7 comentários em “20 motivos para amar Portugal (V)”
No grande quarto situado no terraço da segunda casa que se vê do lado direito, na R. de São Baptista, passei muitos e bons períodos da minha vida. A última vez que lá fui, a convite do Jorge Ferreira, almoçámos no Tabuleiro na Corredoura e mudámos depois a conversa para o Café que era do Pepe – cuja receita de queijadas de Gila desapareceu com ele – e que não se vê aqui mas ficaria à esquerda na imagem. Falámos de política, blogues e muito mais. Da doença dele pouco ou nada. Pouco depois o Jorge morria. Não voltei a a Tomar desde aí, mas conto fazê-lo em breve. Abraço
Eu a Tomar volto também sempre com todo o gosto, João. Regressei lá há poucos meses e não esqueço o assombro sentido ao revisitar o Convento de Cristo – um dos lugares mágicos de Portugal, infelizmente ainda mal conhecido por muitos de nós. Tive pena por ver esta jóia do nosso património cultural tão maltratada, cheia de feridas abertas. Fizeste bem em lembrar aqui o nosso Jorge Ferreira, que permanece connosco em espírito. Um abraço.
Para o ano,haja vida e saúde,lá estarei nos Tabuleiros !! Com vista previlegiada para o desfile, ali na Corredoura(rua da esquerda) em casa do clã Madureira !! Tomar “me mata”…
No grande quarto situado no terraço da segunda casa que se vê do lado direito, na R. de São Baptista, passei muitos e bons períodos da minha vida.
A última vez que lá fui, a convite do Jorge Ferreira, almoçámos no Tabuleiro na Corredoura e mudámos depois a conversa para o Café que era do Pepe – cuja receita de queijadas de Gila desapareceu com ele – e que não se vê aqui mas ficaria à esquerda na imagem. Falámos de política, blogues e muito mais. Da doença dele pouco ou nada. Pouco depois o Jorge morria.
Não voltei a a Tomar desde aí, mas conto fazê-lo em breve. Abraço
Eu a Tomar volto também sempre com todo o gosto, João. Regressei lá há poucos meses e não esqueço o assombro sentido ao revisitar o Convento de Cristo – um dos lugares mágicos de Portugal, infelizmente ainda mal conhecido por muitos de nós. Tive pena por ver esta jóia do nosso património cultural tão maltratada, cheia de feridas abertas. Fizeste bem em lembrar aqui o nosso Jorge Ferreira, que permanece connosco em espírito.
Um abraço.
Para o ano,haja vida e saúde,lá estarei nos Tabuleiros !! Com vista previlegiada para o desfile, ali na Corredoura(rua da esquerda) em casa do clã Madureira !! Tomar “me mata”…
Seu sortudo.
É um privilégio, Fernando. Diz bem.
Tomar é mágico, dizes bem. Ou não fosse terra de Templários, que não escolhiam ao acaso os seus territórios.
Tens toda a razão, Ana. Ali, no centro de Portugal, sentimos e pressentimos Portugal inteiro.