Escusado será dizer (escrever) que apoio incondicionalmente esta sugestão do Pedro. Só espero que quem a aceitar goste tanto de ler este livro como eu. 🙂 Antonieta
Eu gostava de ler este sujeito mas confesso os meus dramas: – tenho 40 anos; – ainda não li tudo de thomas mann, dostoievksi, aquilino ribeiro, cervantes, roberto bolano, miguel torga, machado de assis, faulkner, virgilio, homero, Orwell, Balzac, Joyce etc. – tenho mais facilidade em ler escritores mortos do que vivos.
Nunca se lê “o melhor de tudo”. Mais: não podemos ler apenas obras que constam do cânone literário. Caso contrário perderíamos termos de comparação: não saberíamos distinguir por nós próprios o bom do mediano e do medíocre. Não há nada como fazermos as nossas próprias descobertas, encarando os livros como uma aventura interminável.
Meus caros, desculpem perguntar: o que estão a fazer, lendo um blogue? Mais: recusam-se a ouvir música actual ou já ouviram toda a música de Bach, Mozart, Beethoven, Schubert, Brahms, Mahler, Verdi, Puccini, Wagner, Tchaikovsky, Stravinsky, Shostakovich, Janacek, etc.? O mesmo em relação aos filmes – já viram todos os Griffith, Murnau, Lang, Chaplin, Eisenstein, Dreyer, Bergman, Ford, Hawks, Welles, Godard, Antonioni, Fellini, etc, etc.? Se não o fizeram, espero que não percam tempo a ver obras menores. Sendo ainda de notar que algumas obras de autores (escritores, músicos, cineastas, …) globalmente menores podem ser melhores do que as piores obras de autores globalmente (muito) melhores.
Eh, parece que hoje é o dia McEwan aqui no Delito…
Eheheh. Sou coleccionador de coincidências: eis mais uma.
Escusado será dizer (escrever) que apoio incondicionalmente esta sugestão do Pedro.
Só espero que quem a aceitar goste tanto de ler este livro como eu.
🙂 Antonieta
Acabou por ser também uma sugestão sua, Antonieta.
Eu gostava de ler este sujeito mas confesso os meus dramas:
– tenho 40 anos;
– ainda não li tudo de thomas mann, dostoievksi, aquilino ribeiro, cervantes, roberto bolano, miguel torga, machado de assis, faulkner, virgilio, homero, Orwell, Balzac, Joyce etc.
– tenho mais facilidade em ler escritores mortos do que vivos.
Ora aqui está.
Quando ainda não se leu o melhor de tudo, para quê ler os outros?!
Nunca se lê “o melhor de tudo”. Mais: não podemos ler apenas obras que constam do cânone literário. Caso contrário perderíamos termos de comparação: não saberíamos distinguir por nós próprios o bom do mediano e do medíocre.
Não há nada como fazermos as nossas próprias descobertas, encarando os livros como uma aventura interminável.
Concordo!
Meus caros, desculpem perguntar: o que estão a fazer, lendo um blogue?
Mais: recusam-se a ouvir música actual ou já ouviram toda a música de Bach, Mozart, Beethoven, Schubert, Brahms, Mahler, Verdi, Puccini, Wagner, Tchaikovsky, Stravinsky, Shostakovich, Janacek, etc.? O mesmo em relação aos filmes – já viram todos os Griffith, Murnau, Lang, Chaplin, Eisenstein, Dreyer, Bergman, Ford, Hawks, Welles, Godard, Antonioni, Fellini, etc, etc.? Se não o fizeram, espero que não percam tempo a ver obras menores. Sendo ainda de notar que algumas obras de autores (escritores, músicos, cineastas, …) globalmente menores podem ser melhores do que as piores obras de autores globalmente (muito) melhores.
A resposta é não. Não ouvi, não vi, e não li. Quanto a frequentar blogs, não deixa de ter razão.