![cc060717x012f10_crop1499300857620.jpg_258117318[1] cc060717x012f10_crop1499300857620.jpg_258117318[1]](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20525373_kD1vp.jpeg)
Hordas de apoiantes de Maduro assaltando o Parlamento em Caracas
O regime proto-ditatorial de Nicolás Maduro, que tem espezinhado todas as liberdade cívicas na Venezuela e conduzido o país a extremos de indigência e miséria, foi ainda mais longe esta quarta-feira ao permitir que milícias paramilitares, armadas até aos dentes, invadissem o Parlamento de Caracas e agredissem selvaticamente diversos deputados da oposição, funcionários e vários jornalistas.
Foi mais um passo rumo à transformação total do “socialismo” venezuelano numa tirania pura e dura. Desde Abril, 90 manifestantes anti-Maduro foram assassinados pelas chamadas “força da ordem” só porque protestavam pacificamente na rua contra o regime. Há dois meses, a Amnistia Internacional alertava o mundo contra a “caça às bruxas” desencadeada em Caracas contra políticos da oposição, incluindo governadores e deputados. Enquanto os esbirros armados pelo regime reprimem a todo o momento o que resta da liberdade de manifestação num país que tem uma das taxas de inflação mais elevadas do planeta e o segundo maior registo de homicídios per capita do hemisfério ocidental.
No seu relatório anual de 2016 sobre os atentados à liberdade de imprensa no mundo, a prestigiada organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) alertava: «Na Venezuela, o presidente Nicolás Maduro possui as suas próprias artimanhas para combater os media: aquisições realizadas por amigos seus (como nos casos do jornal El Universal e do canal Globovisión) seguidas de vagas de despedimentos, asfixia da imprensa pela supressão do acesso ao papel de impressão, o que já conduziu ao encerramento de 22 jornais, ou ainda uma lei que criminaliza todo o conteúdo que possa “questionar a autoridade legítima constituída”.»
Em apenas um ano, sem surpresa, a Venezuela baixou da 117.ª posição para o 139.º lugar – num total de 180 países – na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa dos RSF.
Espero sinceramente que o Sindicato dos Jornalistas, sempre tão atento às ameaças internacionais à liberdade de imprensa, se pronuncie – com idêntica celeridade à que teve no chamado “caso” Sebastião Pereira – sobre as mais recentes agressões aos profissionais da informação na Venezuela. Tal como fez a 3 de Julho, quando visou o Presidente norte-americano Donald Trump, e nesse mesmo dia ao insurgir-se contra as medidas censórias registadas em Hong Kong.
A minha expectativa é grande, embora não se fundamente em precedentes dignos de registo. Consultando o sítio do Sindicato dos Jornalistas, verifica-se que as mais recentes alusões à Venezuela remontam a 2010. Muito antes da chegada de Maduro à presidência do país, portanto.
Desde então, silêncio.
Mas vou esperar. Sentado.

Bom dia Pedro Correia. Aceite a sugestão, não espere sentado, caso contrário quando tentar levantar-se da cadeira, corre o risco de já não o conseguir fazer. Um dos meus indicadores é a consulta periódica de “sítios” como o que refere. Neste caso da Venezuela, entre várias coisas “interessantes” está para mim o apoio de 200, ao que se diz acompanhados por certos músicos. Se for verdade, será mais uma humilhação? António Cabral
Bom dia, António. Achei um despautério a banda militar portuguesa figurar como charanga naquele conciliábulo colaboracionista. erecam-lhes-mas-e-um-voo-para-a-9380599
Mas sobre esse tema o meu colega Luís M. Leitão já escreveu o que se impunha:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/of
O que se esta passar na Venezuela é vergonhoso.
Não sei o que esperam acontecer para intervir?
Noventa cidadãos – jovens estudantes, na maioria – assassinados por polícias e paramilitares a soldo do Governo. uela-quem-diria-agora-importa-petroleo-d os-eua/
Jornais silenciados, jornalistas perseguidos, opositores presos e torturados, deputados da oposição destituídos ilegalmente de funções, autarcas da oposição demitidos compulsivamente à margem da lei, escassez total de alimentos e medicamentos, homicídios em expansão numa escala brutal.
Mais: domínio total do poder judicial pelo poder político, tentativa de destituição da procuradora-geral, que se tornou numa voz incómoda, e – cereja em cima do bolo – já em marcha um processo ilegal de modificação da Constituição do país.
