Lisboa Oriental


jpt,

Estou num quiosque, chegam 3 jovens turistas, louros, europeus. Ao balcão um está a escovar os dentes. Onde nós comemos. Peço o livro de reclamações. O empregado suspira.

14 comentários em “Lisboa Oriental”

  1. Estou em Gafete. Jantei com uns jovens Visigodos . Beberam vinho tinto alentejano e não cerveja, ou outro refrigerante. Fumaram, após o repasto, SG Ventil de enrolar. Há esperança, jpt.

    É curiosa esta comunidade de jovens estrangeiros que decidem, ao contrário dos naturais, fazer vida no interior alentejano. Meios hippies, mas de aspecto interessado pela terra

    1. Há de tudo, e eu também andei de mochila às costas pela Europa e por África, quantas vezes imundo, e em moldes pouco “cavalheirescos”. Mas nunca lavei os doentes nas casas de pasto. Ou seja, há limites.

      1. Claro, claro, de acordo ….Mas concordará no prazer de palitar, vagarosamente ,os dentes após um dionisíaco repasto. É como que um prolongar da refeição, um não querer ainda acabar, apesar dos limites físicos impostos pelo tubo digestivo à vontade de ainda comer.
        Depois de bem comido e bebido venha um cigarro, ou um charuto se o houver, e um palito que sirva de batuta à musicalidade da amizade nocturna.

        1. “Palitar os dentes”? Não é nada “lá de casa” … Sim, também sei que agora está na moda passar, demoradamente, o polegar pelas gengivas e pelas placas. Também não me apraz. Urinar no campo sim, é um prazer. O resto faz-se nos sanitários.

        1. Aprenda, se lhe for possível: não há nada tão “baixo-nível”, tão ordinário, como intrometer-se numa conversa sem se apresentar. Portanto vá lá ser ordinário para outro lado.

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