Foi uma grande vitória do Bloco. Israel ficou apenas em primeiro. Imagine-se até onde poderia ter chegado sem o boicote. Gosto do cartaz. Tem o vermelho e o verde nacionais, mas esborratados e com alguma falta de tinta, e uma figura andrógina a berrar para um megafone. Pode ser um bloquista barrigudo, uma bloquista com as mamas descaídas, ou a Catarina Martins preparada para limpar o pó.
Muito bem, muito bem. Também os meus parabéns ao BE. Este tema merece uma abordagem científica. Para isto estou cá eu, um ser divino.
Devo confessar-vos, tenho somente conhecimento de uma israelita ter ganho um festival que parece ter sido realizado em Portugal. Não sei mais do que isto, na medida em que estive a desenvolver uma actividade psicossocial – que o BE designaria por piropo – com uma garina muito avançada civilizacionalmente; e, segundo os entendidos confusos do momento, foi vista, ou apareceu, ou fruto de alucinações, em Fátima a 13 de Maio de 1917.
Na leitura que faço da produção literária destes entendidos confusos, o problema reside na semântica, isto é, na visão, na aparição ou na alucinação. Aqui chegado, poder-se-á concluir que a mensagem que a garina, que é conhecida por Nossa Senhora, veio trazer não está em questão. O problema é outro, prende-se com os sentidos e os órgãos dos sentidos.
Mais ainda, e segundo os entendidos confusos, é de uma atroz falta de respeito pela humanidade que a garina ainda não tenha sido vista no youtube. Bem, a este respeito, quero sinalizar aqui algumas visões, ou alucinações ou aparições captadas por uma câmara, ficando a aguardar pelos comentários científicos: https://www.youtube.com/watch?v=WdhOGlHYEGU
Continuando na ciência: uma nova lei da matança vai ser debatida a 29 de Maio. Lei esta proposta pela esquerda coitadinha modernista, onde se inclui o PS, que passou a ser um Post Scriptum na politica subversiva dos também coitadinhos modernistas; e, segundo presumo, aqui não existem visionários, alucinados ou aparecimentos, mas iluminados que advogam uma morte brilhante onde, para eles, há escuridão. Em resumo, um novo sol se levanta e brilha miraculosamente no seio destes devotos religiosos.
Finalizando a ciência: a garina que ganhou o festival é israelita, não é o governo de Israel. É uma garina da cultura. Será que preciso fazer-vos um desenho? Convido-vos a um momento de reflexão junto de uma alucinação mundial: https://www.youtube.com/watch?v=EklRhB0JhyY
Mais não fizeram que assumir publicamente que o Festival sempre foi mais sobre política do que sobre música, sem desprimor para os nossos Embaixadores de carreira. Carreira musical, obviamente.
Desconhecia o cartaz, mas foi uma atitude bonita. Espero que os nossos vizinhos australianos tenham percebido o gesto e lhes fechem as fronteiras.
Agora a sério, e que tal assumirmos que o Festival é uma treta desde a escolha dos participantes à escolha do júri; que não representa a música de nenhum país, mas antes defende um género musical uniforme conhecido como “festivaleiro”; que sempre foi usado pela maioria dos países para manifestar simpatias; que é uma oportunidade tão boa como qualquer outra para transmitir mensagens políticas?
O voto dos telespectadores veio despolitizar um bocado o processo. Mas não todo.
“Agora a sério, e que tal assumirmos que o Festival é uma treta desde a escolha dos participantes à escolha do júri; que não representa a música de nenhum país, mas antes defende um género musical uniforme conhecido como “festivaleiro”
A vitória de Salvador Sobral, dos Lordi, ou dos Secret Garden são disso prova
Lordi – Hard Rock Hallelujah (Finland) 2006 Eurovision Song Contest Winner.
Faça o apanhado de 63 edições. Houve excepções à música festivaleira. Pouquíssimas, mas houve. Como disse, faça o apanhado. E depois conte como foi, se sobreviver…
Quanto aos sistemas de apuramento que surgiram na década de 90, incluindo a criação do então clube dos “big four” e agora “big five”, ou à alteração que sofreram este ano, tendentes a evitar as votações por bloco geográfico e evitar o não-apuramento dos maiores financiadores, são eles mesmos o argumento que sustenta a afirmação que fiz sobre o cariz político do Festival. Porque existiam antes, mas muito mais disfarçados 🙂
Perceberam, finalmente, porque é que Salvador Sobral ganhou?… Pelas mesmas razões que este ano ganhou Israel… Com uma canção que S.S. disse que detestava… eh eh eh…
Convido-o ainda a dar os parabéns ao povo palestiniano. É que a forma como o estado fascista de Israel resolveu celebrar devia ser condenada por qualquer democrata.
Não vi, mas gosto de saber. É um sinal.
Eheheh. Bestial.
Foi uma grande vitória do Bloco. Israel ficou apenas em primeiro. Imagine-se até onde poderia ter chegado sem o boicote.
Gosto do cartaz. Tem o vermelho e o verde nacionais, mas esborratados e com alguma falta de tinta, e uma figura andrógina a berrar para um megafone. Pode ser um bloquista barrigudo, uma bloquista com as mamas descaídas, ou a Catarina Martins preparada para limpar o pó.
sempre patetas
E para o ano o festival será em Israel. Veremos então o Bloco boicotar a participação portuguesa?
Que estupidez!
Obrigado mais uma vez pelo post genial.
Quando é o que Bloco boicota o Bloco?
