7 de Junho:
8 de Junho:
13 de Junho:
Governo escolhe Lisboa para candidatura a Agência Europeia do Medicamento.
13 de Junho:
BE critica Governo por candidatar Lisboa para acolher Agência Europeia do Medicamento.
13 de Junho:
Petição pública sobre a Agência Europeia de Medicamentos: “Não ao Centralismo!”
15 de Junho:
Agência Europeia do Medicamento: Rui Moreira diz que nunca foi contactado.
15 de Junho:
16 de Junho:
Lisboa em 15.º lugar para acolher a Agência Europeia do Medicamento.
29 de Junho:
13 de Julho:
Governo escolhe Porto para candidatura a Agência Europeia do Medicamento.
13 de Julho:
Maioria dos quase 900 funcionários da Agência Europeia do Medicamento preferia Lisboa.
31 de Julho:
Agência do Medicamento: troca de Lisboa pelo Porto pode penalizar candidatura.
10 de Outubro:
17 de Novembro:
Porto em vantagem para acolher Agência Europeia do Medicamento, assegura ministro da Saúde.
20 de Novembro:
Porto não fica com a Agência Europeia do Medicamento.
20 de Novembro:
Agência Europeia do Medicamento fica em Amesterdão.

Eloquente sequência de títulos, Pedro: mostra os magníficos resultados do populismo bacoco ( perdoe-se a redundância). Parabéns.
Os defensores do “não ao centralismo” devem estar eufóricos, Inês: a Agência foi para Amesterdão. Uma verdadeira descentralização.
Pena…. Se Coimbra já tivesse em funcionamento o aeroporto internacional (em construção ) operacional , não tenho a menor duvida que teria sido a preferida …. do Costa!
Eu teria escolhido Beja. O aeroporto já lá está. Único na Europa onde aterram mais moscas do que aviões.
No Expresso desta semana dizem que o aeroporto de Viseu já hoje é um enorme sucesso, com montes de vôos internacionais (geralmente avionetas, mas não só) a aterrarem lá.
Saloiada!
Em vez de subirmos a rampa, descemos a ladeira.
Mas quem é que pensava seriamente que o resultado seria diferente?! Escusavam anda a esganiçar-se e dar mau espectáculo.
Gosto particularmente das notícias de 13 de Junho e 13 de Julho:
«Governo escolhe Lisboa para candidatura a Agência Europeia do Medicamento.»
«Governo escolhe Porto para candidatura a Agência Europeia do Medicamento.»
Duas decisões antagónicas com apenas um mês exacto de diferença.
Um profundo empenho que valeu um triste 7º lugar. Demagogia e populismo.
Um brilhante sétimo lugar. Dividido entre Porboa e Lisporto.
Em vez do medicamento uma agência funerária para um governo moribundo.
O chumbo da agência do medicamento faz antever consumo reforçado de Lexotan nos gabinetes governamentais.
Pó mata ratos de largo espectro.
Espectro que não.
Uma epopeia que me fez lembrar da História Tragico-Maritima.
Nem sei como é que existe seca em Portugal. Com o Governo a meter tanta água.
Uma “troupe” de Conselheiros Acácios…
Destaco, com especial ênfase, a garantia expressa há três dias pelo infalível ministro da Saúde: o Porto estava “em vantagem” para acolher Agência Europeia do Medicamento.
Mas isto não eram favas contadas ?
Tschhhh… parece que o roda roda vira, solta a roda e vem, afinal não veio… saiu-lhes a fava…
Segundo o ministro, era trigo limpo farinha Adalberto… perdão, farinha Amparo.
Foi das poucas coisas brilhantes que Costa fez. Se tivesse mantido a candidatura de Lisboa, hoje toda a gente gritava contra o erro de não se ter escolhido o Porto. Como ele sabia que a chance era mínima, que fosse o Porto a perder. Os dirigentes do Porto, cheios de uma certeza provinciana, caíram que nem uns patinhos. Faltou grandeza neste processo todo onde sobrou mesquinhez.
Uma espécie de leninismo enxertado no costismo: recuar primeiro um passo e depois recuar dois.
Era evidente que depois de estar sedeada em Londres, nunca a Agência do Medicamento iria para uma cidade de província portuguesa. Não apresentar a capital (ou a cidade mais importante) a concurso era a garantia do fracasso. Como se verificou.
Designar o Porto como “cidade de província” é abusivo, a meu ver.
Calculo que em muitos outros países da União Europeia se tenham passado coisas similares. Não se pense que é somente em Portugal.