Tudo isto num país que tem as maiores reservas de petróleo do planeta e que, apesar disso, já se vê forçado a importar petróleo – algo há poucos anos inimaginável…
http://veja.abril.com.br/economia/venez
Tive oportunidade de falar com um português que esteve lá a trabalho, já foi há dois anos, mas quando chegou vinha atónito, o que descreveu foi um cenário inconcebível.
Se há mais de dois anos faltava tudo, especialmente medicamentos, só acessíveis a quem tinha muito dinheiro, imagino como estarão as coisas agora.
É impossível viajar no país durante a noite, existem assaltos que mais parecem saídos de um filme, com armas pesadas, grupos organizados que não têm problemas em matar para roubar seja o que for.
O país parece estar em estado de sítio.
Não me surpreende, Psicogata. Choca-me ver deputados e candidatos autárquicos em Portugal solidários com um regime corrupto e despótico, que não hesita em assassinar os seus cidadãos para se perpetuar e que tantos danos tem causado à grande comunidade portuguesa radicada na Venezuela.
Tenho conhecidos que entretanto abandonaram o país, mas é difícil sair de lá com dinheiro, muitos portugueses têm pequenos negócios e estão presos aos mesmos, sair significa perder tudo.
Choca-me que não se faça nada, que se tape o sol com a peneira, a comunicação social é controlada, mas há sempre informação que nos vai chegando e as notícias são desoladoras.
Há verdadeiras tragédias humanas que afectam largas parcelas da população na Venezuela, incluindo toda a comunidade portuguesa e lusodescendente. É vergonhoso que alguns por cá, fazendo orelhas moucas ao que os nossos compatriotas de lá dizem, façam coro com o regime repressor de Maduro.
Pedro, publique lá esta…ou não é oportuno, ou foge ao tema?
https://www.youtube.com/watch?v=R6_G7B-O SEk
Documento interno, secreto, do CitiGroup:
https://delong.typepad.com/plutonomy-1.p df
Equity Strategy
October 16, 2005
Ajay Kapur, CFA +1-212-816-4813 ajay.kapur@citigroup.com Niall Macleod +44-20-7986-4449 niall.j.macleod@citigroup.com Narendra Singh +1-212-816-2807 narendra.singh@citigroup.com
SUMMARY ➤ The World is dividing into two blocs – the Plutonomy and the rest. The U.S., UK, and Canada are the key Plutonomies – economies powered by the wealthy. Continental Europe (ex-Italy) and Japan are in the egalitarian bloc.
➤ Equity risk premium embedded in “global imbalances” are unwarranted. In plutonomies the rich absorb a disproportionate chunk of the economy and have a massive impact on reported aggregate numbers like savings rates, current account deficits, consumption levels, etc. This imbalance in inequality expresses itself in the standard scary “ global imbalances”. We worry less.
Perhaps one reason that societies allow plutonomy, is because enough of the electorate believe they have a chance of becoming a Plutoparticipant. Why kill it off, if you can join it? In a sense this is the embodiment of the
24
“American dream”. But if voters feel they cannot participate, they are more likely to divide up the wealth pie, rather than aspire to being truly rich
As the rich have been getting richer, so too stocks associated with the rich, have performed exceptionally well. Our Plutonomy Basket, generated returns of 17.8% per annum, on average, from 1985. If Plutonomy continues, which we think it will, if income inequality is allowed to persist and widen, the plutonomy basket should continue to do very well.
So an examination of what might disrupt Plutonomy – or worse, reverse it – falls to societal analysis: will electorates continue to endorse it, or will they end it, and why.
There are signs around the world that society is unhappy with plutonomy – judging by how tight electoral races are. But as yet, there seems little political fight being born out on this battleground.
Our overall conclusion is that a backlash against plutonomy is probable at some point. However, that point is not now. So long as economies continue to grow, and enough of the electorates feel that they are benefiting and getting rich in absolute terms, even if they are less well off in relative terms, there is little threat to Plutonomy in the U.S., UK, etc.
Escrevo em português sobre a Venezuela, país de língua oficial espanhola. E chega você com um terceiro idioma, o “amaricano”.
Eis o DELITO transformado numa Torre de Babel.
Adorei a sua resposta! Sempre a surpreender…com um camandro!!!
Bem Haja!
Não tem de quê.
Fo#a-se, estou a responder ao de vlad, o abocanhador, versado em estrangeiro. O gajo, para escrever tanto estrangeiro, é porque sabe muito do maduro… e o camander (isto de camander parece que é camandro em estrangeiro). O de vlad anda a abocanhar pi#as, maduras.
-“É a democracia a funcionar”- uma frase do Arménio ouvida algures por aí (seguramente a descer a Avenida da Liberdade numa qualquer manifestação).
