MARCELO, O MEDIADOR


Rui Rocha,

 

17.12.2016 – “O Presidente da República serviu de mediador numa conversa entre o fundador e director do Teatro da Cornucópia, Luís Miguel Cintra, e o ministro da Cultura para evitar o fim desta companhia”.
19.12.2016 – “Em comunicado, Luís Miguel Cintra esclarece “equívoco” criado após visita de Marcelo. Teatro vai mesmo fechar no início do ano”.

 

11.01.2017 – “Marcelo obtém do Rei de Espanha garantia de que não serão tomadas decisões unilaterais sobre Almaraz”.
12.01.2017 – “Não há acordo sobre Almaraz. Portugal avança com queixa em Bruxelas”.

 

29.12.2016 – “Marcelo e Passos almoçam em Belém”.
13.01.2017 – “Passos votará contra redução da TSU”

 

22.01.2017 – “Em entrevista a jornalistas da SIC, Marcelo revela confiança: ainda é possível consenso para a redução da TSU”.
25.01.2017 – “Redução da TSU chumbada na Assembleia da República”.

 

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0 comentários em “MARCELO, O MEDIADOR”

  1. Este fala demais. O outro fazia do silêncio, ou dos enigmas, um idioma. Prefiro o primeiro. Com banhos lábia à mistura

  2. (post em actualização permanente) !
    Caro RR, desista enquanto for possível. Olhe que por este andar a breve prazo não irá ter sequer tempo para mais nada.

  3. Bem me lembro:

    Marcelo e Marques Mendes, serem os mais ferozes inimigos da baixa da TSU de PPC…

    Gostaria de saber o porquê da reviravolta!

    É Tsu a mais!

  4. Olhemos para duas frases:

    «o importante é a acalmação dos espíritos, o esquecimento de ódios e paixões«

    «modificar pouco a pouco, pacientemente, as paixões dos homens, atrofiando-as, calando-as, forçando-nos temporariamente a um ritmo vagaroso, mas seguro, que nos faça descer a temperatura, que nos cure da febre…«

    A primeira frase não é de Marcelo mas parece.
    A segunda frase não vem dos “globalistas” mas, também encaixaria na perfeição.

    No entanto, ambas, são frases velhas de António Oliveira Salazar.
    Agora, com tantos beijinhos só falta, mesmo, umas “Conversas em Família” deste Marcelo como as do outro Marcello que deu aos portugueses tanta conversa e não chegou a governar 6 anos e, se calhar, pelo andar da carruagem, não vamos escapar a mais umas conversas, de quem se prepara para ficar 10.

    Se Brexit acontecer, Trump for real e sobreviver, vamos ter mesmo que ouvir como é bom viver sem soberania, mesmo que o nosso País e o nosso Parlamento, tenha que aceitar as Leis vindas de Bruxelas e, de como é bom votar para eurodeputados que não podem propor ou vetar Leis.
    Temos um novo Marcelo mas, em sintonia com o 1%, aqueles que realmente controlam tudo, naturalmente, com a ajudinha de um António, só que este não é Salazar mas, Costa que, por acaso, também tem a particularidade de gostar dar muitos conselhos e bitaitar sobre o que devemos ou não devemos fazer, castigando com impostos quem não levar o saquinho plástico, não ande a pé, beba bebidas açucaradas, nem pensar em fumar ou em comida pré-feita, tenha casa com muito sol… assim, até perdemos a conta aos castigos porque, verdadeiramente, já nem sabemos bem, onde estamos a ser castigados.

    Aliás, aquele “do gado”, já fala em combater populismos, “um combate político e cultural” apoiado por Costa enquanto Marcelo concorda com o alerta de Sampaio sobre “o combate ao populismo na Europa”… apenas uma deturpação de palavras e uma boa desculpa, para voltarem a fechar o círculo e à censura mas, remodelada e, quem sabe, alguém poder voltar a ser preso, apenas e só, por gostar do seu próprio país, da liberdade, independência, soberania e querer ter algum voto na matéria, quanto ao presente e futuro da sua própria vida.

    Nasci no ano em que nasceu a Televisão em Portugal, quem sabe se teve influência na minha atenção aos pormenores ou na maneira de olhar o Mundo e, francamente, cada vez gosto menos deste Filme, sempre com uma boa e renovada cenografia, novos figurantes mas que começa a ser demasiado repetitivo, no tolerar e no obedecer porque, já em pequena, tinha esta mania de fazer muitas perguntas e se, as lambadas do meu pai não fizeram efeito, apenas aguçaram a minha curiosidade e, ao contrário de hoje, ainda tive a sorte de ter na Universidade professores que me ensinaram a pensar com a minha própria cabeça, acrescentando a sorte de, por enquanto, poder ver o Mundo numa net, onde ainda não conseguem controlar a informação portanto, não era agora que me ia calar ou parar de questionar, quando vejo algo que não bate certo… e, presentemente, só quem estiver a “dormir” ou bem acomodado, para não ver ou fingir que não vê. Naturalmente, não suportam um Nigel Farage ou um Trump que, apenas, falam de Verdades inconvenientes, no entanto, só a Verdade Salva, Liberta e Cura.

    Abençoadas insónias, a vizinha de cima não arrasta móveis, os garotos de baixo não choram nem gritam, a rua descansa dos constantes buzinares e, neste silêncio, quase consigo ouvir o meu próprio pensamento, a melhor hora para pensar ou deixar um comentário, só é pena que, em menos de duas horas toque o despertador. No entanto, vivemos numa época em que o “dormir” anda sobrevalorizado porque, na realidade, para dormir vamos ter tempo de sobra e, enquanto cá andamos, convém andar bem “acordado”

  5. Merdiador, ele é um grande merdiador, por onde passa só faz mérdia…….tem sido asim ao longo da vida, é o homem dos mérdias , um grande merdiador…..

  6. No tempo de meus Pais havia uma «orquestra aldrabófona» constituída por músicos de elite.
    Agora há outras mas sem elite alguma.

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