Ainda há poucos dias aqui esteve. É o Porto, carago! A Rua de 31 de Janeiro, agora vista de cima para baixo, em Janeiro de 1914.
31 de Janeiro (2)
jmmcc,
Ainda há poucos dias aqui esteve. É o Porto, carago! A Rua de 31 de Janeiro, agora vista de cima para baixo, em Janeiro de 1914.
Está praticamente igual. Que saudades!
É verdade, Sara. Tem resistido. Uma resistência heroica, sabendo nós o estrago que se faz neste País.
Ao mesmo tempo há tantas casas abandonadas e degradadas que precisavam de ser mexidas… Parece que só mexem onde não devem.
É outra verdade, sim. Entre os casos mais flagrantes e sem me afastar das coordenadas, estou a lembrar-me da ribeira de Gaia: era um caos e, de repente, sofreu duas transformações completas em poucos anos (fico sempre desconfiado com estes excessos fáceis de realizar com muito dinheiro). Chega a parecer que Gaia está um brinquinho e que só há que inventar intervenções. E Gaia, afinal, continua a ser o que sempre foi: um caos num concelho caótico.
É verdade, tal como diz a Sara, está praticamente igual, só que com já com muitas lojas fechadas, de que é exemplo a bela ourivesaria Reis & Filhos (em 1º plano) com a sua imponente entrada. O “Hilmann de ’56” é que está mesmo lá ao fundo da rua, não é?
Claro que sim, Luís. Como sabes, o Hillman de 1956 teve muito sucesso porque já estava a ser anunciado desde 1914. Pelo menos. Hehe…
Exactamente. Isto é o que se chama marketing de qualidade, fazer publicidade com 42 anos de antecedência! Se o Paulo Rangel tivesse adoptado esta estratégia, já se teria candidatado a presidente do PSD logo à nascença e a coisa seria outra. Depois queixam-se que não acertam com o líder… Pudera, não fazem as campanhas com a devida antecedência!
É evidente. Até Sócrates, se tivesse ensaiado o controlo dos jornalistas logo no berço, já hoje estaria longe e ao abrigo das línguas afiadas. O que seria um descanso para ele. E, sobretudo, para nós.
Olá Luís, praticamente igual… mais ou menos – digo eu, é que para além das lojas fechadas, o pior mesmo é que porta sim, porta não é uma loja de chineses! Um horror, na minha humilde opinião, que não suporto ver a cidade a encher-se de “chinesices” em todo o lado: centro histórico, zonas nobres, etc, etc.
Não haverá chineses nobres? Se calhar tens razão…
Não sei se há chineses nobres, mas “históricos” há alguns, pelo menos.
Conheci dois. Um chamava-se Imperador e o outro era o Mandarim.
Olá Dai, gosto em ver-te por aqui! Quanto às lojas de “chinocas” acho que tens razão, mas a verdade é que, ainda assim, acho-as preferíveis a lojas fechadas, abandonadas e votadas ao maior desprezo e, por vezes até, à ruína. Esta invasão de ‘amarelos’ é uma consequência inevitável da globalização que não está confinada apenas à R. 31 de Janeiro. Eles já estão por toda a parte, até na China, vê lá tu!
Um beijo.
Amarelos? «Consequência inevitável da globalização»? E eu a pensar que era da vesícula, ou figadeira…
que excelente foto,
vou “roubar” para o meu Porto Antigo http://portoantigo.blogspot.com/
Bem-vindo. Belo blogue o seu, Gabriel.
Olá,
Só agora comento este post, pois só hoje tomei conhecimento da existência de tão interessante blogue. Que saudades desta zona. Quando em meados da década de 60 e durante a de 70, ia para a discoteca (loja) Sto. António – onde existiam umas cabines – ouvir discos que selecionava ao balcão, para no final decidir se comprava ou não algum deles. Belos tempos aqueles…
O Porto era e é do carago…
É muito bom ouvir essas coisas, carago!
Obrigado e vá aparecendo sempre, caríssimo.