
No sistema internacional, por vezes, as relações pessoais entre líderes contam muito/Foto: Evan Vucci/AP
Por mais que custe a admitir aos opositores e detractores de Donald Trump, e independentemente do parco conteúdo da declaração conjunta da cimeira de Singapura e do inexistente “road map” a ser seguido nos próximos tempos, ao fim de várias décadas de gelo diplomático entre os EUA e a Coreia do Norte, seria sempre preferível ter um encontro amigável de alto nível, mesmo que inócuo, do que não ter nada e manter-se o clima instável e volátil que se vinha sentindo nos últimos meses entre Washington e Pyongyang. A guerra de palavras entre Trump e Jong-un tinha escalado para níveis nunca dantes vistos nas relações internacionais entre dois chefes de Estado, mas o problema maior tinha a ver com o processo nuclear norte-coreano que, apesar de tudo, foi fazendo o seu caminho, com testes atrás de testes e lançamentos atrás de lançamentos. Se a Coreia do Norte continuasse a seguir este caminho, seria muito provável que viesse a conseguir dotar-se de uma capacidade plena e eficaz nuclear, quer ao nível dos seus vectores de lançamento, quer na miniaturização das respectivas ogivas. Até ao momento, daquilo que se foi sabendo, ainda havia muito trabalho a fazer, mas algum dia esse percurso teria que ser travado… diplomática ou militarmente. Sendo a capacidade nuclear um factor de poder enormíssimo na hierarquia dos Estados no sistema internacional, uma coisa é Washington negociar com Pyongyang nesta fase, outra coisa seria um líder americano sentar-se à mesa com o seu homólogo norte-coreano numa altura em que este país já fizesse parte do exclusivo “clube” das potências nucleares. Aqui, as condições de negociação seriam certamente outras.
Trump deslocou-se a Singapura numa altura em que a Coreia do Norte ainda está longe de ser reconhecida como uma potência nuclear, com capacidade para militarizar a tecnologia até agora desenvolvida. Ainda não alcançou o estatuto de países como a Índia, o Paquistão ou Israel. Mas para lá caminha(va). Mais, Trump foi até Singapura com a certeza de que a Coreia do Norte está desesperadamente à procura de recursos financeiros (e outros) para colmatar a “falência” daquele país. Tudo na Coreia do Norte é uma ficção, uma ilusão, excepto a crise humanitária que aflige milhares de pessoas em proporções que, na verdade, não são verdadeiramente conhecidas.
Além disso (e isto em política internacional é muito importante), nota-se uma ânsia de diálogo e abertura por parte do líder Kim Jong-un. Não quer dizer necessariamente que seja uma vontade de suavizar o regime ou de “abrir” a sociedade, mas, para quem tem acompanhado com alguma atenção o percurso deste jovem líder, constata que há em si um ímpeto para ir além-fronteiras e estabelecer pontes com outros países e governantes. Às vezes quase que parece uma criança num loja de chocolates quando se confronta com a novidade. Parecem pormenores, mas, num regime unipessoal como é o da Coreia do Norte, estas matérias de personalidade podem fazer toda a diferença nos desígnios de uma nação.
Trump poderá estar certo quando diz que sentiu da parte do seu interlocutor vontade genuína para negociar. Resta saber o que será negociado e em que condições. Para já, pouco se sabe, mas presume-se, caso a cimeira tenha sido bem conduzida os seus protagonistas bem assessorados, que tenham sido estabelecidas as metas, os grandes objectivos políticos a serem alcançados. É para isso que servem estes encontros. Depois a forma de como lá se chega, concessão aqui, concessão ali, é um trabalho de bastidores, de muita paciência e, sobretudo, confiança entre as partes.
