Só se celebra política nesta terra – uma parte dela. Portugal nunca se celebra, não é? O País, o povo, isso não interessa. disso têm vergonha. O que interessa é um episódio político, uma peripécia circunstancial da História. Ai de quem imagina que Portugal é maior do que os seus pobres exercícios aprisionados por ideologias e bolor constitucional. Talvez faça sentido que andem a dar cabo de tudo, a começar pela língua.
Pois é: convém nunca esquecer… O Zeca era um lírico, aliás indecentemente explorado pelos ditos inimigos da exploração. Isso mesmo. Mas foi sempre muito maior do que todos eles. Amen.
Só se celebra política nesta terra – uma parte dela. Portugal nunca se celebra, não é? O País, o povo, isso não interessa. disso têm vergonha. O que interessa é um episódio político, uma peripécia circunstancial da História. Ai de quem imagina que Portugal é maior do que os seus pobres exercícios aprisionados por ideologias e bolor constitucional. Talvez faça sentido que andem a dar cabo de tudo, a começar pela língua.
Pois é: convém nunca esquecer… O Zeca era um lírico, aliás indecentemente explorado pelos ditos inimigos da exploração. Isso mesmo.
Mas foi sempre muito maior do que todos eles.
Amen.
Não há como a Grândola cantada pelo Relvas.
Estranho… 1,5 milhão de mortos.
O seu comentário serve exactamente para quê camarada Cassete?