Filosofia de parede


Pedro Correia,

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Lisboa, Estrada de Benfica

16 comentários em “Filosofia de parede”

  1. A propósito de:

    Noticia espectacular do Publico:

    … “Costa desembarca em Luanda sem gravata e com calças de ganga”

    ( não se refere ao tipo de cuecas)

    Amendes

  2. Esse conceito filósofico é já antigo nas paredes da Estrada de Benfica. Quando fui estudar para a capital fazia o percurso do 58 todos os dias, e o que mais se lia rabiscado nas paredes era “merda” e “o ar condicionado mata as pessoas”. Enfim, cada bairro terá os filósofos de parede que merece?

    1. A Era do Cinismo. Não se acreditando em nada, o nada torna-se profundo. Acredito que para os lados de Benfica o mergulho se fique pela superfície

  3. Atenção que há paredes e até portas de WC com boa filosofia e até boa poesia.
    Por várias vezes, nestas, vi escrito:

    “Neste lugar solitário,
    onde a vaidade se acaba,
    todo o cobarde faz força
    e todo o valente se caga.”

    Digno de Fernando Pessoa!

    João de Brito

  4. Então e a capicua?
    Ninguém fala na capicua?
    Costuma dar sorte.
    E a palavrinha M…. também quando usada no teatro.

    Maria

  5. Há anos que nos rimos com isso. Em Benfica o que não falta são inscrições dessas… Algum maluco :-))))

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