
Não deixa de ser irónico que um Executivo do PS apele todos os dias ao “distanciamento social” – expressão criada por alguma luminária imersa na bolha de São Bento, talvez por tradução apressada do “amaricano”, e que logo pegou como labareda em palha seca.
É uma imbecilidade confundir distância física – por imperativo sanitário – para travar a expansão da pandemia com o tal “distanciamento social” que se apregoa. Não tem de haver “distanciamento social” nenhum. Aliás a simples comunicação por telefone, videochamada ou até de varanda para varanda ou de uma janela para a rua anulam de imediato essa distância. E muito bem. Porque em tempos difíceis e duros como este a última coisa que se deseja é “distanciamento social”.
Estranho é que o último a perceber isto seja um Governo que se proclama socialista.

Ora lá está!
Cumpts.
Ora muito bem. Registo com agrado e sem surpresa esta sintonia. iario-do-coronavirus-5-11445841?thread=9 1854161#t91854161
Já em 29 de Março eu me insurgia aqui no DELITO contra esta absurda expressão que passou a usar-se até à náusea:
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/d
Bom dia Pedro Correia
Antes de mais que esteja tudo o melhor possível consigo.
Atrevo-me a presumir que, genericamente, concordará comigo – a mediocridade e a imbecilidade continuam a primar.
Boa semana. Saúde.
António Cabral
Concordo consigo, caro António Cabral. Boa semana para si também.
Distanciamento social saudável era colocar-lhes uma mordaça.
Alguns nem assim. Só com nicabe. Ou com burca (unissexo, pr’à menina e pr’ò menino.)
Eu cada vez mais prefiro o distanciamento socialista, ao distanciamento social… e pensar que não foi sempre assim….
Bem visto. Em Português acho que distância de segurança é o melhor.
Em Brasileiro não sei.
Talvez distância bolsonárica.
Gosto particularmente do dever cívico de recolhimento domiciliário.
Excepto para trabalhar.
“Dever cívico de recolhimento domiciliário” é, na verdade, expressão que não lembraria do Dom Fuas.
Nem sequer ao cavalo dele.
Proibição de eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas.
Vou procurar o “excepto se…”
Se for da CGTP nem precisa de procurar.
Distância Espirrótica também não era mau. Arriscaria mesmo dizer que Intervalo Tussídico também não ficava mal (pelo menos o Elviramonte haveria gostar dos ecos normalizados a que esta alude)
Mas, helás, acredito que as forças de segurança nunca abdicariam de usar no seu linguajar de relatório as “segregações estomato-respiratórias dos transeuntes”
Desde que o fisco (ou uma das Mortáguas; assumindo que há diferença) não invente uns agravamentos de impostos, ou novas taxas, em função do alcance das emissões resultantes das esternutações e contracções espasmódicas da cavidade torácica de cada um…
Costa
Meu caro, não precisa de lhes dar ideias. É gente muito criativa nessa matéria.
Na minha opinião,
o distanciamento social vai promover a produtividade empresarial , pois acabam-se as inutilidades de certas conversas e abraços fúteis.
O covid promove o medo a desconfiança, e em certa medida eleva o individualismo produtivo.
O distanciamento social pode ser a salvação do tecido empresarial.
Tó
Sobretudo para a indústria e o comércio de máscaras, viseiras e luvas.
Junte-se a isso a infundada medida do uso de máscaras pela população.
O uso de máscaras generalizado pela população (excepto pelos profissionais de saúde) voltou a ser recusado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a 06 de Abril de 2020, por as mesmas serem ineficazes na protecção contra a contaminação; as máscaras servem somente para proteger os doentes/pacientes das gotículas de saliva dos profissionais de saúde que possam eventualmente cair ou ser expelidas:
– Conselhos sobre o uso de máscaras no contexto do COVID-19 (Advice on the use of masks in the context of COVID-19, 6 April 2020)
https://www.who.int/publications-detail/a dvice-on-the-use-of-masks-in-the-communi ty-during-home-care-and-in-healthcare-se ttings-in-the-context-of-the-novel-coron avirus-(2019-ncov)-outbreak
A desinformação por parte da população sobre este assunto, está a ser aproveitada pelos governos e entidades para servir outros interesses inerentes a uma agenda política e económica ao mesmo tempo que dá a ideia aos cidadãos de uma ilusória segurança através do uso de máscara e luvas, ou seja o chamado efeito placebo.
mais um socialista e a sua Bíblia da OMS. vá ver as estatísticas dos países que mandaram os conselhos da OMS às urtigas. se Portugal é um milagre eles são o segundo advento.
qual é o problema? achatamento da curva é bem mais ridículo, e impactante, e disruptivo, e uma paródia de outros termos que a comunicação social replica como papagaios.
é por isso que temos inadequado e desadequado, e um destes dias impróprio e despróprio.
José de Bêtum
Quem poderá afirmar que não é mesmo o que esta malta pretende: distanciamento social. Eles são únicos. O ´resto´mantenha-se à distância. Social, claro!
Jamais haveremos de ouvi-los apregoar o “distanciamento fiscal”.
Tudo menos isso.
