Estava a evitar comentar este poste mas, como já li que até há quem se tenha convertido à Uber, digamos que as coisas nunca são tão simples como parecem, aliás, o grande problema é cair na asneira de simplificar. Isto do cérebro humano ter parado de crescer e, estar mesmo a encolher, tem a ver com o pouco uso que lhe andam a dar, geracionalmente, o QI tem vindo a diminuir mas, sobre isso, quem quiser saber mais que se esforce e, procure dados sobre este assunto. Pena que não haja um estudo sobre o tamanho das orelhas porque, muitos, até parece que só sabem repetir o que ouvem dizer, apenas selecionando a fonte que mais lhes convém.
1º erro em que a maioria anda a cair é que tudo o que seja tecnologia é bom e irá contribuir para a sua felicidade (bem pelo contrário). Aqui, seria preciso parar para saber, exatamente, até que ponto queremos usar toda a tecnologia que nos queiram “enfiar pela goela abaixo” ou, simplesmente, ir fazendo a opção, entre aquela que queremos usar ou nos recusemos a utilizar. Nunca esquecer que já existe quem ande, entusiasticamente, a usar um chip debaixo da pele.
Os taxistas terão o instinto a funcionar na perfeição, só não sabem racionalizar o problema. Alguns, nem devem saber que a Uber já está no caminho de ter automóveis sem condutor (portanto, sabendo isto, defender os motoristas da Uber será como “chover no molhado” será, apenas, mais uma etapa transitória para a nossa infelicidade). Olhemos para o que se passa, não agora mas, antevendo, sobre quem lucrará, realmente, com aquilo que nos apresentam como sendo bom, não para nós mas, certamente, para aumentar os lucros das Multinacionais e, entre carros e camiões sem condutor até aos restaurantes totalmente automatizados, já em funcionamento, onde não são precisos seres humanos, parece um caminho imparável e cada vez mais próximo. Digamos que, sem a possibilidade de ter um trabalho portanto, sem independência económica, ficaremos nas mãos de quem?
No caso dos táxis, é escusado defenderem a tecnologia, de virem com o tempo da carroça porque, neste caso, ainda vão acabar por não poder sentar o cu num táxi sem condutor, por não terem dinheiro para o pagar porque, tecnologicamente, também já terem sido substituídos.
2º erro – Não saberem o nível de desenvolvimento da tecnologia (fora os “brinquedos” que “suam” para conseguir comprar) e, para muitos, ainda parece uma ideia longínqua, no entanto, já temos computadores que fazem as notícias diárias. Menos de uma década, teremos até profissões que se acham insubstituíveis como polícias, professores, médicos, recepcionistas… esquecendo que a inteligência artificial, já não é ficção científica, com um nível de conhecimento incomparável ao dos humanos, muito dele acumulado nas “clouds” para não falar da invenção da IBM em 2013 “cloud of clouds”, portanto, um acesso direto aos que, não sendo humanos, os vão substituir em quase tudo e, aqui, o quase… é só para vos animar um bocadinho.
Gozem com os taxistas mas, continuando a desprezar o trabalho humano e continuando a teclar para benefício das grandes corporações, comprando online, respondendo carregando num 1-2-3-4, pagando nas portagens nas caixas automáticas, escolhendo pagar as compras no supermercado sem ser através de uma funcionária, teclando o pedido do hambúrguer… cada dia que vai passando, pensam ser muito espertos mas, comecem a fazer fila porque, os próximos, também podem vir a ser gozados mas, vai ser tipo karma que, um dia, também vos irá cair em cima porque, realmente, o que não estão a ver é que estão a ser encurralados num novo feudalismo tecnológico.
Aquilo que nos mostram da tecnologia vem sempre com atraso e, apenas, quando lhes convém e, poderiam ficar aqui milhentos exemplos mas, pode ficar um que já tinha sido mostrado em 2010, talvez vos faça pensar um bocadinho, não só de como terá avançado a tecnologia porque, apesar de eu não ter ninguém próximo nessa profissão, sei que, no fundo, estamos todos ligados e, vai chegar a altura em que todos vão perceber, muito bem, aquilo que, hoje, estou a falar (mas, provavelmente, tarde demais). Com este exemplo, já estou a ver uma Bina 480 nos noticiários ou como mera funcionária pública.
Dir-se-ia que há acordo entre a AT e os vestutos taxistas quando estes exigem que os “descaracterizado” pagem a mesma diversidade, injustificada, de impostos, em vez pugnarem pela liberação do transporte e deixar a força do mercado optimizar o sector. Socialismo absolutamente simplório.
Antralopitecos está uma maravilha.
Muita, muita confusão, não sabemos se realmente é assim ou assado, mas há muita confusão. Eu também acho. Aliá
s, o que disse eu?
Alguns serão Antralopithecus, mas a maioria está na fase anterior: a dos (Antra)Ramapitechus.
