Sugestão: um livro por dia


Pedro Correia,

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Os Lusíadas, de Luís de Camões

Organização, textos e notas de Helder Guégués

(reedição Guerra & Paz, 2016)

“Este livro não segue a grafia do novo acordo ortográfico”

0 comentários em “Sugestão: um livro por dia”

      1. Então, já não confiamos na iniciativa privada?
        O Ateneu Comercial do Porto ainda tem uns exemplares disponíveis. Coisa baratucha…

        1. “Os Lusíadas” são um bom exemplo de iniciativa privada. Quem diz os Lusíadas, diz o “Amor de Perdição”, ou os “Maias”: tudo iniciativa privada.

  1. “Este livro não segue a grafia do novo acordo ortográfico”

    Não se percebe muito bem esta declaração. Não há qualquer acordo em vigor. E se estivesse em vigor e fosse legal, mesmo assim não se compreenderia o “novo”. Onde está o “acordo” anterior que seria, supostamente, o “velho”?

      1. Sim, é muito útil. Não compro um único livro em acordês.
        A redacção do aviso é que devia ser outra: “Este livro está escrito na ortografia legal, em vigor desde 1945”, por exemplo.
        Ou, ainda, “este livro está escrito na ortografia internacional” (a do Brasil não é. Ao contrário das lérias, quem tem uma ortografia isolada são os brasileiros. A ortografia portuguesa é internacional e intercontinental).

        1. Nesse pormenor estamos de acordo. Mas o essencial é a advertência ao leitor. Também eu não compro nenhum livro em acordês. E continuo a comprar muitos, felizmente.

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