vidabreve,

 

2550 A.C. Confrontado com uma praga de gafanhotos e com a maçadora volubilidade do Nilo,

o faraó decide estimular a procura interna.

5 comentários em “”

  1. … todavia (o Pedro Correia não gosta desta palavra), esta obra literalmente faraónica, é hoje uma enorme fonte de rendimento. Mas eu acho que entendi a ideia…

      1. Ora, não brinque com a minha finitude que já está mais para lá do que para cá… :)))

        Mas que o faraó teve visão… Mandar construir uns túmulos deste tamanhão, supérfluos (qualquer campazita resolvia o assunto) e, passados quatro mil e tal anos, eles serem uma fonte de rendimento… :))))

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