AMendes
Muito bem, muito bem. Também os meus parabéns ao BE. Este tema merece uma abordagem científica. Para isto estou cá eu, um ser divino.
Devo confessar-vos, tenho somente conhecimento de uma israelita ter ganho um festival que parece ter sido realizado em Portugal. Não sei mais do que isto, na medida em que estive a desenvolver uma actividade psicossocial – que o BE designaria por piropo – com uma garina muito avançada civilizacionalmente; e, segundo os entendidos confusos do momento, foi vista, ou apareceu, ou fruto de alucinações, em Fátima a 13 de Maio de 1917.
Na leitura que faço da produção literária destes entendidos confusos, o problema reside na semântica, isto é, na visão, na aparição ou na alucinação. Aqui chegado, poder-se-á concluir que a mensagem que a garina, que é conhecida por Nossa Senhora, veio trazer não está em questão. O problema é outro, prende-se com os sentidos e os órgãos dos sentidos.
Mais ainda, e segundo os entendidos confusos, é de uma atroz falta de respeito pela humanidade que a garina ainda não tenha sido vista no youtube. Bem, a este respeito, quero sinalizar aqui algumas visões, ou alucinações ou aparições captadas por uma câmara, ficando a aguardar pelos comentários científicos: EGU
https://www.youtube.com/watch?v=WdhOGlHY
Este é para ser visto com legendas: p7w
https://www.youtube.com/watch?v=t9Dy_sc4
Mais uma: OoI
https://www.youtube.com/watch?v=fyyII4Tf
Finalmente, o milagre por intercessão dos pastorinhos de Fátima e o comentário do médico assistente: Edo
https://www.youtube.com/watch?v=JFdSiEVb
Continuando na ciência: uma nova lei da matança vai ser debatida a 29 de Maio. Lei esta proposta pela esquerda coitadinha modernista, onde se inclui o PS, que passou a ser um Post Scriptum na politica subversiva dos também coitadinhos modernistas; e, segundo presumo, aqui não existem visionários, alucinados ou aparecimentos, mas iluminados que advogam uma morte brilhante onde, para eles, há escuridão. Em resumo, um novo sol se levanta e brilha miraculosamente no seio destes devotos religiosos.
Finalizando a ciência: a garina que ganhou o festival é israelita, não é o governo de Israel. É uma garina da cultura. Será que preciso fazer-vos um desenho? hyY
Convido-vos a um momento de reflexão junto de uma alucinação mundial:
https://www.youtube.com/watch?v=EklRhB0J
Hoje dia 13 é dia de Aparições ou de Alucinações?
Meu caro, hoje é dia de celebração: uns celebram aparições e outros alucinações. Isto é verdadeiramente democrático.
Mais não fizeram que assumir publicamente que o Festival sempre foi mais sobre política do que sobre música, sem desprimor para os nossos Embaixadores de carreira. Carreira musical, obviamente.
Desconhecia o cartaz, mas foi uma atitude bonita. Espero que os nossos vizinhos australianos tenham percebido o gesto e lhes fechem as fronteiras.
Agora a sério, e que tal assumirmos que o Festival é uma treta desde a escolha dos participantes à escolha do júri; que não representa a música de nenhum país, mas antes defende um género musical uniforme conhecido como “festivaleiro”; que sempre foi usado pela maioria dos países para manifestar simpatias; que é uma oportunidade tão boa como qualquer outra para transmitir mensagens políticas?
O voto dos telespectadores veio despolitizar um bocado o processo. Mas não todo.
“Agora a sério, e que tal assumirmos que o Festival é uma treta desde a escolha dos participantes à escolha do júri; que não representa a música de nenhum país, mas antes defende um género musical uniforme conhecido como “festivaleiro”
A vitória de Salvador Sobral, dos Lordi, ou dos Secret Garden são disso prova
Lordi – Hard Rock Hallelujah (Finland) 2006 Eurovision Song Contest Winner.
https://youtu.be/gAh9NRGNhUU
Nocturne – Secret Garden – Norway 1995 – Eurovision songs with live orchestra
https://m.youtube.com/watch?v=6qqOI04uo_ c#
Faça o apanhado de 63 edições. Houve excepções à música festivaleira. Pouquíssimas, mas houve. Como disse, faça o apanhado. E depois conte como foi, se sobreviver…
Quanto aos sistemas de apuramento que surgiram na década de 90, incluindo a criação do então clube dos “big four” e agora “big five”, ou à alteração que sofreram este ano, tendentes a evitar as votações por bloco geográfico e evitar o não-apuramento dos maiores financiadores, são eles mesmos o argumento que sustenta a afirmação que fiz sobre o cariz político do Festival. Porque existiam antes, mas muito mais disfarçados 🙂
(E, convenhamos, a dos Lordi é festivaleira, apesar de um ou outro acorde a fingir-se hard e os adereços à la Progressiva dos anos 70 só que não)
Perceberam, finalmente, porque é que Salvador Sobral ganhou?… Pelas mesmas razões que este ano ganhou Israel… Com uma canção que S.S. disse que detestava… eh eh eh…
Tal como se ocupou a Alemanha…
O Bloco de Esquerda odeia Israel como ícone do Ocidente, não apoia os Palestinianos. Se não existisse Israel não existiriam Palestinianos.
A disputa é pelo território e historicamente os palestinianos têm tanto Direito a ela como os israelitas.
Convido-o ainda a dar os parabéns ao povo palestiniano. É que a forma como o estado fascista de Israel resolveu celebrar devia ser condenada por qualquer democrata.