0 comentários em “Radicais e coniventes (I)”

  1. tretas…só quando começarem a condenar a ideologia Whhabism Salaphist é que se pode os começar a levar a sério, até lá é musica para ouvido de taralhoucos…ainda para mais é o whaabism salaphist que anda a erguer a maioria das Mesquitas no RU

  2. “Da Hipocrisia como uma das Belas-Artes”.
    E vão continuar, enquanto forem combatidos com cantorias, flores, velinhas e peluches.
    Nunca pensei ver a minha “Albion “afrancesar-se ( prostituir-se) a este ponto.
    Churchil e a Baronesa ( os mais próximos de nós) não se reconheceriam nesta gente – sabiam que há que matar, aniquilar, ir até ao fim para que o terror se suspenda ( e passe para o outro lado).
    Os Russos aprenderam bem a lição…

  3. Dezenas de imams recusaram-se a prestar as orações fúnebres aos terroristas. A comunidade muçulmana no RU não se deixa ficar quieta.

    Claro que haverá quem o faça. Haverá suficiente número de imams radicais…

    1. A opinião dominante afirma que, na sequência de atentados, as comunidades muçulmanas (porque não é apenas uma) não reagem. E, das poucas vezes que o fazem, recorrem a termos equívocos. Mais, defende ainda essa opinião dominante (ou, pelo menos, ruidosa) que existe um atavismo que veda a entrada de atitudes ecuménicas no espaço do Islão. Com esta pequena série – na verdade, ainda não decidi que dimensão terá, uma vez que há exemplos para que dure bastante – demonstrarei o contrário.
      Os imãs radicais recebem bastante atenção nas redes sociais e blogues. É importante dar exemplos que mostrem que não há apenas esse tipo de realidade e que ela não é maioritária. Exemplos como esse que aqui trazes, João.

  4. Hahah!

    Compare as manifestações muçulmanas em Inglaterra com mais de 100000 a favor dos rockets de Gaza contra Israel; exemplo:
    http://www.bbc.com/news/av/uk-28724473/thousands-protest-in-london-against-israeli-offensive-in-gaza
    E depois compare com o que vemos a cada ataque muçulmano ao seu próprio país; França, Inglaterra, Alemanha… diz tudo.

    Duplo Hahaha!
    Ahmadiyya são muitas vezes atacados por outros Muçulmanos como apóstatas e pela lei Paquistanesa nem sequer são considerados Muçulmanos.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Persecution_of_Ahmadis

    Murder of Asad Shah

    In March 2016, an Ahmadi Scottish shopkeeper Asad Shah was stabbed to death in Glasgow after wishing people a Happy Easter on social media.[124] The Daily Mail reported: “police suspect the incident was ‘religiously prejudiced’ and have arrested a 32-year-old Muslim man belonging to the rival Sunni sect over the murder.” [125] On 29 March 2016, the murderer’s name was revealed as Tanveer Ahmed.[126] On 6 April 2016, Tanveer Ahmed stated “that he killed Asad Shah,” and claimed “if I had not done this others would”.[127] An Ahmadi anti-extremism campaign was launched in Glasgow, with attendance of Ahmadi Muslims, Christian, Sikh, and Jewish leaders, but no Muslims belonging to other sects.[128] The murderer pleaded guilty to the “religiously-motivated murder.” Part of the family of the victim is emigrating away from Scotland.[129]

    1. depois de Israel ter aprovado a venda astronómica de material bélico aos Mohameds de Ryhad por parte dos EUA…

      1. O Diogo Noivo descobriu a polvora mas existem sunitas e xiitas, etc e tal.
        Mas o grande problema são os palhaços dos nossos líderes que fazem o que fazem e semearam ventos e agora quem colhe as tempestades somos “nós”, até já querem controlar (ainda mais) mais a WWW.
        Infelizmente existem pessoas do mainstream que apoiam os líderes traidores e até se dão ao luxo de poder catalogar livremente de loucos (+ de 40% de votantes de uma Nação) quem não alinha com eles mas a “malta” já não está para aturar mais merdas e sabe que o que tem de ser tem muita força…

      2. Não é começo de conversa algum.

        “An Ahmadi anti-extremism campaign was launched in Glasgow, with attendance of Ahmadi Muslims, Christian, Sikh, and Jewish leaders, but no Muslims belonging to other sects.”

        repetindo: “…but no Muslims belonging to other sects.”

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