Eu nem comento “antralopitecos”… ainda estou a rir
Estava a evitar comentar este poste mas, como já li que até há quem se tenha convertido à Uber, digamos que as coisas nunca são tão simples como parecem, aliás, o grande problema é cair na asneira de simplificar.
Isto do cérebro humano ter parado de crescer e, estar mesmo a encolher, tem a ver com o pouco uso que lhe andam a dar, geracionalmente, o QI tem vindo a diminuir mas, sobre isso, quem quiser saber mais que se esforce e, procure dados sobre este assunto. Pena que não haja um estudo sobre o tamanho das orelhas porque, muitos, até parece que só sabem repetir o que ouvem dizer, apenas selecionando a fonte que mais lhes convém.
1º erro em que a maioria anda a cair é que tudo o que seja tecnologia é bom e irá contribuir para a sua felicidade (bem pelo contrário). Aqui, seria preciso parar para saber, exatamente, até que ponto queremos usar toda a tecnologia que nos queiram “enfiar pela goela abaixo” ou, simplesmente, ir fazendo a opção, entre aquela que queremos usar ou nos recusemos a utilizar. Nunca esquecer que já existe quem ande, entusiasticamente, a usar um chip debaixo da pele.
Os taxistas terão o instinto a funcionar na perfeição, só não sabem racionalizar o problema. Alguns, nem devem saber que a Uber já está no caminho de ter automóveis sem condutor (portanto, sabendo isto, defender os motoristas da Uber será como “chover no molhado” será, apenas, mais uma etapa transitória para a nossa infelicidade). Olhemos para o que se passa, não agora mas, antevendo, sobre quem lucrará, realmente, com aquilo que nos apresentam como sendo bom, não para nós mas, certamente, para aumentar os lucros das Multinacionais e, entre carros e camiões sem condutor até aos restaurantes totalmente automatizados, já em funcionamento, onde não são precisos seres humanos, parece um caminho imparável e cada vez mais próximo.
Digamos que, sem a possibilidade de ter um trabalho portanto, sem independência económica, ficaremos nas mãos de quem?
No caso dos táxis, é escusado defenderem a tecnologia, de virem com o tempo da carroça porque, neste caso, ainda vão acabar por não poder sentar o cu num táxi sem condutor, por não terem dinheiro para o pagar porque, tecnologicamente, também já terem sido substituídos.
2º erro – Não saberem o nível de desenvolvimento da tecnologia (fora os “brinquedos” que “suam” para conseguir comprar) e, para muitos, ainda parece uma ideia longínqua, no entanto, já temos computadores que fazem as notícias diárias. Menos de uma década, teremos até profissões que se acham insubstituíveis como polícias, professores, médicos, recepcionistas… esquecendo que a inteligência artificial, já não é ficção científica, com um nível de conhecimento incomparável ao dos humanos, muito dele acumulado nas “clouds” para não falar da invenção da IBM em 2013 “cloud of clouds”, portanto, um acesso direto aos que, não sendo humanos, os vão substituir em quase tudo e, aqui, o quase… é só para vos animar um bocadinho.
Gozem com os taxistas mas, continuando a desprezar o trabalho humano e continuando a teclar para benefício das grandes corporações, comprando online, respondendo carregando num 1-2-3-4, pagando nas portagens nas caixas automáticas, escolhendo pagar as compras no supermercado sem ser através de uma funcionária, teclando o pedido do hambúrguer… cada dia que vai passando, pensam ser muito espertos mas, comecem a fazer fila porque, os próximos, também podem vir a ser gozados mas, vai ser tipo karma que, um dia, também vos irá cair em cima porque, realmente, o que não estão a ver é que estão a ser encurralados num novo feudalismo tecnológico.
Aquilo que nos mostram da tecnologia vem sempre com atraso e, apenas, quando lhes convém e, poderiam ficar aqui milhentos exemplos mas, pode ficar um que já tinha sido mostrado em 2010, talvez vos faça pensar um bocadinho, não só de como terá avançado a tecnologia porque, apesar de eu não ter ninguém próximo nessa profissão, sei que, no fundo, estamos todos ligados e, vai chegar a altura em que todos vão perceber, muito bem, aquilo que, hoje, estou a falar (mas, provavelmente, tarde demais). Com este exemplo, já estou a ver uma Bina 480 nos noticiários ou como mera funcionária pública.
https://www.youtube.com/watch?v=KYshJRYC ArE
Bina 48 Meets Bina Rothblatt – Part One
lindo!!!
Dir-se-ia que há acordo entre a AT e os vestutos taxistas quando estes exigem que os “descaracterizado” pagem a mesma diversidade, injustificada, de impostos, em vez pugnarem pela liberação do transporte e deixar a força do mercado optimizar o sector.
Socialismo absolutamente simplório.