Acabei de sonhar que o Sócrates tinha participado num acto oficial do PS, que a Ana Gomes era a voz mais sensata do PS, que o Passos esteve quase a apresentar um livro de canalhices, que o PSD tinha sondado o Isaltino para uma candidatura autárquica, que o PCP e o Bloco tinham votado a favor do fim do tecto salarial para os gestores da Caixa e que o Costa tinha afirmado que a sociedade ideal é aquela onde cada um contribui para o bem comum de acordo com as suas capacidades e cada um recebe de acordo com as suas necessidades. Foda-se que um gajo quando se põe a dormir dá-lhe para cada uma!
Eheheh!
Rui Rocha,

Nunca – enfim, pouquíssimas vezes – o uso dessa palavra começada por “f” foi tão justificado. Brilhante!
Portugal a inovar, uma vez mais (para nossa desgraça, mas a inovar).
Costa
Concordo consigo. Há situações em que a dita palavra é a única que se pode usar!
É o caso.
E obrigado, Helena.
Obrigado, Costa!
Este texto dá para ver porque é que chamamos a “f***” um”palavrão”. É mesmo. Uma palavra que diz tudo, mas tudo, o que temos para dizer a propósito da situação…