Num mundo cheio de barulho, agitação e ruído permanente, quem fala em tom baixo e pausado rompe as normas e torna-se subversivo.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.
Num mundo cheio de barulho, agitação e ruído permanente, quem fala em tom baixo e pausado rompe as normas e torna-se subversivo.
Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana.
…cheguei a um acordo perfeito com o mundo: em troca do seu barulho dou-lhe o meu silêncio…” (R. Nassar), era a epígrafe do meu primeiro blog…
Extraordinária frase. Revejo-me muito nela.
Vou adaptá-la como lema também. Para um questionário de Proust.
Aquele que fala pouco e em voz baixa, é o que mais se faz ouvir.
Desde sempre.
Bom dia Pedro Correia
Perante certas coisas e situações, sempre tenho usado a minha sisuda cara muitas vezes com a máscara do silêncio. Não me tenho dado nada mal.
Boa semana. Saúde.
António Cabral
Faz muito bem, caro António Cabral.
Saúde para si também.
Agradeço-lhe que nunca tenha gritado aqui, meu caro.
Rompe as normas, traz alguma paz e não é subversivo. Em geral, é bem vindo, refresca.
Cada vez mais.
Alguns leitores comentam aos berros, usando só letras maiúsculas.
Coisa detestável.
Quem fala em tom baixo e pausado não se torna subversivo torna-se discriminatório, coitadinhos dos surdos…
Recomendo Sonotone.
Se for caso disso, Multiópticas.
E, havendo necessidade, também Tampax.
Tá bem tá, só em publicidade eu imagino o dinheiro que você deve arrebanhar.
Pr’ò Tampax então, nem imagina…
Há, ainda, o chamado “silêncio ensurdecedor”, quase sempre com muito efeito.
Quem escreve esses chavões, muitas vezes, nem faz ideia do que pretende dizer.
Onde anda o lavoura que tem estado em silêncio.
Está a cumprir o meu pensamento da semana.
Que, para ele, é o Mandamento da Semana.
Falou-se dele – e ele logo apareceu.
Aqui no andar de baixo.
Mas atualmente ainda se fala? Eu diria que atualmente as discussões se fazem por escrito, nas redes sociais…
Quem está na bolha só trava diálogos mudos. Parece ser o seu caso.
Hoje num Centro de Saúde no 4º andar de uma Avenida com 2 palmos de porta aberta, um ruído irritante e cansativo. 15 minutos bastaram.
Sei muito bem o que isso é, Maria.
Hoje não há sítio nenhum sem barulho por todo o lado. Começando por aquilo a que alguns se atrevem a chamar “música”.
Nem na praia estamos livres dessa praga.
Se pensarmos bem, são cada vez mais raros os momentos em que conseguimos usufruir desse precioso bem que é o silêncio.
Falar em tom baixo e pausado é sinal de querer ser ouvido. E, saber ouvir é um acto que pouco se observa em quem fala alto e depressa.
Atentamente
Rui Silva
Penso o mesmo.