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A Assembleia da República insta o governo a dotar com 15 milhões de euros uma campanha propagandística – à qual chama, neste português “depurado” tão actual, de “publicidade institucional” – contra o racismo. Será pertinente a campanha e será adequada a quantia? O montante poderá ser avaliado em termos da realidade que servirá para enfrentar. Ou seja, é Portugal um “país racista” – como a campanha político-académica vem clamando – ou um país com racismo, como quase ninguém profere? É o racismo uma categoria essencial da sociedade portuguesa ou surge apenas em feixes de práticas e concepções?
Seja como for, a ponderação da quantia depende de como olharmos para a realidade circundante: 15 milhões de euros é menos do que o Sporting Clube de Portugal acabou de gastar para adquirir o avançado Paulinho. Ou seja, não é muito dinheiro, e isso apontará para que o problema não é visto na Assembleia da República como muito gravoso. Mas, ao invés, 15 milhões de euros é o montante que foi atribuído pelo governo para apoiar toda a comunicação social nacional face à gigantesca crise devida ao Covid-19. Então, se visto através desse prisma, torna-se muito dinheiro, e sinaliza uma extrema importância do racismo português nas considerações da Assembleia da República.
Mas muito interessante é a formulação da instrução parlamentar ao executivo. Que planeie (e financie) uma campanha no valor de 15 milhões de euros em “estreita colaboração com associações antirracistas e representantes das comunidades racializadas“, visando “integração e empoderamento” de algumas entidades consideradas como “comunidades imigrantes” indiscriminadas e outras (autóctones, presume-se) entidades ditas “minorias étnicas“, a saber a “afrodescendente“, a “romani” (“cigana” parece ser termo vetado) e, mais surpreendente do que tudo, “outras“. Quais “outras” comunidades étnicas não imigradas, pergunta-se diante de um texto de valor jurídico? A mirandesa, assumindo a velha crença de que a língua funda a nação? Ou seja, a etnia e assim dita “minoria”? E já nem refiro este espantoso criacionismo estatal, o de encontrar uma “etnia” – minoritária, claro – “afrodescendente“.
Mas isso, o atrapalhado e ignaro formulado da Assembleia da República, até será minudência. Ao longo do último ano e meio tem havido grande agitação política em torno deste tema – e teria sido maior se não houvesse pandemia. Utilizando uma feroz demagogia, patente de modo desbragado na utilização de dois assassinatos, um em Bragança e outro em Moscavide, logo crismados como “crimes raciais” denotativos de violência racial contínua no país. Isto enquanto se elidiam putativas (de facto, meramente hipotéticas) dimensões raciais em outros dois assassinatos acontecidos em formato muito similar – isto num país que, felizmente, tem baixos índices de criminalidade, apesar das tropelias aldrabonas de Ventura e seus sequazes. Recordo, um asssassinato de um branco por três negros e o de um branco por alguns ciganos. Entenda-se, a desconsideração da hipótese de um móbil racial nestes outros crimes mortais não adveio dos seus motivos explícitos (roubo, questiúncula passional) mas sim ao dogma desta corrente de agit-prop: as “comunidades racializadas” são desprovidas de racismo.
Várias vezes o referi ao longo desse tempo, esta campanha tem um mote ideológico e um fundamento económico, um fervor marxizante e um afã patrimonial, sendo este o verdadeiro motriz dos intelectuais euro/afrodescendentes em busca de acesso a recursos estatais, por via de subsídios ou empregabilidade. O mote destas estratégias demagógicas é de constituir comunidades políticamente congregadas, transformar as “raças-em-si” em “raças-para-si” para usar o velho lema marxista. E o ideário político dessa “luta” também surge explícito: a deputada Moreira clama pela presença de comissários políticos na orgânica estatal que tutela a Cultura, o dr. Ba apela à constituição de milícias de auto-defesa e exige o policiamento comunitário. Restam dúvidas do que está subjacente, do modelo político que esta gente quer? A colaboração de académicos, em particular de antropólogos e de cultores de uma história antropológica (para assim a nomear) também não engana: se cerca dos 1960s campeou a ideia de que Filosofia e Sociologia eram os saberes adequados para promover a luta de classes, ergueu-se agora a ideia de que a Antropologia é o saber que alimenta a luta dos povos. E os campi rejubilam, tal como o fizeram há 50 anos… É, e com evidência, o velho “radicalismo pequeno-burguês de fachada … identitarista”, para glosar o célebre título de Cunhal.
De facto, a afirmação actual – “imaginação” – dessas “comunidades” ditas étnicas é potenciada por alguns académicos-activistas. E por “representantes das” (tais) “comunidades racializadas“, dotados de capital cultural (muitas vezes com galões académicos) traduzível em potencial mediático. O processo é análogo ao da tribalização africana acontecida durante os regimes coloniais novecentistas, do ordenamento administrativo das populações através de inventadas entidades “tribos” (também ditas “etnias”). Uma categorização que foi construída por antropólogos, historiadores, administradores e similares, fundamentalmente por aqueles muito ligados ao poder político – como agora, onde nesta “causa” abundam os intelectuais dependentes do Estado, tantos deles em situação precária. E, mais do que tudo, por elementos dessas populações, os “evolués” (“assimilados” em português) – análogos agora a estes intelectuais “…descendentes” armados do seu Fanon ou similares -, tantos então brotados do ensino missionário. E ainda pelas “autoridades tribais”, ditas “tradicionais”, potenciadas e quantas vezes criadas pelo ordenamento colonial – análogos agora aos ditos “representantes das comunidades racializadas“. Ou seja, o processo actual de afirmação de “etnias” (também ditas “minorias”) e de “raças” é bem similar, nos seus locutores, àquele criacionismo colonial, subordinado a agenda política.
Enfim, esta histrionização demagógica do racismo como vector fundamental da sociedade portuguesa tem muito de mimetização da sociedade americana – patente na disparatada assunção de um recente assassinato nos EUA como retrato da situação portuguesa. E também por isso se trata no seu cerne de fazer opor “negros” e “brancos”, umas agora “etnorraças” com até boçal obscurecimento das distinções dos velhos conceitos “raça” e “etnia”, e com fastio pelas distinções que escapam a esse binómio central às questões sociológicas nos EUA.
Mas trata-se, acima de tudo, da reclamação – quantas vezes apenas ignorante de irreflectida, como é escandalosamente afixado pela recém-candidata presidencial Gomes – da adopção de um modelo comunitarista de sociedade, oriundo do secularismo do modelo anglo-germânico e avesso à laicidade republicana que adoptámos. Mas, bem no fundo, vem muito mais de factores económicos, o célebre “It’s the economy, stupid!”. Pois pequenos nichos procuram acesso a recursos estatais. São os “intelectuais orgânicos”, sôfregos na busca de financiamentos estatais, são estes “representantes“, alçados pelo seu capital educacional e pela sua associação com esses “intelectuais orgânicos” (como seus antepassados o foram dos missionários).
Ganharam agora alento: o tacticismo do PS de Costa, que tanto apoiou política e mediaticamente o advento da cisão no BE, dita LIVRE, recompensa-os com 15 milhões de euros. Para serem gastos nos seus discursos comunitaristas – inventores de putativas etnicidades, constitutivos de oposições raciais, “performativos” de divisões racializadas e, assim, produtores de vero racismo -, em “estreita colaboração com associações antirracistas e representantes das comunidades racializadas“. Completamente avessos a considerações universalistas, não-racialistas. Que não lhes dariam acesso a bens, económicos e estatutários.
Enfim, na sua modorra intelectual, a Assembleia de República atribui 15 milhões de euros, para os académicos/jornalistas a la Jugular, para as redes de alguns institutos públicos de investigação, para os epígonos de Ba & Moreira. Menos do que o que Sporting gastou com o Paulinho! O mesmo que o Estado atribui para recuperar a imprensa nacional!
Há quem concorde. Pois é o governo que temos, o PS que temos. E neste ambiente a demagogia ganha.

RACISMO? O verdadeiro racismo é outro, muito pior. É aquele que foi responsável por a Geração, que ficará cá nos próximos 50 anos, não acredite nos atuais partidos e respetivos responsáveis. Aquele que, ao fim de 47 anos de Regime Abrilista, permitiu que 25% das crianças tenha casas em que chove, e em que não há sequer espaço para ter uma mesa para abrir um computador. Qual será a competitividade e o futuro dessas crianças comparada com a dos outros países? Quase 2 milhões de portugueses estão no limiar da pobreza. Este sim, é o verdadeiro racismo que há em Portugal.
