Por estes rios acima (2)


Pedro Correia,

rio_alva[1].jpg

55e32eb0-dd9a-47cc-bed7-d3407f39aeaepa[1].jpg

   

 

RIO ALVA

 

Nascente: encosta sudoeste da Serra da Estrela

Foz: Rio Mondego, em Porto da Raiva, concelho de Penacova

Afluentes: Ribeira de Folques, Rio Alvoco

Extensão: cerca de 105 km

 

«Deixem passar o Rio Alva. Deixem-no / deixem-no passar. // Com suas pedras cantadas / de queda em queda.»

 

Mário Castrim, Conto Estrelas em Ti

38 comentários em “Por estes rios acima (2)”

  1. Parabéns pelas imagens. Nas fotos surge muito bonitinho o rio Alva, mas suponho que também dará guarida a muito mosquito e outros insectos incómodos que não cabem nas fotos. Não há bela sem senão.

  2. [Pedro, vejo estes rios muito ladeados de poesia na margem esquerda e ainda mais à esquerda… se a novel série não fosse tão bonita, quase lhe chamaria parábola.]

    Muito boa, a ideia da série. Rios e Poesia não nos faltam.
    Sugeria apenas, se e quando possível, identificação dos pontos fotografados – algo que nos permita localizar onde se podem avistar tais paisagens.

    1. A segunda fotografia é, salvo erro, na aldeia de Avô.

      No rio Águeda, a primeira fotografia é na cidade de Águeda (que há uns anos instalou uns belos espaços de lazer à beira-rio), a segunda será, creio, numa praia fluvial que fica lá muito perto, uns dois quilómetros a montante.

  3. Aprendi a nadar no rio alva em Côja ( Concelho de Arganil). Na bela vila de Côja a caminho do Piódão. Memórias da infância.

      1. A princesa do Alva, sempre recomendável!!
        Esteve cercada pelo fogo, o ano passado. São ainda, e serão, evidentes as marcas do fogo!!
        Um bem haja,

  4. Pode continuar com esta série, por esses rios acima, abaixo e por onde lhe aprouver, Mr. Correia! Vai muito bem lançado. Rios e poesia sempre se deram bem…e me agradaram.

  5. Está é tudo queimado, agora. Agradeçam ao PS, aos seus muchachos na Prot. Civil e aos Bombeiros (que são mansos e não desobedecem).

      1. Também não tive coragem de ir até lá mas de Poiares e Arganil para a frente pelo vale do Alva até Côja estava tudo miseravelmente queimado. Vê-se logo que ninguém o apagou, extinguiu-se sozinho quando chegou ao que tinha ardido no ano anterior. Uma vergonha — que também ninguém vai apagar.

  6. Bela série: Se “o barco vai de saída” “por este rio acima” é “navegar navegar” ou “voar por cima das águas” porque “grande grande é a viagem”.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *