Confio muito mais na iniciativa privada do que no Estado. Se há ainda exemplares disponíveis talvez encontre um dentro de dias, na Feira do Livro do Porto.
“Este livro não segue a grafia do novo acordo ortográfico”
Não se percebe muito bem esta declaração. Não há qualquer acordo em vigor. E se estivesse em vigor e fosse legal, mesmo assim não se compreenderia o “novo”. Onde está o “acordo” anterior que seria, supostamente, o “velho”?
Sim, é muito útil. Não compro um único livro em acordês. A redacção do aviso é que devia ser outra: “Este livro está escrito na ortografia legal, em vigor desde 1945”, por exemplo. Ou, ainda, “este livro está escrito na ortografia internacional” (a do Brasil não é. Ao contrário das lérias, quem tem uma ortografia isolada são os brasileiros. A ortografia portuguesa é internacional e intercontinental).
Nesse pormenor estamos de acordo. Mas o essencial é a advertência ao leitor. Também eu não compro nenhum livro em acordês. E continuo a comprar muitos, felizmente.
“Este livro segue a grafia em vigor em 1572”, issossim é que seria épico.
Edição fac-similada ou morte!
Não há da Imprensa Nacional? Isso sim, seria obrigação do Estado.
Então, já não confiamos na iniciativa privada?
O Ateneu Comercial do Porto ainda tem uns exemplares disponíveis. Coisa baratucha…
Confio muito mais na iniciativa privada do que no Estado. Se há ainda exemplares disponíveis talvez encontre um dentro de dias, na Feira do Livro do Porto.
http://ateneucomercialporto.pt/694#.V1rW qdSLRiw
Agradeço-lhe a indicação.
“Os Lusíadas” são um bom exemplo de iniciativa privada. Quem diz os Lusíadas, diz o “Amor de Perdição”, ou os “Maias”: tudo iniciativa privada.
Ora bem.
“Este livro não segue a grafia do novo acordo ortográfico”
Não se percebe muito bem esta declaração. Não há qualquer acordo em vigor. E se estivesse em vigor e fosse legal, mesmo assim não se compreenderia o “novo”. Onde está o “acordo” anterior que seria, supostamente, o “velho”?
Esta advertência ao leitor é muito útil. Para sabermos que o livro não vem cheio de erros ortográficos.
Sim, é muito útil. Não compro um único livro em acordês.
A redacção do aviso é que devia ser outra: “Este livro está escrito na ortografia legal, em vigor desde 1945”, por exemplo.
Ou, ainda, “este livro está escrito na ortografia internacional” (a do Brasil não é. Ao contrário das lérias, quem tem uma ortografia isolada são os brasileiros. A ortografia portuguesa é internacional e intercontinental).
Nesse pormenor estamos de acordo. Mas o essencial é a advertência ao leitor. Também eu não compro nenhum livro em acordês. E continuo a comprar muitos, felizmente.
Ora aqui está um exemplo em que os Velhos do Restelo batem os novos aos pontos e seguramente muito ou muitíssimo correctos.
Sem assassinarem consoantes.