Se alguém intervém as esquerdas bem pensantes e os jornalistas tipo aquele directorzinho da versão portuguesa da Courrier Internacional ficam a culpar a América durante os próximos 50 anos — e na presente conjuntura da política internacional duvido que alguém se vá meter nisso. Portanto se querem liberdade vão ter de ser eles próprios a conquistá-la. E não vai ser fácil dado o modus operandi dos regimes comunistas-populistas que utilizam as redes de narco-tráfico para disseminar o seu poder. De resto, a Favela Bolivariana continuará a crescer por si própria. O quadro mais provável é uma guerra civil talvez alimentada de fora, mas duvido que haja uma intervenção às claras.
A oligarquia venezuelana alimenta-se (e alimenta) as redes do narcotráfico. Começou por sentar-se em barris de petróleo mas, incapaz de diversificar as fontes de financiamento oficial do país e modernizar as estruturas de extracção petrolífera, senta-se hoje num imenso barril de pólvora.
Cairá, como castelo de cartas, no dia em que o número de oficiais revoltados contra a falta de alimentos e medicamentos básicos seja superior ao número daqueles que lucram com o tráfico internacional de droga.
O que significa que existirá provavelmente uma guerra civil, é uma questão de tempo.
Esse é o pior cenário. Mas não está de todo excluído.
Pedro, essa oligarquia é de quando? Estarei enganado, ou é do Câmbrico ? O problema das Américas latinas foi nunca terem passado de oligarquias. Umas a mais gosto de uns conforme o gosto na maneira do vestir. Eu como corro, não desgosto do fato de treino, embora prefira calções.
Pode sempre rebobinar o filme e chegar ao Bolívar. E recuar ainda mais, ao tempo dos índios.
Não havia corrupção entre os índios?
“Não havia corrupção entre os índios?”
Claro que sim…existe corrupção e exploração desde que se achou, no tamanho, uma vantagem competitiva….aquela lengalenga de olhar para o lado e de lado e ficar cabisbaixo….
Mas a partir de que prazo prescreve, essa coisa da corrupção? Ou é como o peixe? Tem-se de olhar para o vidrado do olho (atenção não aludo a José Cid)?
Enquanto fala do passado, vai perdendo oportunidades de se pronunciar sobre o presente. Custa-lhe assim tanto criticar o camarada Maduro?
Pedro, para quê perder tempo a criticar Maduro, depois disto:
El candidato oficialista venezolano Nicolás Maduro dijo en la casa natal del recientemente fallecido presidente Hugo Chávez que sintió que éste se le apareció en forma de “pajarito chiquitico” y lo bendijo al arrancar la campaña electoral.
https://www.youtube.com/watch?v=qv5dAqSS 0XU
Maduro é um postal! Um passarinho nunca pode ser presidente.
A estratégia de Maduro (?) baseia-se no presente dos presentes dados aos pobres. E estes habituados que estavam a não ser convidados abraçam-no filialmente. O problema surgirá quando não houver mais nada para oferecer, nem ninguém para culpar. Aí será o aperto…Até lá confunde-se o roubo, de Maduro y sus muchachos, em papel de embrulho.
Maduro e outros colibris servem unicamente ao argumentário dos que pretendem convencer-nos da inexistência de alternativa. Maduro é um empregado da McDonalds (veja bem os amarelos e os vermelhos… Tal qual)
http://585579096.r.lightningbase-cdn.com/w p-content/uploads/2012/02/ronald_mcdonal d_jumping1.jpg?x63245
O abocanhador é um verdadeiro cuño.
Atenção, o abocanhador está a falar do fidel. Isto é que é um gajo inteligente!
V, que prefere o “Caracaço”, ao Maduro…pois sim….claro…corrupção começou com Chavez e Maduro…pois sim…tá claro…..isto resolvia-se era com o Nacional Ruralismo…
Leitura de fim de semana, um best seller do CitiGroup:
https://delong.typepad.com/plutonomy-1.p df
Resolve-se é com anti-comunismo e libertar o Ocidente do politicamente correcto: que foi desde os anos 60 a estratégia de Russa do KGB que consistiu em dar à opinião pública no Ocidente o “discurso” e os instrumentos para a sua própria destruição, primeiro através de agentes que se tornaram políticos e que agora não são possíveis de remover. O sucesso dessa estratégia é mais do que evidente: basta ir perguntar aos alunos de uma escola pública que eles são OBRIGADOS a frequentar o que pensam sobre o mundo, e onde está o bem e onde está o mal.