Nas últimas eleições, dos 10.792.102 inscritos, apenas 4.262.633 votaram, e 6.599.751 nem sequer foram votar, o que dá ao vencedor (MRS) uma legitimidade de 23,48% (2.534.720 votos). E não têm vergonha, em gastar estes 15 milhões? E temem, agora, que as Pessoas queiram acabar com este Regime? O que têm a dizer às Pessoas, depois disto? (Pedro Manuel-Cardoso)
‘O Regime Abrilista, permitiu que 25% das crianças tenha casas em que chove’,
Esta referência foi apurada em que base estatística? Casas em que chove só podem ser casas antigas nas aldeias ou nas zonas antigas das cidades, mas nesses locais só vivem pessoas idosas, não há por lá crianças ou então vivem em barracas e não terão a preocupação de arranjar espaço para um computador.
Provavelmente a percentagem foi fornecida por alguma estatística do Regime Abrilista e é de desconfiar destes tipos que andam constantemente a fazer eleições escolhendo quem entendem governar o país.
Ou então estamos perante uma constatação vulgarmente designada de populismo da treta.
Vocês, Abrilistas, andam cá há 47 anos. Todos contentes, com flores na lapela. Foi um fartar de vilanagem, em corrupção, compadrio e condenações na Justiça. Nem num único ano sequer, desses 47, conseguiram que Portugal gastasse menos do que produziu. Viveram das bancarrotas e das esmolas pedinchadas à UE e ao FMI. Deixam pobreza, precariedade, e uma Dívida para a nossa geração e a dos nossos filhos pagarem durante os próximos 50 anos. E não têm vergonha na cara? Desandem, que não fazem cá falta nenhuma. (Pedro Manuel-Cardoso)
Ó pá sabes o que foram os bairros da Curraleira, dos Peixinhos, da Quinta da Calçada, do Relógio, das Furnas, e os milhares de barracas dos bairros de lata espalhadas na periferia de Lisboa existentes em 24 de Abril de 1974?
Pois com o actual regime democrático saído do 25 de Abril de 1974 todas essa degradação foi sendo transforma em zonas habitacionais dignas. Ficou a Cova da Moura na Amadora, que por especulação do terreno foi “deixada ficar assim” passando sucessivamente de trabalhadores da obras, para ciganos e voltando a trabalhadores das obras cabo-verdianos que foram criando estruturas e nunca mais de lá saíram.
Provavelmente haverá bolsas de pobreza em todos os aspectos, pudera com empregos precários e salários baixos não se consegue ter uma vida digna, mas nada tem a ver com o regime democrático saído da revolução do 25 de Abril de 1974.
Ai meu deus que as empresas vão todas à falência com este novo aumento do salário mínimo, dizia o antigo sindicalista e actual presidente da cip.
Percebeu.
O que é isso ‘ter casas em que chove’ ? Casas tipo vivenda ou tipo andar de prédio? Que mistura de preocupação com as casas de 25% (??) da população em que chove e não têm espaço para uma mesa de computador? Então se há 2 milhões de portugueses no limiar da pobreza como é que comprariam um computador, ou para quê, se não têm espaço para o abrir e até lhe chove em cima.
Não será o limiar da pobreza por terem um rendimento de miséria por auferirem o ordenado mínimo.
Não brinque comigo, que se faz tarde.
“Quase 26% das crianças portuguesas vivem numa casa em que entra água pelo telhado ou em que as paredes e chão estão húmidos e em que as caixilharias das janelas estão podres. A 13% de menores de 12 anos falta aquecimento adequado e para perto de 10% a luz que têm não é suficiente. Umas vivem em casas sobrelotadas (mais de 15%), outras estão inseridas em zonas com crime, violência ou vandalismo.” Susana Peralta, et alli, 4fev2021, “Crianças em Portugal e ensino a distância: um retrato”, NOVA School of Business and Economics).
Ainda não entendeu?
Não brinque com coisas sérias, p.ex. os baixos salários praticados para ser mais competitivo. Há quantos anos andamos nesta?
Esta canalha não tem vergonha!
Não hesitam em inventar r promover inventar o racismo para amesendar mais uns parasitas ao orçamento!
1. Esta «Resolução da Assembleia da Assembleia da República» incita à criação de Racismo em Portugal. Potencia um movimento contrário, inverso e antagónico. Cria guerra, onde havia paz e entendimento. Os Partidos que aprovaram esta «Resolução» mostram que, em vez de se colocarem numa perspetiva científica, e justa do ponto de vista social, prefiram beneficiar uma das partes envolvidas, que não representa a maioria dos eleitores.
