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São estas:
La Valse a Mille Temps (Jacques Brel, 1959)
Summertime (George e Ira Gershwin, 1935)
C’est Si Bon (Henri Betti e André Hornez, 1948)
Coimbra (Raul Ferrão e José Galhardo, 1947)
Strangers in the Night (Ivo Robic, Bert Kaempfert, Charles Singleton e Eddie Snyder, 1966)
Indian Summer (Victor Herbert e Al Dubin,1939)
The Sound of Silence (Paul Simon, 1964)
Um Homme et une Femme (Francis Lai e Pierre Barouh, 1966)
João e Maria (Sivuca e Chico Buarque, 1977)
Fly Me To the Moon (Bart Howard, 1954)
Winchester Cathedral (Geoffrey Stephens, 1966)
Zé Cacilheiro (Carlos Dias, César de Oliveira e Paulo da Fonseca, 1966)
Outras não tardarão a vir aí.
Quais são as canções das vossas vidas?

Come Together – The Beatles
Six Blade Knife – Dire Straits
Lilac Tree – Jeff Buckley
Summertime – Ella Fitzgerald
Paris, Texas – Ry Cooder
Mad World – Tears For Fears
The Great Gig In The Sky – Pink Floyd
Black Dog – Led Zeppelin
Blue – Lucinda Williams
Sinnerman – Nina Simone
Lacrimosa – Zbigniew Preisner
Avalon – Roxy Music
La Grange – ZZ Top
…
Já coincidimos no ‘Summertime’. O dueto de Ella com Armstrong nesta fabulosa canção dos irmãos Gershwin é das coisas mais sublimes que escutei desde sempre.
Insuperável.
Quanto ao resto da sua lista, tão farta e boa, já me pôs a trautear…
Summertime (George e Ira Gershwin, 1935)
Coimbra (Raul Ferrão e José Galhardo, 1947)
The Sound of Silence (Paul Simon, 1964)
João e Maria (Sivuca e Chico Buarque, 1977)
Fly Me To the Moon (Bart Howard, 1954)
Moon River ( Henry Mancini , Johnny Mercer ,1961)
Raindrops Keep Fallin’ on My Head (Hal David ,Burt Bacharach,1969)
The Windmills of Your Mind (Michel Legrand, Alan , Marilyn Bergman. 1968)
Stairway to Heaven ( Robert Plant, Jimmy, Page, 1971)
Smoke on the Water ( deep Purple, 1972)
Penny Lane ( Lennon , McCartney 1967)
Nathalie (Pierre Delanoë , Becaud, 1967)
Estas são algumas da minha era paleolítica 🙂
De vez em quando sai anónimo.
É sua, a lista? Tantas afinidades melómanas…
Parece-me muito bem: são intemporais. Hei-de trazer algumas delas aqui, à semelhança do que fiz com as doze já indicadas.
Bela ideia, Pedro. Seguem as minhas escolhas:
You and Whose Army (Radiohead, 2001)
Roads (Portishead, 1994)
Transmission (Joy Division, 1979)
The Sound of Silence (Simon & Garfunkel, 1964)
I Need My Girl (The National, 2013)
Paint it Black (The Rolling Stones, 1966)
Black Hole Sun (Soundgarden, 1994)
Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me (The Smiths, 1987)
Undertow (Warpaint, 2010)
Showbiz (Muse, 1999)
The Great Beautician in the Sky (Magazine, 1978)
Black Math (The White Stripes, 2003)
Enfim, não quis ir além das 12, mas devia ter arranjado espaço algures para incluir uma música dos Oasis, cujos três primeiros álbuns ouvi com gosto durante anos a fio. Fica para a próxima.
Ena, João. Grande Escolha, em maiúscula, como se diz dos melhores vinhos.
Boa Páscoa.
Retribuo as tuas palavras, Pedro. Boa Páscoa.
Não tenho canções da minha vida, mas gosto de várias das que estão listadas. Acrescentava de certeza “smile” cantado por Michael Jackson, uma que fala de chuva e não me lembro o título cantada por Stacey Kent, muitas de Brel, algumas dos beatles e de Sinatra…há canções muito bonitas e intemporais. E decerto me esqueço de muitas outras.
Não tem canções da sua vida, que a acompanham desde sempre?
Tenho canções de que gosto nem sei bem porquê. Mas as que me importam mais são as que relaciono com pessoas específicas – porque as cantámos juntas, porque lhas ouvi cantar, por saber que eram as suas preferidas, ou apenas por me lembrarem um período ou acontecimento determinado. O que não faz delas canções que me acompanham desde sempre.
Xico do caxené,Farinha
Smoke gets in your eyes,Platers
Dangling Conversation,Simon,Garfunfel
Street Fighting Man,R.Stones
Anda o Sol na Minha Rua,Amália,D.M.Ferreira
Bárbara Escrava,J.Afonso,Camões
SendThe Clowns,Sinatra
Traveling MAn,Riki Nelson
Green Grass of Home,J.Cash
Ma Liberté,Régiani
L Affiche Rouge,Ferré,Aragon
El Rastro,P.Andion
Mitternacht,Mahler,Ferrier,Ruckert
(tiudozio das barroquinhas)
Ne me quitte pas – Brel
Amsterdam – Brel
Et maintenant – Bécaud
Sorrow – Mort Shuman
La bohéme – Aznavour
Hier encore – Aznavour
Costumes – Roberto Carlos
As rosas não falam – Cartola
Palabras – Patxi Andion
Estranha forma de vida – Amália
PS: Nota-se muito que sou da geração anterior à vossa? Se calhar…
Aqui temos várias gerações. Dos 27 aos 77, quase como no Tintim.
Desculpa-me lá mas vou fazer um postal …
À vontade.
já te respondi
Já vi. Muito bom naipe.
Uma entre tantas: Que força é essa, Sérgio Godinho, que sempre me saltita no pensamento.
Inesquecível.
No meu caso é mais fácil, e preferível, citar os álbuns da minha vida… que, claro, o são por causa das canções que contêm:
http://octanas.blogspot.pt/2006/10/orden ao-20-discos.html
Grandes álbuns, todos eles.
12? Não conseguirei, certamente, resumir uma vida em 12 músicas – não o conseguiria em 12 CD…
Mas assobiando-lhes às canelas, aparecem
Poetas Andaluces (Acqua Viva), trauteado para o ventre segundo consta
Moonlight Serenade (Bethoveen), idem
Era um redondo vocábulo (Zeca)
Canção com lágrimas (Adriano)
Don’t let me be misunderstood (Nina Simone)
Amsterdam (Brel)
Running up that hill (Faith and the Muse)
Biko (Peter Gabriel)
Meus lindos olhos (Mafalda Arnauth)
Song to the siren (Elisabeth Fraser/This mortal coil-Cocteau Twins)
Ai, Mouraria (Rao Kyao)
White rabitt (Jefferson airplane)