vidabreve,

 

Enquanto experimentava os benefícios do mercado livre, o jovem Nh’ungana robustecia a sua fé no triunfo do mérito e na eficiência das doutrinas liberais.

5 comentários em “”

  1. O grande problema do analfabetismo é que é transversal.
    Talvez ler Alexis de Tocqueville, deve haver traduções em português.

  2. Nem é preciso ir a Tocqueville. O grande combate contra escravatura foi feito pelos Liberais e religiosos.

    Pode começar por aqui http://www.econlib.org/library/Columns/LevyPeartdismal2.html

    Não há mercado livre quando não há pessoas livres nesse mercado.
    O mercado de escravos é um mercado dominado por uma visão cultural que se sobrepõe à economia.
    É a política e a cultura a sobrepor-se à economia.
    Era também o mercantilismo – rent seeking – que a esquerda e direita socialista tanto gostam.

    É por isso que os que defendiam mercado livre e o fim das tarifas que se baseia na liberdade das pessoas lutavam contra a escravatura. Stuart Mills, Adam Smith etc.
    Enquanto a cultura estabelecida – ex: escritores como Carlyle, em menor parte Dickens – ao contrário de Carlyle defendia que a escravatura deveria acabar mas não naquela altura – eram a favor da escravatura.

    É ainda gozar com os outros fazer critica ignorante aos liberais quando defendem impostos cada vez mais altos – ou seja uma escravatura sofisticada. Afinal quando é o dia livre de impostos. A meio do ano não é?
    Mas como o socialismo não vive – nem o mais importante não ganha eleições- sem o dinheiro dos outros…não admira que andem tão excitados. O dinheiro dos outros está a acabar.

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