Rapazes, lembram-se?


modosdever,

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28 comentários em “Rapazes, lembram-se?”

  1. Muito bem lembrados na excelente série Os homens da Fronteira recentemente vista no canal História.

    1. Dou-lhe a mesma razão que dei (acima) à Bea. De todo o modo eu não vou pelo politicamente correcto. Raramente vou, ou nunca. Correndo assim o risco de reparos – justos – como o seu e o da Bea.

  2. Eu o que me lembro é de uma enorme coleção antiga de revistas do Tio Patinhas e Pato Donald que as minhas primas tinham e que eu lia durante o verão.

    1. Eh, pá, Pedro, que tempos, devorava-os a todos, entre limonadas e carcaças à sombra de uma figueira – que um dia cortaram, curiosamente no mesmo dia em que morreu o major Alvega. Estava a ler o livro e não acreditava a ver o homem a esbardalhar-se direito ao chão!… Foi nesse dia que compreendi que os heróis também morrem.

    1. Sim, Zé, o passado pode acalmar o presente desde que não queira trocar de lugar com ele. É curiosamente como geração a geração vamos precisando de heróis, sei lá porquê!

      1. Faz parte da génese humana, Fernando.
        Mas enquanto os heróis ficaram fechados nas páginas de um livro até que nem vai mal.
        O pior são os heróis de carne e osso que por vezes vamos, erradamente, idolatrando.
        Abraço.

      1. A revista Gina, publicada desde Setembro de 1974 até 2005, ao que dizem com um historial de 196 números, foi de imediato um estrondoso êxito e o preço inicial de 25 escudos (fica a dúvida se 25 ou 30) ia sendo alterado ao ritmo da crescente procura, galgando por aí fora até pelo menos aos 600 escudos. As tiragens de largos milhares suplantaram muitas das revistas populares da época.

        A revista produzida pela editora Pirâmide, de Mário Gomes e irmão Acácio, tinham na essência conteúdos adquiridos ao já libertino e abundante mercado alemão e traduzidos ou adaptados com textos do próprio Mário, obviamente sem qualquer rigor literário. As capas regra geral eram púdicas, com rostos de mulheres larocas com ares de virgens inocentes, o oposto das cenas interiores. O papel era brilhante, com tons coloridos e algo resistente a humidades como convinha.

  3. As raparigas que, como eu, tinham irmãos mais velhos, também se lembram. Desses e muitos mais (A caminho de Oklahoma, Santa Fé ou Oregon, Geronimo, Cavalo Maluco, Bonanza, Ritintim, Fúria, e tantos, tantos outros!)
    ptc

    1. Ora bem Sandokan.
      Edições Romano Torres se bem me lembro.

      Modesty Blaise no suplemento de sexta (sábado?) do Diário Popular. Mas aí já entramos na BD.

    1. Naturalmente que sim, naturalmente que sim, Maria Dulce. Houve no entanto um tempo em que as leituras, deles e delas, eram frequentemente diferentes, e não há que olhar para esse tempo com os olhos de hoje.

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