![1507-1[1].jpg 1507-1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20430017_aWATl.jpeg)
Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt
Tradução de Ana Corrêa da Silva
Introdução de António Araújo e Miguel Nogueira de Brito
Reflexão histórica e política
(Reedição Ítaca, 2017)
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Eichmann em Jerusalém, de Hannah Arendt
Tradução de Ana Corrêa da Silva
Introdução de António Araújo e Miguel Nogueira de Brito
Reflexão histórica e política
(Reedição Ítaca, 2017)
Neste momento, Eichmann está em Lisboa.
(Pelo menos, eu tenho um colega com esse apelido.)
Não é o mesmo. O do livro ficou dependurado em 1962.
Foi-me sempre difícil compreender como uma sociedade conseguiu construir uma máquina de extermínio tão profissional e eficiente e com tamanha indiferença para com o “mal” sem gerar nos seus executores crises de consciência. Este livro é uma belíssima reflexão sobre este processo e Eichmann é um excelente exemplo de como homens banais (pedindo emprestado a expressão de Arendt) se transformam em assassinos e/ou cúmplices de assassinos, sem questionar o que estão a fazer.
A ler, sem dúvida!
Este sim, merece que lhe chamemos obra-prima.