Se for verdade aquilo que Trump tem anunciado nestas últimas horas, então o mundo deve congratular-se pelo facto de aqueles dois líderes terem definido a “desnuclearização da Península da Coreia” como o principal objectivo. Provavelmente, os EUA terão que pagar um preço muito elevado como contrapartida, mas, a médio e a longo prazo, quem sabe se Washington não terá na Coreia do Norte um gigantesco receptor de ajuda financeira, à semelhança do Egipto e da Jordânia, países que, apesar das suas diferenças religiosas, culturais e políticas, se mantiveram sempre como preciosos aliados da Casa Branca.
Para já, e por mais disparates e erros que Trump tenha feito nos últimos meses e ódios que suscite, este esforço diplomático merece ser reconhecido e é por isso que ainda esta semana o insuspeito Nicholas Kristof escrevia que os democratas no Congresso não deveriam adoptar a mesma atitude dos republicanos e criticar por criticar a iniciativa do Presidente americano. Porque, neste momento, é do interesse de todos que esta jogada arrojada de Donald Trump se revele certeira.

Por mim até aplaudo a atitude de ambos; mas estou longe de reconhecer qualquer esforço a Trump ou a Kim Jong-un.
Foi o desfecho esperado depois das poucas mas nada fracas intervenções de Putin e de Jinping.
Concordo com Alexandre Guerra, foi uma muito boa notícia. Claro que os anti-Trump radicais não o vão reconhecer, embora neste caso o que devia fazer-nos desconfiar não é Trump mas sim Jong-Un, un ditador totalitário que escraviza o seu povos e passou os últimos tempos a ameaçar guerra. Que ele seja todo sorrisos é que me parece uma hipocrisia vergonhosa e muito de desconfiar. Foi ele quem ganhou quase tudo nesta encenação em Singapura – imagem, reconhecimento, legitimação, simpatia (!!!). É raro um ditador, que não fica atrás de Mussolini, Mao, ou Salazar, ter semelhante oportunidade de se mostrar e vangloriair perante o mundo na pessoa do presidente dos EE UU. E ser convidado para a casa Branca ?? Ó sr. Trump, vamos lá a ver, não exagere ! Jong-Un não é um menino de coro, nem um rocket mas, é um di-ta-dor. Como Erdogan ou Ali Khamenei. A Coreia do Norte é bem pior do que Cuba, que o sr. Trump não trata com tais salamaleques.
“O meu botão nuclear é maior que o teu”
Cada vez me convenço mais que a Onda de Calor entre Trump e Kim foi uma finta bem feita sobre a Opinião Pública mundial, servindo maravilhosamente a ambos – A Coreia do Norte não poderia continuar por muito mais tempo com o embargo, sem haver um colapso do sistema, e Trump necessitava de uma manobra deste quilate para desviar de si os binóculos da indignação e que lhe servisse, posteriormente , como boneco para a próxima campanha eleitoral. Mas alguém acredita que este Acordo foi uma vitória do jeito diplomático de Trump? Ou que o Acordo vá obrigar Pyongyang a fazer algo que contrarie os desígnios de Kim para a Coreia?
A China salvou a ditadura coreana, mantendo estável, politicamente, a zona. A Rússia faz o seu trabalho para que Trump ganhe as próximas eleições, ao mesmo tempo que dá a entender que as ditaduras funcionam, diplomaticamente, melhor que as democracias frouxas da Europa ( com a ajuda americana).
O mundo caminha para o fim da globalização e quem mais lucrará serão os gigantes (Alemanha incluída) económicos.
Deus te oiça, capitão!
Kim= Marionete de Xi Jinping
Trump = Marionete de Vladimiro
Europa= Teatro de Sombras.
entre Trump e Jong-un
Porque é que designa o líder americano pelo apelido mas o líder coreano pelo nome próprio?
Ou bem que diz “Donald e Jong-un”, ou bem que diz “Trump e Kim”.
Então por que caraças é que você diz António Costa* e Cavaco Silva?
* “O Chamuças” para os amigos
Deve ser pela mesma razão pela qual há um jogador que no Real Madrid é designado pelo seu primeiro nome próprio Cristiano, na seleção nacional é designado pelo seu segundo nome próprio Ronaldo, mas em nenhum lugar é conhecido pelo seu apelido Aveiro.
