Os Wilco são provavelmente uma das melhores bandas norte-americanas. Das mais genuínas, também, no sentido de produzirem música onde o imaginário norte-americano dos espaços e dos sons se encontra e concentra. No passado dia 16 de Julho disponibilizaram gratuitamente no seu site (que esperais? Ide) um novo álbum, Star Wars, talvez o melhor (mais fresco, menos produzido) desde o fabuloso Yankee Hotel Foxtrot, de 2002 (também disponibilizado primeiro na Internet, depois da editora ter recusado lançá-lo). No dia seguinte, no Festival da Pitchfork, apresentaram-no ao vivo por completo. Este é o vídeo desses 35 minutos.
35 minutos e um álbum gratuito
escafandro,

onde o imaginário norte-americano dos espaços e dos sons se encontra e concentra
Por que é que nos havemos de procupar com eles, então? Nós somos portugueses. Temos o imaginário português dos espaços e dos sons. Que temos nós a ver com o imainário norte-americano?
Se não tem, não ouça. Mas faça-me um favor: não me inclua no seu “nós”, OK? O meu é mais amplo.