![image[1].jpg image[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20378966_WEZNe.jpeg)
O Sol Bailou ao Meio-Dia – A Criação de Fátima, de Luís Filipe Torgal
Prefácio de Fernando Rosas
Investigação
(Edição Tinta da China, 2017)
![image[1].jpg image[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20378966_WEZNe.jpeg)
O Sol Bailou ao Meio-Dia – A Criação de Fátima, de Luís Filipe Torgal
Prefácio de Fernando Rosas
Investigação
(Edição Tinta da China, 2017)
A fotografia da capa é deveras chocante, pelo que reflete de primitivismo, pobreza e atraso nos rostos, vestes e posturas daquelas três pessoas.
É este o retrato de Fátima – um mundo de primitivismo, pobreza e atraso. Ao qual parece que ainda hoje o povo português quer aderir.
Nem mais. É a religião no seu aspecto mais funesto. O de controle, pelo medo e mito, e a sua conivência com a Estrutura de Poder.
Que interessa como vivemos, hoje por cá, se amanhã estamos no Reino de Deus…rastejemos hoje, então, pelo voo dos amanhãs eternos.
A nossa sorte, Lavourinha, é não termos acesso a uma foto tua.
Algo que me causa “espécie” quanto aos milagres é a sua arbitrariedade. Uns são escolhidos e outros, a maioria, esquecidos. Há nisto Justiça?
Prontos, filho: não há Deus nem existem milagres.
Já tens a justiça que querias?…
Ó filha, antes a verdade que a justiça.
Sim, é só escolher.