Leituras


Pedro Correia,

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«Alcançar a riqueza é o sonho do indigente, mas alcançar o amor é o sonho de reis.»

Sidney Sheldon, Laços de Sangue, p. 247

Ed. Nova Nórdica, 1981. Tradução de Ana Saló

3 comentários em “Leituras”

  1. Faz-me pensar que alcançar a indigência é o mais fácil, seja qual for o ponto de partida…

    Windmills of the Gods, Capricho dos Deuses, é o livro que melhor recordo, seguido de As areias do Tempo. Talvez me tenha afastado do escritor pelo binómio mulher sedutora – homem impiedoso… prefiro de longe a misoginia de Nero Wolfe que não de Rex Stout, cervejas e orquídias são mais quotidianas 🙂
    Sheldon é como Konsalik e Cook – as histórias são bem construídas, mas ao fim de uns quantos livros apenas notamos mudança no cenário. Mas, sim, reler é boa ideia, e não recordo este.

  2. “A aceitação crédula do disparate pode ser perigosa e quando as sociedades e os governos perdem a capacidade do sentido crítico, os resultados podem ser catastróficos” – Carl Sagan

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