A ideia que passa é nacional-ruralismo? Não é uma caracterização absurda mas dá-lhe um tom provinciano que não é nada desejável. Eu desejo um campo mais sofisticado do que a cidade — o que nalguns casos já está a acontecer, em urbanismo e espaços verdes (ok, esta é óbvia) e até em redes e acesso a tecnologias e conhecimento. Falta formação especializada de qualidade (o que existe é tudo cursinhos de merda e as escolas são quase todas uma grande falcatrua) e menos municípios, de maneira a que regiões possam decidir não cobrar impostos durante um tempo e haver regimes fiscais diferentes em diferentes regiões e assim promover a fixação e a mobilidade das populações (mobilidade aqui no sentido de atrair investimento e know-how mas também que a fixação não seja prender as pessoas a “artesantos” e a empregos desajustados das suas aspirações).
Nunca faltam apoiantes aos ditadores. Esta é uma verdade universal.
A liberdade é um direito que deve ser respeitado em quaisquer parte do Mundo.
Liberdade não dá direito a “”saquear”, “roubar” nem mesmo a “destruir” o que quer que seja.
Os cidadãos que defendem a liberdade, a democracia, não têm o direito de “saquear”, “roubar”, nem mesmo “destruir” , pois ao faze-lo obrigam as forças da ordem a ter de reprimir quem o fizer, direi mesmo a “prender” quem o fizer para ser presente à Justiça.
Através das comunicação social temos assistido a cenas de repressão policial na Venezuela, como ainda hoje estamos a assistir na Alemanha, durante a cimeira do G-20. Importa em ambos os casos referir que a intervenção policial em ambos os Países é uma resposta ao vandalismo dos manifestantes, ora contra o G-20, ora contra o Governo da Venezuela.
Em ambos os casos os manifestantes podem ter toda a razão do mundo para estar descontentes, mas não têm o direito na Alemanha como na Venezuela de “saquear”, “roubar” ou mesmo de “destruir” bens de outros cidadãos ou até de Empresas, pois ao faze-lo não podem nem devem faze-lo impunemente.
Os manifestantes aqui ou ali fazem “saques”, “roubam” ou “destroem bens”, não gostariam que o fizessem a bens seus, já aos dos outros acham que o podem fazer, só que os outros somos todos nós.
Na Venezuela ou na Alemanha ou ainda em qualquer parte do mundo as policias não podem nem dever permitir, branquear “SAQUES”, “PILHAGENS” ou DESTRUÍÇÕES”, pois a democracia, a liberdade na Alemanha ou na Venezuela também passa pela Segurança de pessoas e bens – é importante ter em conta que nestes dois Países existem manifestantes, descontentes mas também existem muitos outros cidadãos que podem também estar descontentes ou até ser apoiantes dos Governos e não podem ver privada a sua ,liberdade com a violência dos manifestantes.
Você vem para aqui debitar o argumentário do ditador venezuelano. Omitindo os crimes cometidos pelas forças da desordem a mando de Maduro: desde o início de Abril até agora foram assassinados dezenas de manifestantes da oposição. lecidos-protestas-venezuela-abril-2017/ rary/get_file?uuid=e6330505-b3df-4782-a6 3c-a4b951f6baa1&groupId=10136 sinato-que-cometio-la-guardia-bolivarian a-que-ha-conmocionado-a-venezuela/
http://albaciudad.org/2017/07/lista-fal
Assassinados em condições que deviam chocar qualquer cidadão civilizado. Basta ler esta minuciosa lista elaborada pelo próprio Ministério Público em Caracas:
http://www.mp.gob.ve/c/document_lib
O que é que isso tem a ver com as manifestações em Hamburgo? Algum manifestante foi assassinado na Alemanha?
Tire a venda dos olhos e sirva-se deles para ver. Veja, por exemplo, o que sucedeu ao estudante David Vallenilla, de 22 anos, brutalmente assassinado à queima-roupa e a sangue-frio por um esbirro do ditador:
https://laotracara.co/actualidad/el-ase
ah ah ah, senhor Pedro Correia. Mesmo sentado nao desiste de contar anedotas , de fazer rir o pagode.
O pior é que o blog nao tem aviso de ser humorista, e a falta de seriedade do sen hor P C é conhecida.
Convenhamos que a falta de seriedade e artimanhas, deviam ser proibidas e combatidas. Claramente, seriam permitidos todos os senhores PC desde que fossem insofismaveis os seus propositos.
Nao me vai dizer que a nossa constituiçao nao lhe permite afirmar os propositos …
Não estou a defender ninguém mas isto não é argumento nenhum. E nem sequer é sobre o texto.
Gostas de ditadores, “SOS”? Aprecias homens fortes e duros, musculados? Suspiras por um novo Salazar?
Já te topei.