31 de Janeiro (2)


jmmcc,

Ainda há poucos dias aqui esteve. É o Porto, carago! A Rua de 31 de Janeiro, agora vista de cima para baixo, em Janeiro de 1914.

18 comentários em “31 de Janeiro (2)”

      1. Ao mesmo tempo há tantas casas abandonadas e degradadas que precisavam de ser mexidas… Parece que só mexem onde não devem.

        1. É outra verdade, sim. Entre os casos mais flagrantes e sem me afastar das coordenadas, estou a lembrar-me da ribeira de Gaia: era um caos e, de repente, sofreu duas transformações completas em poucos anos (fico sempre desconfiado com estes excessos fáceis de realizar com muito dinheiro). Chega a parecer que Gaia está um brinquinho e que só há que inventar intervenções. E Gaia, afinal, continua a ser o que sempre foi: um caos num concelho caótico.

  1. É verdade, tal como diz a Sara, está praticamente igual, só que com já com muitas lojas fechadas, de que é exemplo a bela ourivesaria Reis & Filhos (em 1º plano) com a sua imponente entrada. O “Hilmann de ’56” é que está mesmo lá ao fundo da rua, não é?

      1. Exactamente. Isto é o que se chama marketing de qualidade, fazer publicidade com 42 anos de antecedência! Se o Paulo Rangel tivesse adoptado esta estratégia, já se teria candidatado a presidente do PSD logo à nascença e a coisa seria outra. Depois queixam-se que não acertam com o líder… Pudera, não fazem as campanhas com a devida antecedência!

        1. É evidente. Até Sócrates, se tivesse ensaiado o controlo dos jornalistas logo no berço, já hoje estaria longe e ao abrigo das línguas afiadas. O que seria um descanso para ele. E, sobretudo, para nós.

    1. Olá Luís, praticamente igual… mais ou menos – digo eu, é que para além das lojas fechadas, o pior mesmo é que porta sim, porta não é uma loja de chineses! Um horror, na minha humilde opinião, que não suporto ver a cidade a encher-se de “chinesices” em todo o lado: centro histórico, zonas nobres, etc, etc.

      1. Olá Dai, gosto em ver-te por aqui! Quanto às lojas de “chinocas” acho que tens razão, mas a verdade é que, ainda assim, acho-as preferíveis a lojas fechadas, abandonadas e votadas ao maior desprezo e, por vezes até, à ruína. Esta invasão de ‘amarelos’ é uma consequência inevitável da globalização que não está confinada apenas à R. 31 de Janeiro. Eles já estão por toda a parte, até na China, vê lá tu!
        Um beijo.

  2. Olá,
    Só agora comento este post, pois só hoje tomei conhecimento da existência de tão interessante blogue. Que saudades desta zona. Quando em meados da década de 60 e durante a de 70, ia para a discoteca (loja) Sto. António – onde existiam umas cabines – ouvir discos que selecionava ao balcão, para no final decidir se comprava ou não algum deles. Belos tempos aqueles…
    O Porto era e é do carago…

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