas estátuas dele (Lagoa Henriques) em Ourique:
            D. Afonso Henriques e D. Dinis.
            Não mencionei o nosso Rei Fundador porque pensei que quem segue esta série perceberia o que eu queria dizer…

            Maria

          2. Cara Maria

            Desculpe-me voltar….

            Eu não disse que a estátua de D. A. Henriques era de autoria do P LH.
            ….
            Quanto à estátua de D. Dinis: Está registado em acta Camarária o nome do autor: Prodessor L.H….

            Felicidades

            AMendes

          3. Não, não disse, caro AMendes, quem disse foi o Pedro Correia, e disse a verdade.
            O nr. (10) desta série, de 05.09.18, é uma estátua de D. Afonso Henriques, da autoria de Lagoa Henriques e que está no Jardim de Ourique.
            Agora já sei que existem duas estátuas do escultor Lagoa Henriques em Ourique.
            Obrigada pelos esclarecimentos.
            Felicidades
            Maria

  2. Bom, estou a ver que Leiria fez a coisa em grande, mas eu talvez preferisse a estátua do D. Dinis sem todo aquele espalhafato à retaguarda.
    Não consigo ver bem o que ele tem na mão. Serão pinheiros?
    Mas gosto desta estátua do nosso Rei Lavrador 🌳🌲🌳
    Maria

      1. Entretanto fui bisbilhotar na net e vi que é mesmo um pinheiro que o rei tem na mão, simbolizando a criação do Pinhal de Leiria.
        Quanto aos “Vês” em betão simbolizam o V de Vitória e também a vontade de seguir em frente, de desbravar novos caminhos.
        Isto foi mais ou menos o que li no site da Câmara, muito bem documentado com datas, materiais e dimensões.
        Mas o Pedro tem razão, também poderiam ser naus.
        Maria

        1. Ao contrário de outras câmaras, a de Leiria proporciona informação detalhada sobre património edificado aos seus munícipes.
          Infelizmente, nem todas procedem assim. Várias ignoram em absoluto quem esculpiu as estátuas lá do sítio e quando foram inauguradas.

    1. Parece um bastão no qual ele se apoia quando vai em peregrinação a Santiago (a mulher dele foi, creio que já depois dele morto).

      1. Estou a ver que o Lavoura é grande fã da Rainha Santa.
        E sim, consta que ela foi a Santiago e mais do que uma vez.
        Maria

        1. Recentemente fui a Coimbra onde visitei Santa Clara a Velha e Santa Clara a Nova, e aprendi lá umas coisas sobre ela…

    2. A rotunda é enorme, Maria, El-Rei ficaria muito solitário naquele círculo. O espalhafato ainda dista uns metros das costas de D. Dinis 🙂

  3. É incrível a forma como se esbanja dinheiro público lá em Leiria. Já não bastava aquele estádio que está às moscas. Agora é também esta rotunda com um arranjo monumental. Que desgraça. Que foleirice.

    1. Esbanja-se dinheiro público, sim – mas equipamentos urbanos não serão esbanjamento mas investimento quando devidamente pensados. É o que se passa com a recuperação de zonas verdes e embelezamento de rotundas – tornam a cidade acolhedora para quem cá vive e criam uma unidade coesa. Bem melhor que atravessar zonas ermas ou devolutas e sentir que na mesma zona urbana vivemos cidades distintas.

      O estádio é uma história de caciquismo e prostituição entre a política, o desporto e os interesses privados.

        1. Temos muitas rotundas em Leiria – mas prefiro-as aos semáforos e aos cruzamentos onde as filas se multiplicavam. Mas sim, o poder local também pode desinvestir gastando em vaidades – falta de plano geral, necessidade de atender aos clientes especiais. E não falo dos clientes com necessidades especiais como acessibilidades e outras modernices consideradas desnecessárias.

          1. Espero que o carro-vassoura já nos tenha apanhado, as passadeiras à saída são uma prova de destreza e os pneus gastam-se pela borda… 127 rotundas daria para autênticas provas de gincana!

      1. a recuperação de zonas verdes e embelezamento de rotundas – tornam a cidade acolhedora para quem cá vive e criam uma unidade coesa. Bem melhor que atravessar zonas ermas ou devolutas

        Isso será verdade para os automobilistas, mas não para os peões. Para um peão é preferível atravessar a direito uma zona erma, devoluta e feia do que ter que contornar uma rotunda embelezada na qual os automobilistas circulam com atenção uns aos outros mas sem atenção a peões que queiram atravessar.

        1. Falará pelo peão que há em si, suponho. Não pela generalidade, pelo menos não pelos leirienses 🙂

          E uma vez que a maioria dos peões são ou serão automobilistas, presumo pelas suas palavras que o LL consiga apartar ambas as condições – espero que quando investido de uma não ignore as particularidades da outra, muitos acidentes de viação surgem por isso mesmo.

          1. a maioria dos peões são ou serão automobilistas

            Isso não é, certamente, verdade. Há pessoas que nunca conduziram nem conduzirão. Muitas, mesmo.

            Já o oposto é uma verdade evidente: todos os automobilistas são, pelo menos em algumas situações na sua vida, peões.

            E sim, eu sou basicamente um peão e portanto, quando conduzo, nunca esqueço as particularidades da condição de peão. Não esqueço que, para um peão, cada passo que dá a mais é mais um esforço, enquanto que, para um automobilista, ter que conduzir mais algumas centenas de metros praticamente não custa nada. Por isso, para um automobilista uma rotunda não custa nada a fazer (é só o desconforto da força centrífuga), mas para um peão, ter que contornar uma rotunda é um grande esforço.

          2. Em Abril de 2018 havia sensivelmente 6,5 milhões de condutores encartados em Portugal, sendo que parte da população já perdeu direito ao título e outra ainda não o obteve. Para estatística, estamos conversados.

            Automobilistas e peões coexistem, e quem pensa em rotundas e cruzamentos pensa também em fluxos e em segurança. Às vezes faz favores, mas geralmente obedece ao equilíbrio entre vários parâmetros. Felizmente não é o LLavoura que o tem de pensar.

            Sendo maioritariamente peão, aproveite as vistas – o Pedro Correia está a dar sugestões.

  4. Não é por nada, mas D. Dinis parece-me bastante bem, assim a modos que homérico e exemplar. Empunha um tridente ou é mera sugestão do meu olhar?

      1. Transcrevo:
        《Segura o manto com a mão esquerda enquanto com a direita segura um pinheiro em alusão ao Pinhal de Leiria.》
        E tem lógica.
        Maria

  5. Sendo as fotografias boas, a rotunda e a estátua são muito mais bonitas ao vivo, Pedro. Leiria está a ganhar bons espaços, e na estatuária tem diversificado os estilos – vale a pena uma excursão pedestre.

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