Baratos e esforçados


escafandro,

Portugal é bom para fazer investimentos porque “os portugueses são os que mais horas trabalham na Europa”, além de serem muito baratos quando comparados com os franceses, por exemplo, disse ontem o ministro das Finanças a uma plateia de gestores, em Lisboa.

 

O país viria abaixo se estas palavras tivessem sido proferidas por um ministro do governo PSD-CDS. Até mesmo Manuel Pinho, num governo socialista, levantou um coro de críticas ao publicitar – na China, lembram-se? – os baixos salários dos portugueses. Mas agora existe a geringonça. Está tudo bem.

0 comentários em “Baratos e esforçados”

      1. Mas é uma farsa em que ele disfarça mal. O Costa fá-lo melhor. Mas, enfim, o Sócrates também mostrava mais convicção do que o Teixeira dos Santos. Ter umas ideias de matemática é lixado.

      1. Hum… não me digas que o Bloco já não é bloco. Acabo de ouvir a deputada Mariana Mortágua dizer, num frente a frente com o nosso Adolfo, esta frase que registei: “Não nos opomos em princípio a nenhuma comissão de inquérito.”

  1. Ah! Nada iguala a espantosa “plasticidade óssea” daquilo que, nestas partes, passa por comunicação social…
    Já lá escrevia o outro, “neste país em pequenino, respeitinho é que é preciso”
    Respeitinho e números de circo dos palhaços de turno, já agora.

    1. Acho que precisamos de uma linguagem mais vernácula para descrever isto porque esta gente destrói vidas e a nossos valores, criam embustes e mentiras e dirigem o país para um suburbanismo indigente.

  2. Estes têm via verde para dizer o que quiserem ou então, falta de vocabulário para “dourar a pílula”.

    Há anos que os políticos seguem ordens de Bruxelas portanto, meros Chefes do Departamento de Vendas. Ao 1% bastou enviar uns milhões aos “mãos rotas” e “outros”, para endividar os países europeus e poderem comprar tudo o que houvesse, a preço de saldo.

    Como parece que os portugueses, também começaram a ficar surdos, o melhor será ir repetindo que, há muito tempo que não mandam nada, as Leis vêm de fora e os tais Deputados que elegem para o Parlamento Europeu, não podem propor nem vetar Leis, portanto, comecem a tirar “as ramelas dos olhos”, porque isto de ser cego e surdo não pode acabar bem, para nós, a verdadeira maioria porque, para os políticos, está cada vez melhor, nem precisam esforçar-se muito no vocabulário, nas explicações ou até, ter que fingir que andam a fazer alguma coisa, para além de gastar dinheiro… em embelezamentos de ruas e mesquitas.

    Quanto a captar investimento, andam todos ao mesmo e, nesta concorrência europeia, com tudo vendido e sempre a pedir dinheiro emprestado, a todos, só resta vender os escravos numa espécie de Feira internacional, de preferência, muito trabalhadores e baratinhos.

  3. Aqui no Alentejo costuma-se dizer quando se espera o deslize de alguém: deixem-nos pousar……(Enquanto estão no ar, não se apercebem da realidade)

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