Palavras para recordar (2)


Pedro Correia,

010-0033-00001_142[1].jpg

 

JOSÉ PACHECO PEREIRA

Público, 1 de Dezembro de 2007

«Só há uma alternativa a esta política do modelo social europeu e essa alternativa é um consistente, persistente e intransigente programa de liberalismo moderado, reformista, prudente, passo a passo, sempre no mesmo sentido de dar mais liberdade a pessoas e a empresas do domínio abafador do Estado.»

18 comentários em “Palavras para recordar (2)”

    1. O que não diria o Pacheco Pereira de 2016 deste texto assinado em 2007 por um perigoso “liberal” saindo à liça contra o “modelo social europeu” e espadeirando contra o “domínio abafador do Estado”?

      1. Os tempos mudam e os homens não são excepção. Mal seria se visse que estava errado e não mudasse. Esse é o grande mal, insistir-se constantemente no erro, mesmo quando o erro, é tão óbvio que só não muda quem gosta de errar.

  1. Uma ideia de JPP coerente com a incoerência que um ódio político de estimação permite de até negar-se a si mesmo para atacar o odiado.
    Quem o ouviu e quem o ouve.

  2. For do tema
    mas
    Dentro do tema da “trampa” de Imprensa que temos:

    Hoje:

    EXpresso / Lusa
    “Barroso ” causou danos à reputação da CE com a ida para o Golden Sachs….”
    …
    Observador

    A contratação de Barroso não violou regras da EU. A decisão do Comité de Ética revela que a contratação de DB para GS não constitui violação das regras de integridade europeias”…

    ….

    Lusa : His Master Voice….

  3. ” o risco de que o estado abuse dos seus poderes, como já o faz. Não só o estado tem hoje uma panóplia vastíssima de meios para nos controlar e vigiar, como os usa sem respeito pela autonomia, liberdade, identidade dos cidadãos. “

  4. Não sei se a casaca de PP virou ou não, porque não o oiço nem o leio, como não oiço nem leio os comentadores profissionais, convencido que estou de que já sei previamente o que vão dizer ou escrever.
    Curiosamente, estava convencido de que ele continuaria a defender o mesmo, ou seja, a independência mútua do Estado e da Economia.
    É que a promiscuidade entre essas duas entidades, continuou, agravou-se e não dá sinais de, por vontade própria, virar a casaca.
    Então por que carga de água viraria PP a sua?!
    João de Brito

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *