«Não acho reprovável uma pessoa viver com dinheiro emprestado.»
Arons de Carvalho, mandatário nacional da candidatura de António Costa ao terceiro mandato de secretário-geral do PS, em entrevista à edição de hoje do jornal i
«Não acho reprovável uma pessoa viver com dinheiro emprestado.»
Arons de Carvalho, mandatário nacional da candidatura de António Costa ao terceiro mandato de secretário-geral do PS, em entrevista à edição de hoje do jornal i
… e agora, todos ao mesmo tempo: Ah, Ah, Ah.
Os Bancos vivem disso
Metade dos portugueses hoje em dia vive com dinheiro emprestado. A casa que habitam foi comprada com dinheiro emprestado, pelo que estão na prática a viver com dinheiro emprestado.
Não sei se é reprovável ou não, mas pelo menos é muito usual.
Só me vem a cabeça a canção do Barata Moura: vamos brincar à caridadezinha, festa, canasta e boa comidinha… vai-se a ver e era tudo caridade fraterna.
marta
Arons querido, fofo, ladino: não é dinheiro emprestado, são mesmo subornos.
É a total degradação politica, moral e pessoal. Em qualquer país civilizado um responsável politico que dissesse uma coisa destas seria imediatamente trucidado nos media. Aqui no jardinzinho à beira-mar no pasa nada, andam todos ocupados com a propaganda oficial…
Como é possível uma abécula de fraco Q.I. passar por tachos tão bons sem que se salpique com os pingos da chuva! O PS faz milagres. Gratifica com pensões de +~ 7000€.
Bem cantava a Amália, ” Povo que lavas no rio” ” As tábuas do meu caixão”
O vitalício está na moda nas hostes das ratazanas.
Um moço de recados serviçal, obediente e , essencial, sem um pingo de dignidade.
Um verdadeiro SUCIAlista.
Assim fora de contexto a frase é ambígua. Seguindo o link vejo que é sobre Sócrates.
Cada um tem os valores morais que tem – Ferro Rodrigues acha que que é éticamente irrepreensível Carlos César pedir o reembolso de despesas que não fez – mas o problema com Sócrates é o dinheiro não parecer emprestado.
Quem nunca precisou de pedir a um amigo que atire a primeira pedra, mas não é normal usar uma linguagem malcriada e exigente quando se pede. E evidentemente assim que se pode paga-se, não se vai trocar de carro.
A corrupção acabou.
É tudo emprestado.
E como não é reprovável viver com dinheiro emprestado – é “normal”.
Quanto a reembolsar o empréstimo – isso é lá com credor e devedor.
Eles que se entendam.
E se forem amigos muito antigos e de posses…
Acho muito mais condenável sobreviver com dinheiro emprestado – até no pedir são pobrezinhos, qu’horror!!
Como em tudo, o contexto, senhor, o contexto… muito mal escolhida, a figura de estilo.
Já o estilo da figura, enfim, fez-me lembrar o rinoceronte rindo do imposto sobre os animais de boca grande: “cutudinhu du jucuré”.