8 comentários em “Postais de Lisboa (11)”

  1. Pfff… olha a grande novidade… sempre houve tráfico de droga no centro de Lisboa… ainda me lembro de há trinta anos, eu passava pelo Rossio e uns cromos cruzavam-se comigo a murmurarem “queres hax?”…
    Naturalmente que, havendo drogados em Lisboa, tem que haver tráfico de droga em Lisboa. Se não fôr na periferia é no centro.
    A única solução para o tráfico de droga é liberalizar o comércio da droga.

  2. “A única solução para o tráfico de droga é liberalizar o comércio da droga.”
    Mas com certeza!
    Num espaço amplo, como por exemplo a UE, para que um país, que isoladamente tomasse essa decisão, não virasse um paraíso da droga e um destino de peregrinação de drogados.
    Essa solução não acabaria com o fenómeno, mas reduziria drasticamente a criminalidade associada.
    Isto é óbvio.
    O problema é que o tráfico interessa e muito a muito boa gente, que manipula a opinião pública, através do medo e da sistemática desinformação veiculada pelos media.
    Tal e qual como o mito de que votar é preciso.
    São os mesmos métodos e os mesmos objetivos.
    Que havemos de fazer?!…
    João de Brito

    1. João, ao que sei as únicas drogas que não fazem mal são as das farmacêuticas. Aquelas “descobertas” nas selvas tropicais, usadas ha milénios por homens de tanga, e sintetizadas,em laboratório, por homens de bata branca e aspecto respeitável.. .terão os índios direito a royalties?
      …essas e o vinho….Não, me tirem o vinho.. .meu Prozac, meu Xanax de pacote

  3. É um facto que o tráfico de droga ser feito no centro de Lisboa, e não somente (por exemplo) no Casal Ventoso ou na Musgueira, tem dois inconvenientes:
    1) Pode dar maus aspeto da cidade aos turistas,
    2) Permite mais facilmente aliciar jovens que passem por acaso no centro para o consumo da droga.

    1. Diria mais : O maior inconveniente no tráfico é o tráfego. Razão tinha o Alberto João ao proibir o tráfego de pedintes no Centro do Funchal. A bem do aspecto. A bem do Turismo. A bem do turista saxão bêbedo que nem um caixão

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