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As 10 Questões do Colapso, de João César das Neves
Economia
(edição D. Quixote, 2016)
“Por vontade expressa do autor, este livro respeita a ortografia anterior ao actual acordo ortográfico”
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As 10 Questões do Colapso, de João César das Neves
Economia
(edição D. Quixote, 2016)
“Por vontade expressa do autor, este livro respeita a ortografia anterior ao actual acordo ortográfico”
!!!
Este livro não está um bocado (muito) desatualizado? Não está até, quiçá, já eliminado da maior parte dos escaparates?
César das Neves é com César Monteiro um dos personagens mais alucinados da cena artística portuguesa. O que distingue um do outro é apenas uma questão de visibilidade ,quer física, quer de vício. De vergonha, ou falta dela, vá lá!
César das Neves ,como bom cristão , confunde amor com castigo, obtendo o máximo prazer do máximo sofrimento. Se não fosse assim o prazer seria pecado.
Prefiro ideias mais arejadase e sem cheiro de vela.
Austeridade – A História de uma Ideia Perigosa
Mark Blyth
Hoje em dia, tanto na Europa como nos Estados Unidos, criticam-se os gastos do Estado como se a causa da deterioração da economia fossem apenas o desperdício e a irresponsabilidade dos governos. E para a solução da crise financeira, implementaram-se políticas draconianas de corte orçamental como uma espécie de castigo sobre os cidadãos, que são acusados de terem vivido acima dos seus meios e possibilidades – e que agora terão de “apertar o cinto”. Esta visão esquece – muito convenientemente – a origem do endividamento, que não foi a orgia despesista do Estado, mas sim o resultado direto do resgate e da recapitalização do sistema bancário. Através destas operações, a dívida privada passou a ser dívida pública, e, enquanto os verdadeiros responsáveis deste processo saem impunes, o Estado arca com a culpa e os contribuintes carregam o fardo do aumento de impostos, do desemprego e da perda de direitos fundamentais. Para o economista e professor Mark Blyth, autor deste livro, a viragem global para as políticas de austeridade é uma ideia muito perigosa. Em primeiro lugar, não funciona. Como os últimos quatro anos e exemplos históricos do último século o demonstram, a tentativa do Estado em conter a despesa barrando os caminhos do crescimento até pode ter algum resultado prático, mas nunca quando todos os países o praticam em simultâneo – isso só leva à recessão global. Em segundo lugar, pedir aos inocentes (os cidadãos, os contribuintes) que paguem pelos erros dos culpados (os Estados, os grandes bancos) é sempre má política. Em terceiro lugar, a receita da austeridade apenas enriquece os ricos, não traz prosperidade para todos, contraria o princípio da igualdade de oportunidades e só leva à pobreza e à desigualdade social. Ou seja: estaremos dispostos a pagar o custo da austeridade?
A verdade é escrita pelos vencedores.
O que interessa a verdade nos dias de hoje, o que move a locomotiva é pão e circo, agora só circo.
O que vivemos hoje como sistema económico não é capitalismo mas sim na minha modesta opinião Neo-Comunismo.
Este senhor (e outros e outras) como economista deveria ter vergonha de dizer e escrever sobre economia de mercado que já não existe, só os Estados podem ir á falência para financiar os monopólios e oligópolios que os parasitam.
WW
WW