É um bom artigo — talvez um dia volte a ler o Público já que a doppelgänger geométrica da Catarina Martins se foi embora da direcção do jornal. Agora que que o bloco se institucionalizou colado ao PS, o discurso fundiu-se com o discurso do benfiquismo público e o politicamente correcto e correcta passou para a SIC, agora finalmente sem consoantes e com os advérbios todos transformados em adjectivos. “Passou rápido”. Está no lugar certo.
Há outra maneira, mais exata, de caraterizar Passos e Cª. Fazem (fizeram) muito bem o papel revoltante daqueles encarregados (antigos capatazes) que desancam (desancavam) os trabalhadores, seus semelhantes, para agradar ao patrão.
Começamos logo mal nesta comparação de bons alunos e alunos cábulas. Pensava que existia igualdade entre pessoas e entre estados, mas há sempre quem procure um dono para agradar.
Igualdade entre bons alunos e cábulas? Só se os cábulas tiverem posses de família ou cunhas suficientes para não precisarem de aprender. Caso contrário, duvido que cheguem longe.
É um bom artigo — talvez um dia volte a ler o Público já que a doppelgänger geométrica da Catarina Martins se foi embora da direcção do jornal. Agora que que o bloco se institucionalizou colado ao PS, o discurso fundiu-se com o discurso do benfiquismo público e o politicamente correcto e correcta passou para a SIC, agora finalmente sem consoantes e com os advérbios todos transformados em adjectivos. “Passou rápido”. Está no lugar certo.
Como sportinguista, “benfiquismo público” parece-me bem. Mas é capaz de ser trecho mais politicamente incorrecto do seu comentário…
Magister dixit, eu bem me parecia, “Não há alternativa”, ou se papagueia o que o mestre nos disse ou se é cábula.
Bom, recusar aprender que 2+2=4 também tem os seus inconvenientes.
Há outra maneira, mais exata, de caraterizar Passos e Cª.
Fazem (fizeram) muito bem o papel revoltante daqueles encarregados (antigos capatazes) que desancam (desancavam) os trabalhadores, seus semelhantes, para agradar ao patrão.
Há sim senhor: escrever com os cês no sítio. Sobretudo em “caracterizar” que leva cê até na ortografia dos pobre de espírito.
Já Costa & Cª correspondem mais aos vendedores de banha da cobra, que enrolam as pessoas em proveito próprio.
Mas envie a analogia ao João Miguel Tavares. Estou certo de que ele a apreciará.
Começamos logo mal nesta comparação de bons alunos e alunos cábulas. Pensava que existia igualdade entre pessoas e entre estados, mas há sempre quem procure um dono para agradar.
Igualdade entre bons alunos e cábulas? Só se os cábulas tiverem posses de família ou cunhas suficientes para não precisarem de aprender. Caso contrário, duvido que cheguem longe.