“
O Instituto da Mobilidade e dos Transportes é, a partir de hoje, a autoridade competente para aplicar multas a quem incumprir a obrigatoriedade de uso de máscaras ou viseiras em transportes coletivos de passageiros, segundo um despacho publicado.
“
Isto sim.
Hoje passavam directos no cais do Sodré, a malta mascarada (afinal, não é 25 de Abril), porém, uns andavam de máscara mas com o nariz de fora (levam multa total ou parcial?), outros constantemente a puxar a máscara para cima com os dedos (infectados?).
Entretanto, assuntos menos relevantes: os transportes estão preparados para manter a qualidade, de acordo com as novas regras de lotação?
Claro que não.
Uma coisa é a propaganda, outra (bem diferente) é a realidade.
É claro que não,
então no inverno, quem é que não gosta de andar de transportes públicos à pinha todos juntinhos e quentinhos.
Até este calor humano nos querem tirar.
Quando chegar o ar condicionado, potenciador desta bicharada, é que vai ser fresco…
Uma grande verdade e um verdadeiro perigo.
Um perigo em todo o lado, desde logo em quase todos os locais de trabalho e nos transportes públicos.
Juro que não sei se ria se chore. Enfim…
https://www.publico.pt/2020/05/04/polit ica/noticia/ferro-rodrigues-determina-ut ilizacao-obrigatoria-mascara-assembleia-r epublica-1915025
Dá vontade de lhe pôr não máscara mas mordaça.
Bem observado!
Um oxímoro, Teresa. Ridículo.
Porque é da mais elementar justiça, louvo a postura dos sportinguistas, digna gente de vistas largas.
Muito antes das medidas agora decretadas, já a verde nação se antecipara promovendo o distanciamento social nos jogos do Sporting. Um quarto de casa, assim medido por avançado.
A bem da Nação,
ruge o indómito Leão!
Se futebol é diversão,
responsabilidade é obrigação.
Já os que invadiram Alcochete iam devidamente protegidos com máscaras sociais.
Só faltou desinfectar o cinto antes de acertar no Dost.
Vocês só pensam em dar chutos. Prova de que a bola é uma droga dura.
Por acaso sinto falta de uma boa futebolada. De jogar, não ver.
Não me vejo é a desinfectar a bola antes de cada lançamento lateral.
Não deve dar jeito nenhum jogar de máscara. Aquilo com o suor começa a empapar-se na cara e torna-se um instrumento de tortura.
Pior ainda é a necessidade de manter “distanciamento social”, como as luminárias oficiais apregoam. Jamais jogar a menos de dois metros do adversário.
E há, enfim, que evitar em absoluto cuspir para a terra ou o relvado – algo tão habitual em jogos de futebol, incluindo ao mais alto nível.
Uma cuspidela dá cartão amarelo. À segunda, é cartão vermelho.
Vamos lá ver é se estas autoridades e normas extraordinárias desta nova desaparecem quando desaparecer o vírus… Tenho as minhas dúvidas porque estes gajos são meio-fanáticos e meio-venezuelanos, sobretudo lá com aquele Pedro Nuno Santos a mostrar a massa da qual é feito. Será tudo para o nosso bem, claro, pode vir outro bicho a seguir.
Já estamos numa ditamole. Portugueses não durmam ou acordaremos numa ditadura.
Não tarda nada este ministro dá dois berros ao vírus, exigindo-lhe que se «ponha fino». Até as perninhas do Covid vão tremer…
Esse Pedro Nuno Santos é uma bela encomenda…
Ora cá está!
46 anos passaram e até parece que já faltam poucos para uma data limite.
Mesmo sem tempo de validade, vão tentando travar o que já é irreversível.
Seja emboçado de escriba de ponta fina, com tiques de saudades do simbólico homem do mar que desde a última vez que lá esteve foi a última vez que lá foi, do sim senhor sempre a dormir que nem as cheias de 1967 o acordou.
Os tiques também são devidos à falta de hábito de viagens, convívios com as pessoas, discursos de improviso, de eleições gerais de quem quer que seja se apresente ao sufrágio e já não haver pretinhos para a tropa ir tomar conta eles.
Do mais, é uma chatice isto de gozar com o PR que ganha eleições sem ser preso e obrigado a confessar soldo de que potência estrangeira anda a conspirar, que se ao menos fosse um rei sempre ficava entre famílias e não havia problemas.
Que chatice ter morrido pouco gente com a treta do covid, ou vendo bem as coisas é melhor começar já uma acção estilo casa pia para haver muitos (e os mesmos) culpados da falta de mortos.
Embuçado. Agora é o que mais há por aí. Até no parlamento. Apesar de o presidente da AR ter jurado, a 21 de Abril, que não queria nada disso.
A jura durou 13 dias.
Esta é das tais. afinal é embuçado com um emboço, ou emboçado com um embuço.
Mas no caso, o emboço não é um tapa a cara é antes o esconder-se para não levar na cara.
Convém não tapar a cara com emboço.
E sem rebuço.
O Socialismo é coercivo por natureza, logo é tudo menos Social.
Um tipo que abre uma loja onde só compra quem quer é Social.
Já no Socialismo é se obrigado a comprar na loja.
lucklucky