O V. não perdoa duas…
Uma, ao conhecimento Reader’s Digest, tão legítimo como outro qualquer no que à onomástica internacional respeita;
Outra, ao António Costa, que assim se torna mais apetitoso.
(Na mesma lógica da pergunta e da resposta, gostaria de saber o nome dado pelos amigos do Aníbal ao Cavaco Silva. Mas pelos amigos próximos, que eu sou amiguinha mas vivo longe e não tenho facebook, e a última vez que o vi foi pela televisão – cujo sinal não devia estar bom porque apareceu uma imagem às faixas).
Tudo na Coreia do Norte é uma ficção, uma ilusão, excepto a crise humanitária que aflige milhares de pessoas em proporções que, na verdade, não são verdadeiramente conhecidas.
Esta frase parece-me auto-contraditória. Diz que é tudo uma ilusão exceto uma coisa, mas que essa coisa também não é bem conhecida.
A Coreia do Norte teve grandes problemas de fome há duas décadas, fruto de más colheitas. Mas de então para cá já muito tempo decorreu e muitas circunstâncias se terão modificado. Nada nos garante que neste momento ainda haja fome (ou qualquer crise humanitária de outra natureza) na Coreia do Norte.
Kim Jong-un começa a correr o risco de um destino igual ao de Khadafi.
Esse é o problema de os EUA terem ignorantes e incompetentes como a Hillary Clinton e Obama.
Tão elogiados pelos especialistas.
E depois temos escumalha como lucklucky que critica Hillary Clinton e Obama ao mesmo tempo que está de rabinho voltado para um wannabe ditador que se refere à escumalha neonazi do seu país como “very fine people”.
Eu punha Clinton, Obama, Trump e lucklucky todos no mesmo asilo mental.
Típico Marxista, mandar de quem discorda para o “asilo mental”.
“….é por isso que ainda esta semana o insuspeito Nicholas Kristof escrevia que os democratas no Congresso não deveriam adoptar a mesma atitude dos republicanos e criticar por criticar a iniciativa do Presidente americano…”
E tivemos a mensagem subliminar falsa.
Todos devem apoiar Trump.
Incluindo eu?
Ainda é cedo para reconhecer o legado de Trump, mas a economia tem crescido, a importante questão do controle de armas parece estar realmente na agenda política, e, evidentemente, o mundo ainda cá está. Para grande desgosto de Rachel Maddows.
Qual foi o legado de Obama? Tirando o “cool black guy”. A Primavera Árabe? O maior número de vítimas civis por ataques de drones? O deixa-andar que quase levou a uma guerra sino-nipónica? A anexação da Crimeia? Um clima de violência racial quase inédito nos EUA? A total submissão a Wall Street? A história o dirá, mas considero-o uma lástima.
Reagan, o actor de segunda, derrubou o muro de Berlim e reunificou a Alemanha. Se Trump conseguir dar o primeiro passo para a reunificação da Coreia será um feito mais digno do Nobel da Paz que deram a Obama. Estas coisas levam tempo, mas é preciso começar. Coisa que o outro não fez. Está agora na Netflix, num reality show. Hum…
“Reagan, o actor de segunda, derrubou o muro de Berlim e reunificou a Alemanha” Derrubou ou teve a sorte de ter caído durante o seu mandato? E unificou o quê? Poderemos dizer que Marcelo Caetano acabou com a guerra colonial ou teve a sorte de acabar durante o seu mandato?
A noção de causa e efeito é tramada. Por isso não existe na Teoria da Relatividade.
Típico. Foi Reagan que demonstrou à União Soviética que não tinha solução.
Foi Reagan e muitos europeus que responderam aos SS-20 apontados à Europa com mísseis de cruzeiro e Pershing II.
Agora descubra lá o que o Pershing II tinha de especial.
Em Portugal nessa altura apareceu o Partido Ecologista os Verdes para defender os SS-20.
Fosse Reagan um líder certificado pelos “especialistas” e estaria a lamber as botas aos Comunistas.
