11 comentários em “Rajoy.”

  1. Concluiu-se, portanto, que a lei não liberta. Os legalistas têm aqui o resultado de suas catequeses.
    Rajoy pensou que Bruxelas era mais forte que a vontade. A Catalunha tem de ser o porão da moral deste barco que se chama Europa.

    1. “Porão moral” é capaz de ser uma boa escolha de palavras; a moralidade de quem passa por cima de todas as regras para fazer um plebiscito e depois anuncia os resultados “tal como resultam da lei” desse mesmo plebiscito só pode estar mesmo no porão.

      1. Estou de acordo que Puidgemont não se apresente diante da Audiência Nacional. Alguém que proclama a independência da Catalunha não se deve submeter às leis castelhanas.
        O seu advogado belga está no caminho certo.

  2. Este galego só tem uma coisa em com com “o outro” : a retranca…
    E lá vai passando entre os pingos da chuva…
    Até quando?…

  3. O quão diferente seria um postal no Delito de Opinião que dissesse “Se o jpt compara …. Tapioca”. Eu sei que sou o mais novo membro do DO, o último da lista de precedências, mas, ainda assim, esta formulação – a impessoalização, sempre insultuosa – é por demais desagradável para merecer qualquer comentário dialogante.

    1. Fiz uma citação directa do texto através do link para toda a gente perceber ao que me referia. Não costumo citar os nomes dos colegas do Delito para não pessoalizar a discussão. A meu ver devem comentar-se os textos, não as pessoas. Mas se preferes ser sempre referido pelas iniciais, naturalmente que o passarei a fazer, apresentando as minhas desculpas pela omissão.

  4. Exilio de Puigdemont? neste momento ele mais um Puigamonte. Esta história só volta a ter algum interesse a partir do 21-D, mas só se os independentistas tiverem mais deputados. Se não tiverem, o assunto morre por si.
    Por outro lado é um bocado ridículo publicar comunicados do “governo legitimo da Catalunha” em Bruxelas, não é?

      1. A sua perspectiva está errada. Parece-me que se esquece que Puigdemont não enfrenta somente Madrid, mas também Bruxelas. Acresce ainda referir que a Bélgica não possui acordo de extradição; é normal que a sua resistência ocorra num país no seio da UE. Logo, ele não se encontra no exílio.

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