«Depois de termos levado um soco no estômago, os chefes militares levantaram logo a cabeça.»
General Artur Pina Monteiro, chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, referindo-se à pilhagem dos paióis de Tancos
«Depois de termos levado um soco no estômago, os chefes militares levantaram logo a cabeça.»
General Artur Pina Monteiro, chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, referindo-se à pilhagem dos paióis de Tancos
É preciso ter estômago!
Um estômago de betão. Daqueles que engolem tudo.
Isto não vai lá. É das pessoas. São todos uma cambada de pascácios — treinados para o funcionalismo público, para o simzismo, para jargão do serviço que protege a corporação. O espectáculo lamentável que é ver esta gente nas televisões, no parlamento —como hoje e como sempre naquele inferno de desonestidade intelectual— e em todos os outros palanques piolhosos da república com a bandeira mais feia do mundo de pernas para o ar… Afinal, eles é que são o Estado Novo.
Uma questão de confiança. Não diziam que era necessário aguardar pelo fim das investigações?
“Exclusivo edição impressa
Furto de Tancos esconde falhas no registo do material de guerra
O furto de armas e munições em Tancos poderá ter sido aproveitado para esconder a falta de outro material de guerra, cujas entradas e saídas deveriam ter sido registadas.
A questão está sob investigação no âmbito dos inquéritos que decorrem, soube o JN junto de fontes ligadas ao processo.”
E agora Marcelo/Costa?
E puseram-na onde?
O roubo foi promovido a “pilhagem”.
O Pedro Correia é um político, demagogo e manipulador como os restantes.
Lavoura, talvez se queira colocar frente a um espelho, antes de se erguer em indignações de director espiritual desrespeitado.
Costa
Isto são oficiais “made in” Parada dos Altíssimos Estudos Militares….
Se tivessem passado pelas matas da guerra do ultramar… não falavam deste modo!
As medalhas que ostentam até aos fundilhos, foram “ganhas” na guerra de 1908…A tal inesquecível do saudoso do Solnado!
Quando uma companhia era destacada para a “selva” … não invocava falta de meios e videovigilância para defender o chamado “quartel”… e muitos camaradas lá morreram….
Invocar falta de meios para defender um paiol é uma ofensa. sem perdão aos milhares de militares que padeceram e sofreram os horrores da guerra…
O que que queria o CEME — Um batalhão por paiol?
E não esqueçamos que o actual CEME, antes das presentes funções, foi inspector-geral do Exército.
O que só torna ainda mais periclitante a sua posição neste lamentável processo, que envergonhou Portugal aos olhos de todos os nossos parceiros e aliados europeus.