E não nos esqueçamos do que nos diziam os jornalistas e comentadores repetidamente que Reagan estava ao serviço do lobby do armamento… Mas aumentou os gastos militares e permitiu a redução dos gastos militares…
Onde, na Teoria da Relatividade (e qual delas, especial ou geral) é que não há causalidade?
Se a Seta do Tempo não tem sentido, na Relatividade, permitindo por isso a viagem no Tempo, um efeito (ex: filho), pode matar o pai (causa)
Caro Meister Von Kälhau, para viajar no tempo (no quadro matemático da teoria) teria de atingir velocidades superiores a c, e esse é um limite definido na própria teoria. Outro limite é o aumento da entropia. O tempo tem uma direcção. Stephen Hawking demonstrou que também tem uma componente complexa, mas isso não altera o facto. Noutro quadro matemático talvez. Noutra dimensão.
Mas não foi isso que perguntei (ao anónimo). Eu estou sempre disponível para aprender, e já agora gostava que ele explicasse onde nas 10 equações de campo que definem a Teoria da Relatividade Geral está uma prova de violação da causalidade. Que nunca ninguém viu. O facto de muitas equações serem temporalmente invariantes não significa que a realidade o seja – por causa da entropia.
E já agora, Marcello Caetano já tinha sido destituído quando terminou a guerra colonial. Parafraseando o outro, façam o trabalho de casa, um cretino informado é um cretino melhor.
António, se t está elevado ao quadrado na maioria das funções matemáticas, o tempo não conhece um sentido (não existe tempo negativo – passado- nem positivo – futuro… ou seja podemos andar para trás e um efeito ser causa da sua causa)….num tempo limitado, como o nosso, humano, essas observações seriam impossíveis, mas num período de tempo “infinito” – milhares de milhões de anos- poderíamos ver uma causa, tornar-se o efeito do seu efeito primeiro
Ex: Teoria de Expansão e Retração Universal – Universo Eterno Dinâmico
http://www.europa-america.pt/product_inf o.php?products_id=3076?osCsid=7j57h4f8d2 lb62vbaiaco6lk21
O aumento de Entropia é contrabalançado com o Aumento de Informação do Sistema Complexo – usa a entropia para gerar a sua própria Ordem, através do aumento da Informação/Cibernética do próprio Sistema.
Caro Meister, obrigado por responder pelo anónimo. O livro que me recomendou deve ser interessante. Mas é uma obra de divulgação, não espero nada conclusivo.
Recordemos como começou esta conversa: “A noção de causa e efeito é tramada. Por isso não existe na Teoria da Relatividade.”.
Já vai o Meister na Teoria da Informação. De facto parece que são precisos mais bits para descrever a posição num sistema com pouca entropia do que um com muita entropia – por exemplo gelo / água / vapor. Mas isso é Teoria da Informação, não da Relatividade. E não está comprovado que seja assim, uma vez que o objecto de maior entropia conhecido no universo pode ser descrito com apenas 3 parâmetros.
No que diz respeito à seta do tempo, volto a referir: o facto das equações serem temporalmente invariantes não implica que a realidade o seja. Você refere t^2 e acho que percebo o seu erro, mas nas equações de movimento em aceleração é um contra-senso ir buscar a raíz quadrada negativa de t – não há aceleração negativa.
Se está mesmo interessado em aprofundar o tema, como mo expôs, procure ler sobre álgebras não-comutativas (se calhar já leu). Mas isso já é areia demais para a minha camioneta.
Abraço.
Há aí um enorme esquecimento: acordos e degelo com Cuba e Irão. Coisas com que Trump quer acabar. Dá uma coisa com uma mão e tira duas com a outra.
Trump sabe o que quer em matéria económica, e vai ser bem sucedido. A questão Coreana, e o facto destes dois se encontrarem, vem realçar o que aqui em tempos pronunciei:
A Coreia do Norte tinha de ser chamada ao palco da comunidade internacional.