2. Esta «Resolução» esquece as contribuições de G. Balandier (reavaliadas na homenagem de 2018 feita pela Universidade de Paris/Sorbonne), Frederick Barth, F. Fanon, ou Tidiane N’Diaye, entre outros. Está totalmente submetida à ideologia e à facção do “Relativismo Cultural”. Está dominada por uma concepção do ser humano que impede a construção de um nível de análise fora do próprio fenómeno do “racismo”. Isso permite as manipulações ideológicas e políticas, que atualmente alimentam a subsidiodependência e os interesses económicos de quem se acolita e esconde à sombra destes pseudo-movimentos.
3. O insuspeito Frantz Fanon escreveu: “Com este pseudo-racismo, tendemos a nada menos do que libertar o homem-de-cor de si mesmo” (“Black Skin, White Masks”, 1956)
4. “Foram os europeus, e não os africanos ou asiáticos, que aboliram a escravatura” (historiador João Pedro Marques, in “Combates pela Verdade – Portugal e os Escravos”, ed. Guerra & Paz, 2020).
Tenham vergonha, Senhores Deputados, que a aprovaram.
(Pedro Manuel-Cardoso)
A Economia é cada vez mais a Economia da Política.
Com a expansão das “ciências sociais” dá-se o fenómeno do capitalismo marxista.
Os recém “doutores” criam empresas de consultadoria racial e sexual e dedicam-se à “reeducação” dos funcionários e trabalhadores do Estado e dos Privados que a isso são forçados.
Pior, daqui a uns 5 anos cada empresa terá de ter um certificado de “não discriminação” pago claro a uma empresa Marxista.
Viva o Capitalismo Marxista!
Ainda não chegámos aos EUA…mas não deve faltar muito:
A Administração Biden voltou às tácticas de Obama: empresas multadas pelo Estado Federal por qualquer erro ou pecadillo são “convidadas” a entrarem num acordo com o estado, por troca do valor mais baixo da punição uma parte seja dado a “organizações sociais”. Bem entendido, de esquerda.
Muito capital. Muita economia. Muito crescimento no PIB.
Nada de valor criado.
Capitalismo Marxista?
Esquisito, então o lucro deixa de ser distribuído pelo capital? Quer dizer que todo o lucro passa a ser entregue pelos próprios em benefícios da população em geral? Então, nesse caso, deixa de ser capitalismo ou seja obtenção de lucro.
É o que dá o marxismo pra o dá cá aquela palha em qualquer tipo de discussão.
O Marxismo é um instrumento para obter Poder. Se esse poder progressista chegar pela via do lucro então o Marxista deixa de considerar lucro mau quando é ele que obtém para uma boa causa, pelo menos temporariamente. Por cauda dessa “dialéctica” assassinaram milhões. Era pelo “bem”.
O próprio Estado Socialista dedica-se coercivamente a obter lucro pelo trabalho dos seus cidadãos por definição.
E desde quando o PCP ou o próprio Marx não tinham assalariados sem parte no capital, e por definição Marxista: exploração do homem pelo homem.
Mas para quem vai o lucro da aplicação do capital?
“País de bananas governado por sacanas”
D.Carlos.
É um Excelente texto! Uma boa chamada de atenção!!!
Para mim:
Isto é uma vergonha, uma mentira e os 15 milhões já se sabe vão sumir para bolsos de aldrabões e ladrões.
Que se preocupassem com a verdadeira pobreza!!!
José Santos
“associações antiracistas”…”comunidades racializadas”?.
Quais são essas associações. Quais são essas comunidades?.
-Numa primeira fase a AR (não a Sra. A. Gomes) tem que definir claramente “racismo” e essas entidades. O quê é “racismo” á face da Lei?.
-Após o que se nomearão quais as “associações antiracistas” envolvidas. E porquê, o que as qualifica para agir em nome do Estado.
-Não menos importante quais as “comunidades racializadas” que aceitam e se declaram ser assim denominadas manifestando-se abrangidas por essa futura campanha.
A alterantiva é uma boa risota sobre um problema sério. Que até existe.
António Gedeão fez mais contra o racismo do que qualquer desse bando de cretinos alguma vez fará! t/textos-analisados/32-lagrima-de-preta-d e-antonio-gedeao
http://www.guardaraia.pt/ceu/index.php/p
Obsceno e criminoso .
Mas não há Oposição naquele circo?
JSP
há, mas anda um bocado atrapalhada.
bo·do
nome masculino
Distribuição solene de alimentos, e, por extensão, de dinheiro e roupas, a necessitados.
