![images[7].jpg images[7].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20306081_8GFsF.jpeg)
Hotel, os Bastidores, de Inês Brasão
Investigação sociológica
(edição Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2017)
“A autora desta publicação não adoptou o novo Acordo Ortográfico”
![images[7].jpg images[7].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20306081_8GFsF.jpeg)
Hotel, os Bastidores, de Inês Brasão
Investigação sociológica
(edição Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2017)
“A autora desta publicação não adoptou o novo Acordo Ortográfico”
Os não limites, ou a indefinição da estupidez humana.
Sobre Rentes de Carvalho
“E pacientemente explico que partilho a sua ideia de deportar os marroquinos que, na Holanda, encabeçam as estatísticas da criminalidade; que a Holanda teria vantagem em se separar da EU; que se deveriam ter fechado as fronteiras
Alguns dados biográficos sobre Rentes de Carvalho:
Devido a razões políticas foi obrigado a sair de Portugal. Mudou-se para Amesterdão, em 1956.
Pergunto:
São razões politicas o sair de um país para fugir à guerra, fome, e desejo de um futuro menos sombrio?
Marroquinos=criminosos, tipo de analogia que pensava não ser possível num intelectual.
Não leiam Rentes de Carvalho. Pois o que poderemos aprender com um homem que pensa rasteiro, cuja luz moral provem de um buraco?
http://tempocontado.blogspot.pt/2017/03/o-m eu-voto.html
Seja honesto. Pense você o que pensar do autor, e é legítimo que o deteste, transcreva todo o texto em causa. Por uma elementar questão de enquadramento das palavras, mais não seja.
Cabe perguntar, pegando nas suas palavras, entregando-se a práticas destas: o que poderemos aprender consigo? Há de facto limites…
Costa
Ps.: leitor de toda a obra de J. Rentes de Carvalho editada por cá desde a sua (re)descoberta entre nós.
“E pacientemente explico que partilho a sua ideia de deportar os marroquinos que, na Holanda, encabeçam as estatísticas da criminalidade;
que mesmo um país rico e bem organizado não tem capacidade para absorver a vaga de refugiados”
Sobre os refugiados e a incapacidade dos países os receberem:
https://www.youtube.com/watch?v=LtyC2DMg 0w8
Não deve existir incapacidade para receber quem foge da morte. Sobretudo crianças. Costa, não tem um quarto de hóspedes, vazio, em casa? A incapacidade muitas vezes é a da generosidade. Nada mais.
“É uma barreira vergonhosa”, afirma a agência das Nações Unidas para os refugiados, no dia em que anunciou que um milhão de crianças já foram forçadas a abandonar a Síria. Isto é, cerca de metade do número total de refugiados daquele país. A esmagadora maioria delas tem menos de 11 anos. Apenas um quinto consegue ter acesso a apoio psicológico. Ted Chaiban, da UNICEF, de visita ao campo de Zaatari, na Jordânia, realçou: “Para nós, esta é uma crise que toca às crianças, primeiro que tudo, são elas que mais sentem e que mais são afetadas pela violência.”
A ONU salienta que é a mais grave crise humanitária desde o genocídio no Ruanda, em 1994, e que continuam a faltar recursos financeiros para fornecer a ajuda necessária. Uma das crianças de Zaatari diz o seguinte: “Queria voltar à Síria para viver em paz e regressar à escola, brincar com os meus amigos, como dantes. Gostava que o país fosse seguro para voltar a viver lá.”
Quase um décimo das cerca de 100 mil vítimas mortais que o conflito sírio já fez eram crianças.
Quanto aos marroquinos:
Porque não expulsar os holandeses criminosos? Ou não os há?
Rentes pensa rasteiro. É rasteiro. E é um desavergonhado despudorado.
A escória marroquina!
https://www.youtube.com/watch?v=kxVPErNi Ik8
Se Rentes quer votar em protesto, vote em branco, ou escarre no boletim. Se Hitler fosse vivo, já o imagino a votar em” protesto”. Haja decência, haja coragem de assumir-se como um fascista xenófobo, que é o que Rentes me parece ser!
Leia, Afonso Cruz, Lobo Antunes, Torga, Alves Redol….
Insiste você em do texto em causa (e ainda por cima breve) só reproduzir o que lhe interessa. Seja.
Mas suponho que, para si, se um voto de protesto o for num partido ou personalidade de esquerda – seguindo exemplos de civilidade como a ditadura do proletariado e afins -, então será perfeitamente digno, justificado, urgente e louvável exemplo de cidadania perante uma classe política em regra e na melhor hipótese venal e medíocre.
Ainda que a esquerda tenha historicamente mais sangue nas mãos do que esse austríaco a que sempre se regressa em indignações como a sua (e por regra sempre e só a ele, ao se pretender invocar o Mal), mesmo que à revelia da mais elementar noção de proporcionalidade e liquidando qualquer perspectiva de desenvolver um debate racional, sereno, fundamentado.
E quem não pensa como você é sem mais e inapelavelmente fascista e xenófobo.
Quanto ao que leio, dispenso os seus conselhos e só referi a minha condição de admirador da obra de Rentes de Carvalho por uma questão de prévia clarificação. Em todo o caso, desses que aponta, tenho Torga como superior. Gostos, enfim.
Se você não se importar…
Costa