Porém aborda um tema de extraordinária importância no contexto, que é a “desnuclearização da península”.
Estou em crer, é uma análise baseada somente no método dedutivo, que Trump terá intuído não ser uma atitude muito positiva, até mesmo para os USA, exigir somente a desnuclearização da Coreia do Norte.
Os USA, por terem arsenal nuclear na Coreia do Sul, e ao falarem agora na “desnuclearização da península coreana”, terão decidido, para não o fazer, investir na política de uma relação mais amistosa que retire a necessidade a Kim de ter de justificar a miséria em que vive seu povo pela também necessidade de salvaguardar a nação de uma ameaça estrangeira, que até é verdadeira.
Como a cimeira de Singapura foi feita somente para a foto, pois as negociações decorrem em segredo com outros interlocutores a mando destes, é de esperar que a península coreana mantenha os seus arsenais nucleares, mas que o nível de ameaça seja desfeito através de uma mais profícua abertura política e económica. Não sejamos ingénuos e admitamos de uma vez por todas que a China e a Rússia convém-lhes uma potência amiga capaz de desferir um ataque que neutralize parte do sistema quer de defesa quer atacante que se encontra na Coreia do Sul.
Um estado pode ter capacidade nuclear sem necessariamente se constituir como ameaça para outro país.
Por isto, a próxima potência nuclear será também o Irão e, assim, existirá mais garantia de segurança e paz na região. Quando o Irão deixar de se sentir ameaçado quer pelos USA quer por Israel não terá necessidade, para se salvaguardar, de criar caminhos até ao mediterrâneo para poder contrair, sim, disse contrair, o poder atacante de Israel e dos seus agora aliados Sauditas.
Continuam as tuas mentiras marxistas Vento. Tudo o que sai é cultura marxista.
O complexo militar industrial só existe no Ocidente não é?
Depois temos o racismo Marxista, outro age sempre por reacção ao que os Americanos) fazem (ou os seus substitutos, nunca têm intenção, poder, humanidade, são só reagentes.
Depois temos o caso dos Ayatolahs do Irão , são os Islamistas que atacam Israel por via do Heezbollah, é o Irão que coloca bombas em Centros Comunitários Judaicos, é o Irão que diz que quer destruir Israel.
Mas para ti nada disso interessa, o que interessa é a visão Marxista. Israel símbolo do capitalismo, do Ocidente , o mal é que quer atacar o Irão.
Aliás lembrar que Israel apoiou discretamente o Irão na guerra deste contra Saddam Hussein.
Meu caro, não se excite. Tem de ter juizinho a apresentar os seus argumentos.
A não resposta esperada.
Não há maior cego do que aquele que não quer ver. E ouvir e ler.
E que é só ler o que os próprios Ayatolahs dizem, fazem e defendem.
https://en.wikipedia.org/wiki/AMIA_bombi ng
Assim, sim. Está bem melhor. Já podemos conversar como gente grande. Mas o que é que isso contraria o princípio enunciado em meu comentário?
O meu caro, pistoleiro, permita-me este tratamento por ser mais fácil, quer sempre encontrar uma causa para justificar o seu apoio a Israel. Faz bem. Mas que pretende que lhe diga? Que Israel é um país de santos e que os outros é que estão no sítio errado?
Que os outros é que são santos e Israel é que está no sítio errado?
Quer que lhe atire com o que Israel tem feito? Quer que lhe escreva sobre a destruição de um cemitério secular que é levado a efeito por estes em Jerusalém?
Não é este o meu propósito nem o sentido do tema. O sentido do tema chama-se estratégia e equilíbrio.
A análise que fiz não está em nada longe do que as reacções hoje publicadas a este encontro demonstram: acoreia-do-norte-analistas-dizem-que-fal tou-desenvolvimento-relevante-no-tema-nu clear
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eu
O anunciado encontro entre o nosso PR e Trump, pode bem mudar ( com um puxao de orelhas do nosso PR) a politica do Trump em relação à Europa e CN.
Nada que meia dúzia de selfies não resolva…
Am