![LACOS_DE_SANGUE_1443111263528301SK1443111263B[1].j LACOS_DE_SANGUE_1443111263528301SK1443111263B[1].j](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21066747_3uZgK.jpeg)
«Alcançar a riqueza é o sonho do indigente, mas alcançar o amor é o sonho de reis.»
Sidney Sheldon, Laços de Sangue, p. 247
Ed. Nova Nórdica, 1981. Tradução de Ana Saló
![LACOS_DE_SANGUE_1443111263528301SK1443111263B[1].j LACOS_DE_SANGUE_1443111263528301SK1443111263B[1].j](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21066747_3uZgK.jpeg)
«Alcançar a riqueza é o sonho do indigente, mas alcançar o amor é o sonho de reis.»
Sidney Sheldon, Laços de Sangue, p. 247
Ed. Nova Nórdica, 1981. Tradução de Ana Saló
Faz-me pensar que alcançar a indigência é o mais fácil, seja qual for o ponto de partida…
Windmills of the Gods, Capricho dos Deuses, é o livro que melhor recordo, seguido de As areias do Tempo. Talvez me tenha afastado do escritor pelo binómio mulher sedutora – homem impiedoso… prefiro de longe a misoginia de Nero Wolfe que não de Rex Stout, cervejas e orquídias são mais quotidianas 🙂
Sheldon é como Konsalik e Cook – as histórias são bem construídas, mas ao fim de uns quantos livros apenas notamos mudança no cenário. Mas, sim, reler é boa ideia, e não recordo este.
“A aceitação crédula do disparate pode ser perigosa e quando as sociedades e os governos perdem a capacidade do sentido crítico, os resultados podem ser catastróficos” – Carl Sagan
Não li este autor.