![imagem[1].jpg imagem[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20586878_aEEq2.jpeg)
«Foi sempre este o destino da energia em tempos de segurança: ser canalizada para a arte e para o erotismo, e depois vêm o langor e a decadência.»
H. G. Wells, A Máquina do Tempo (1895), p. 208
Ed. Antígona, Lisboa, 2016. Tradução de Tânia Ganho
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«Foi sempre este o destino da energia em tempos de segurança: ser canalizada para a arte e para o erotismo, e depois vêm o langor e a decadência.»
H. G. Wells, A Máquina do Tempo (1895), p. 208
Ed. Antígona, Lisboa, 2016. Tradução de Tânia Ganho
Estive com esta obra na mão para a comprar esta semana, mas já era 12 que estavam no braçado… mesmo assim sobre canalização para fins de alienação, recomendo que leia (em inglês pois a tradução esta na versão ortográfica que recusa, o último livro escrito do J. G.Ballard… vai mais longe, não se fica pela decadência, vai mesmo para a demência
Agradeço-lhe a sugestão, Carlos. Mas – sinceramente – eu com Ballard comecei com este livro, que me tirou a vontade de ler qualquer outro dele: ituras-8781499
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/le
A obsessão pelo sexo, pela gula pantagruélica, que nada mais é que a continuação do sexo por outros meios, assinalam sempre os fins de validade. Como se se pressentisse a dor do fim, e nos entregassemos à languidez do orgasmo, ao esquecimento do que somos numa ejaculação mediúnica. Gibbon, sobre o Império Romano, talvez tenha sido dos primeiros a vê -lo. A obsessão pela fome sensacionalista