Na véspera de mais um aniversário da tomada da Bastilha, este ano com motivos adicionais, vale a pena ler todo o texto de Sylvie Kauffmann no New York Times.
Leituras
Sérgio de Almeida Correia,
Na véspera de mais um aniversário da tomada da Bastilha, este ano com motivos adicionais, vale a pena ler todo o texto de Sylvie Kauffmann no New York Times.
Última hora: sia/liu-xiaobo-chinese-dissident-nobel-d ies-at-61.html
https://www.nytimes.com/2017/07/13/world/a
A Senhora apresenta-nos um artigo de cariz romanesco para retratar a personalidade de ambas personagens.
Não é de estranhar que ambos tenham uma concepção diferente da construção europeia. Quem reparou, por exemplo na crise da Grécia, que a unidade europeia se resumiu a um simples acto de representatividade dos deuses da indústria financeira, não estranhará a ascensão dos jupterians em ambos lados do Atlântico.
Donald Trump tem uma excelente visão sobre o proteccionismo da indústria americana, porque fundamenta esse proteccionismo na realidade europeia, em particular a alemã, que desregulou o sistema laboral – e quer mais – para facilitar ainda mais a deslocalização das indústrias. Também não se compreende que se tenha oferecido um alargado período de carência à China para implementar as directivas sobre o acordo do clima, espartilhando o crescimento americano e o acesso a recursos próprios.
Serve este exemplo para dizer que Trump ofereceu um histórico abanão a um mundo que cada vez mais caminhava para ser Alemanha e China levando consigo ao colo bebés.
No caso português, tendo em conta os acontecimentos actuais, creio que vai sendo a hora de Seguro começar a fazer umas aparições em público. Com uma oposição má e um governo que finge fazer umas remodelações, não será má ideia. Até mesmo para forçar o PR a ser comandante supremo das forças armadas demitindo de cabo a rabo, começando pelo CEM, nas FA e forçar a demissão do ministro da Defesa.
Macron e Trump, a França e os EUA -passados que foram os gestos típicos da puberdade política do 1º- irão viver, um com o outro, sem problemas. Historicamente sempre assim foi.
Mais uma vez o problema é, será, a agressividade germância.
As fronteiras da França (de Portugal, da Espanha e obviamente as do RU) historicamente sempre foram estáveis, sintoma significatico de uma personalidade, de uma cultura, de uma Nação. O centro da Europa geográfica, sempre foi a fonte de instabilidades “nacionais”.
A pedra de toque, mais uma vez, será a reação Alemã às ameaças esta, mal amanhada, sua quinta, a dita União Europeia.
Depois do obviamente bem sucedido -porque fácil- Brexit/Libra, um Frexit/Euro será a obra Jupiteriana sonhada pelo “to be Emperor” Macron.
Merkel, tal como Hitler em semelhante situação, virou-se para o Urso. Vai acabar mal.