Espero que “bodo”, palavra em desuso que também muito aprecio, escape ao acerado crivo crítico do nosso coordenador Pedro Correia.
Os deputados andam a experimentar novas drogas leves….ou voltaram á velhas barbas de milho !

A.Vieira
Nada disso. São tácticas, apenas isso, tácticas.
25 de Abril para esta merda!!!
Aturar esta gente maluca, que agora inventa racismo por todo lado, para poderem justificar a sua sobrevivência e sacar uns milhões aqueles que trabalham.
Que me perdoem todos!
Mas para ter esta democracia de fantoche,as vezes dá me vontade de dizer fascismo sempre, liberdade nunca mais.
Armando Miranda
Armando Miranda, francamente, isso não são coisas que se digam. Nem pensem.
Não entendo. O que é que “o governo que temos” tem a ver com um voto que foi aprovado na Assembleia da República? Esse voto faz uma recomendação ao governo, não é o governo quem faz uma recomendação à Assembleia. Será que o autor do post nos pretende convencer que foi o governo quem recomendou à Assembleia que lhe recomendasse fazer a campanha antirracista?
Já agora: que partidos na Assembleia votaram contra e a favor esta recomendação?
Nestes tempos difíceis reitero os meus votos de continuação de boa saúde para si, comentador Balio, e para todos os seus próximos.
Recordo-me de ler que o sempre impecável Sidney Poitier era olhado com desconfiança por parte da comunidade negra pois… mostrava-se “demasiado confortável” a conviver com a “América branca”. São – também – estas singularidades de algumas militâncias anti-racismo que alimentam o outro extremo do espectro político.
Presumo (o que li sobre Poitier foi mesmo há muitos anos) que fosse um pouco alvo das formas como foi recebido o seu personagem no mítico “Adivinhem quem vem para jantar”, filme “liberal” para os seus tempos.
Mais 15 Milhões, alho. Esse valor é em pub, para sustentar a CS.
Depois há o resto, essa publicidade não aparece feita, tem que ser paga.
Se os gajos me derem esses 15 milhões eu faço campanha anti-racista durante 1 mês com o seguinte slogan:
– Abaixo os corruptos em África e as chacinas no Cafunfo;
– Abaixo os feminista e as feministas;
– Abaixo os anti-racistas em Portugal que propagam uma ideologia racista;
– Abaixo o colonialista Costa e os neofascistas do PS/BE/PAN/Livre;
– Viva Trump e a senadora Greene.
jpt, para evitar possíveis confusões, publique o resultado da votação desta Resolução da AR Nº. 15/2021 e da Lei nº. 95/2015.
O nº 3 do artigo º. da Lei 95/2015, de 17 de Agosto, e toda a mesma Lei, foi promulgada por Cavaco Silva. no governo de Passos Coelho.
Sim, é uma tese a respeitar: a culpa é do Passos Coelho!
É impressionante como estes grupos sem practicamente nenhuma representação na sociedade civil conseguem capturar os dinheiros públicos para satisfazem as suas necessidades individuais. Não é ético, mas não deixa de ser admirável. A admiração que nos causa um insecto repugnante mas curioso (esta frase li algures num livro que não consigo precisar).
É uma vergonha este desbaratar de dinheiro no contexto actual, a pedir ajuda internacional (de recursos humanos, equipamentos e consumíveis). O racismo não se combate com propaganda ou publicidade. Apoiar os mais fracos e desprotegidos faria mais do que dar prebendas a OGMs com actuação duvidosa e com dirigentes não escrutinados e com tiques ditatoriais de se perpetuar no cargo.
Que lástima de país! Tantos parasitas a vampirarem a riqueza de quem trabalha.
Catrina Silva
Que me desculpem a inconveniência do meu comentário, mas que existe racismo em Portugal, isso existe. Pode não ser tão “descarado” como noutros países, mas existe.
O problema é que estas ONGs (ou lá que raio são) que supostamente combatem o racismo, parecem mais interessadas em promovê-lo do que em combatê-lo. E estas “subvenções” de 15 M € (Para fazer o quê, precisamente? Recebidas por quem, precisamente?) só servem para dar “munições” aos racistas.
Mas enfim…Cada um sabe as linhas com que se cose e quem se lixa é sempre o mexilhão (que neste caso, são o contribuinte, em geral, e as verdadeiras vítimas do racismo, em particular).
Agora, é esperar que venha a proposta da choruda subvenção para lutar contra a lgbtquifobia (para fazer o quê, precisamente? Recebida por quem, precisamente?).