Esta não. Ninguém em Portugal diz ou escreve egício, até em crioulo brasileiro escrevem e dizem egípcio. Outra coisa é Egipto e em crioulo brasileiro Egito.
O problema aqui radica no facto de que a palavra é mal dita por quase toda a gente — e por causa disso a tendência para omitir a consoante (que não é muda) parece mais natural. Mas não é natural.
Egipto diz-se “ê-gip-to” e aí o P não é mudo. Se começarmos com um “ê”, omitir o P não dá jeito. A consoante mantêm-se presente porque controla a articulação entre os fonemas “ê” e “to” que têm uma fonologia diferente. No fundo é para isso que as consoantes existem. Correspondem a directrizes do corpo, da forma como as palavras são produzidas na cavidade bucal. É um instrumento.
Se tentaram dizer “Ê-gi-to” não é confortável, e o P evita que o “-to” veja encolhida a sua presença silábica.
Mas as pessoas, por influência do analfabetismo televisivo e da sonoridade americana (que também vem das tevês) dizem “i-gi-to” com a merda dum filha da puta dumI que não devia lá estar logo à partida… E portanto dá molho.
Se os americanos dissessem Igito ainda vá, mas nem isso dizem, por falar em crioulo inglês dizem Igi_o, eles não gostam do t Vie_nan /Vietnam – I_aly/Itália – wa_er/water(água). Por cá o p do Egipto caiu no AO de 1945, mas muitos velhinhos dizem Egipto já que egípcio ficou e até no crioulo do brasileiro.. O Acordo Burrográfico foi uma grande jogada das editoras de cá escreverem para brasileiro ler, que os livros escritos em crioulo brasileiro quem quisesse saber o que é tampar depressa chega à conclusão que é tapar a panela com uma tampa.
Muitos por cá começaram a pronunciar o T à “amaricana”, suavizando-lhe a intensidade eufónica. É o primeiro passo. E também dão um tom “amaricano” ao J, cada vez mais pronunciado DJ. Talvez por malta que adora discotecas.
E um cigano?
No Egito havia uma rainha chamada Cleóatra.
Que foi derrotada por Otávio.
Sem a oção mágica do Anoramix.
Esta não.
Ninguém em Portugal diz ou escreve egício, até em crioulo brasileiro escrevem e dizem egípcio.
Outra coisa é Egipto e em crioulo brasileiro Egito.
Ninguém em Ortugal escreve egício?
Talvez escreva egício quem escreva Egito que melhor seria escrever egítio.
Qualquer ortuguês, nascido em Ortugal ou na diásora.
O problema aqui radica no facto de que a palavra é mal dita por quase toda a gente — e por causa disso a tendência para omitir a consoante (que não é muda) parece mais natural. Mas não é natural.
Egipto diz-se “ê-gip-to” e aí o P não é mudo. Se começarmos com um “ê”, omitir o P não dá jeito. A consoante mantêm-se presente porque controla a articulação entre os fonemas “ê” e “to” que têm uma fonologia diferente. No fundo é para isso que as consoantes existem. Correspondem a directrizes do corpo, da forma como as palavras são produzidas na cavidade bucal. É um instrumento.
Se tentaram dizer “Ê-gi-to” não é confortável, e o P evita que o “-to” veja encolhida a sua presença silábica.
Mas as pessoas, por influência do analfabetismo televisivo e da sonoridade americana (que também vem das tevês) dizem “i-gi-to” com a merda dum filha da puta dumI que não devia lá estar logo à partida… E portanto dá molho.
Igito é giro. É funético.
Bora lá ‘screvê Igito.
Se os americanos dissessem Igito ainda vá, mas nem isso dizem, por falar em crioulo inglês dizem Igi_o, eles não gostam do t
Vie_nan /Vietnam – I_aly/Itália – wa_er/water(água).
Por cá o p do Egipto caiu no AO de 1945, mas muitos velhinhos dizem Egipto já que egípcio ficou e até no crioulo do brasileiro..
O Acordo Burrográfico foi uma grande jogada das editoras de cá escreverem para brasileiro ler, que os livros escritos em crioulo brasileiro quem quisesse saber o que é tampar depressa chega à conclusão que é tapar a panela com uma tampa.
Muitos por cá começaram a pronunciar o T à “amaricana”, suavizando-lhe a intensidade eufónica. É o primeiro passo.
E também dão um tom “amaricano” ao J, cada vez mais pronunciado DJ. Talvez por malta que adora discotecas.
sugestão de entrada para o Burrográfico:
“Aplicação de tetos falsos”
Fico sempre na dúvida se se trata de um trolha ou de um cirurgião…
As tetas falsas é que são piores
Pior que isso são as tretas.
é verdade, vê-se sempre a costura
Raios artam!